Descrição de chapéu Páscoa

Maratonar: veja filmes sobre Páscoa e as novidades no streaming

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São Paulo

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Um dos principais feriados do cristianismo, a Semana Santa que inclui o domingo de Páscoa, é sempre um período recheado de filmes bíblicos na televisão desde… desde sempre.

Para facilitar a busca, veja algumas sugestões abaixo:


A Bíblia
Clássico de quase três horas dirigido por John Huston, que aqui também atua como Noé e faz um bico como "a voz de Deus". O filme dramatiza várias passagens do antigo Testamento, passando por Adão e Eva, a morte de Abel pelo irmão Caim, a construção da arca no dilúvio e as conversas de Abraão com Deus. Uma curiosidade no roteiro é a participação de Orson Welles (não creditado).
Disponível no Star+ (174 min.)

Êxodo - Deuses e Reis
O filme de 2014 traz mais uma versão para a história clássica de "Os Dez Mandamentos", de 1956. Na trama, Moisés, que foi criado como um príncipe do Egito, descobre que nasceu hebreu e passa a defender seu povo contra seu irmão de criação, Ramsés, que se tornou o rei. Com Ridley Scott na direção, os efeitos especiais dão as caras durante o ciclo de pragas, até que Moisés lidera o êxodo de seu povo atravessando o mar Vermelho. O filme traz Christian Bale no papel que já foi de Charlton Heston. E Deus vira uma criança de 11 anos nesta adaptação.
Disponível no Star+ (150 min.)

Noé
Poucos anos antes de fazer o ousado-polêmico-bíblico "Mãe", Darren Aronofsky entregou "Noé", em 2014. A conhecida trama não ganha tantas novidades na tela e conta a história do homem que, ouvindo o chamado de Deus, constrói uma arca para abrigar diferentes criaturas do mundo. Mas é o bicho-homem que lhe causa problemas. O elenco conta com Russell Crowe (Noé), Jennifer Connelly, Emma Watson e Anthony Hopkins. A crítica da Folha não foi muito favorável e lembrava que precisava de paciência de Jó com o longa.
Disponível na Netflix, Star+ e Prime Video (138 min.)

A Paixão de Cristo
Mel Gibson ainda estava na crista da onda quando anunciou o projeto de "Paixão de Cristo", que causou polêmica desde o dia 1. Para começar, o produtor/diretor disse que filmaria em latim e aramaico, espantando todos os estúdios como investidores. O roteiro, que prometia fidelidade bíblica (literalmente) à via-crucis de Cristo em suas últimas 12 horas, foi considerado antissemita, principalmente por intensificar cenas violentas. No fim, o filme segurou as críticas e foi um dos principais sucessos de 2004. Curiosamente, a carreira de Gibson entrou em declínio após o filme. Leia mais sobre o filme. Mas atenção, o diretor avisou que está trabalhando em "A Paixão de Cristo: Ressurreição". Será que sai?
Disponível no Star+ (127 min.)

O ator Jim Caviezel em cena do filme "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson. - Reuters

O Príncipe do Egito
A animação da DreamWorks parte basicamente da mesma história de "Êxodo", destacando os irmãos de criação Moisés e Ramsés e a ruptura deles quando Moisés descobre ser hebreu e entra em conflito com o irmão, que se tornou rei do Egito. Mas é uma animação que quer atrair também as crianças, assim, ganha personagens cômicos no palácio e pega mais leve nas pragas do que o filme live-action. O time de vozes originais inclui Ralph Fiennes, Val Kilmer, Sandra Bullock, Michelle Pfeiffer e Helen Mirren como a rainha… outra rainha.
Disponível no Globoplay e Telecine (90 min.)

