Bienal de Veneza adia exposições de arquitetura e arte para 2021 e 2022

Organização do evento divulga novas datas e explica que mudança ocorre devido à pandemia do novo coronavírus

São Paulo

A Bienal de Veneza anunciou, nesta segunda-feira (18), que as próximas edições de suas exposições de arquitetura e arte foram adiadas, devido à pandemia do novo coronavírus.

Com curadoria de Hashim Sarkis, a 17ª mostra de arquitetura de Veneza, que já havia sido adiada para o segundo semestre deste ano, está marcada agora para 2021, entre os dias 22 de maio e 21 de novembro.

Já a exposição de arte, com curadoria de Cecilia Alemani, que deveria ocorrer em 2021, foi adiada para 2022 e terá duração de sete meses, entre os dias 23 de abril e 27 de novembro.

A decisão traz também uma importante mudança no calendário da Bienal de Veneza –agora, as mostras de arquitetura ocorrerão em anos de numeração ímpar, enquanto as de arte acontecerão em anos pares, assim como a Bienal de São Paulo.

"Considerando as dificuldades encontradas por todos os países, instituições, universidades e estudantes de arquitetura, juntamente com a incerteza sobre a transposição das obras e das viagens, em virtude das novas medidas da Covid-19 que foram e serão adotadas, decidimos ouvir aqueles que solicitaram o adiamento", afirma o presidente da Bienal, Roberto Cicutto, em nota oficial.

A Bienal de Veneza, no entanto, confirmou a realização dos eventos marcados para setembro e outubro deste ano, que incluem os festivais de cinema, teatro, música e dança contemporânea.

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