A Vida de Brian
Depois de uma série de eventos absurdos, um judeu é confundido com o Messias. Culpa dos três reis magos, que visitaram a casa errada. Ele cresce com a fama, até que é levado à presença de Pôncio Pilatos e condenado à crucificação. Com várias cenas engraçadas e desconcertantes, o filme é mais uma obra de humor mordaz e crítica social com a assinatura do grupo inglês Monty Phyton.
Disponível na Netflix (94 min.)

o que tem de novo

Batman
Se você estava pensando em ir ao cinema no fim de semana e gastar seu rico dinheirinho para ver o novo "Batman", pense de novo. O filme chega nesta segunda (18) à plataforma da HBO Max, que tem em seu catálogo toda a turma da DC. O filme marca uma nova fase do personagem, com Robert Pattinson no papel do homem-morcego e vilões como Charada (Paul Dano), Pinguim (Colin Farrell) e a ambígua Mulher-Gato (Zoe Kravitz). Leia a crítica da Folha.
Disponível na HBO Max a partir de segunda, 18 (176 min.)



O Degelo
Fãs de séries policiais com crimes de difícil investigação vão curtir esta nova série da HBO Max em seis episódios (cinco já disponíveis). Na trama, o fim do inverno revela o corpo de uma mulher à margem do rio. Logo é descoberto que ela teve um parto pouco antes da morte, mas o bebê está desaparecido. A responsável pelo caso é uma detetive que vive seus próprios problemas pessoais e ainda precisa cuidar da filha. Guarda semelhanças com a nórdica "Deadwind", mas esta é polonesa.
Disponível na HBO Max (6 episódios)

Um Jantar entre Espiões
Ao contrário do que promove exaustivamente a franquia "Missão: Impossível", filme de espionagem não precisa ser necessariamente filme de ação. Prova disso é este longa que, como o título indica, promove um encontro entre dois espiões, antigos amantes, em um jantar. Ele (Chris Pine, que já foi o agente Jack Ryan em "Operação Sombra") investiga um caso de terrorismo que terminou em tragédia oito anos antes. Ele e ela (Thandie Newton, que fez "Missão: Impossível 2") eram integrantes do grupo da CIA envolvido na missão. Uma nova informação indica que alguém da equipe estava envolvido com os terroristas, e o jantar ganha ares de tensão enquanto o passado vem à tona.
Disponível no Prime Video (101 min.)

A Lenda de Candyman
Chegou no início do mês este terror que ressignifica o filme original, "O Mistério de Candyman", de 1992, com um vilão-fantasma negro, que tinha um gancho no lugar de uma das mãos e aparecia após ter seu nome chamado cinco vezes diante do espelho. Desta vez, a crítica racial está escancarada no filme com roteiro de Jordan Peele ("Corra") e da também diretora Nia DaCosta. Na trama, o antigo bairro onde se passa o primeiro filme foi gentrificado e agora é o lar de um jovem casal de negros. Ele, um artista, está com crise criativa, e começa a ficar obcecado com a história de Candyman, retratada na obra "say my name". Claro que Candyman volta e o sangue jorra. Leia entrevista da diretora.
Disponível no Prime Video (91 min.)

O Mercador de Veneza
Ao contrário de "Romeu e Julieta" ou "Ricardo 3º", esta é das peças menos adaptadas de Shakespeare. Este filme de 2004 traz o texto clássico, com direção de Michael Radford ("O Carteiro e o Poeta") e elenco que inclui Jeremy Irons e Al Pacino, em ótima atuação. O texto, que já foi acusado de antissemitismo, traz a história de um homem, no século 16, que pede um empréstimo para impressionar um jovem. No entanto, ele não consegue pagar a dúvida para o agiota judeu Shylock (Pacino); e a garantia era um pedaço de sua própria carne.
Disponível no Belas Artes à la Carte (138 min.)

Tokyo Vice
Em sua estadia no Japão, o jornalista Jake Adelstein conseguiu o feito de ser o primeiro estrangeiro contratado por um grande jornal local. Na editoria policial, conheceu o submundo de Tóquio e viu de perto a influência da Yakuza, a máfia japonesa. Toda essa experiência foi transformada em livro, traduzido no Brasil como "Tóquio Proibida" (Cia. das Letras), que agora inspira a série policial com dez episódios (os cinco primeiros já estão disponíveis). O primeiro episódio apresenta a saga e as dificuldades de Jake (Ansel Elgort, de "Amor, Sublime Amor") para entrar no jornal e entender o modus operandi no submundo da cidade.
Disponível na HBO Max (10 episódios)

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