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08/01/2014 - 17h03

Jurista explica a responsabilidade civil e criminal em caso de bullying; ouça

FABIO ANDRIGHETTO
da Livraria da Folha

A prática de violência física e psicológica entre crianças e adolescentes não é novidade, mas ganhou fama nos últimos anos pelo seu anglicismo: bullying. O resultado não é brincadeira infantojuvenil. As reações das vítimas podem variar dos comportamentos antissociais ao suicídio.

Divulgação
Prevenir o bullying é prevenir todas as suas mazelas
Existe uma relação entre a violência geral e a praticada nas escolas

"Para ser bullying, precisa reiterar, humilhar a vítima intencionalmente, e isso, então, não é uma briguinha", disse o jurista Luiz Flávio Gomes, autor "Bullying e a Prevenção da Violência nas Escolas", em entrevista.

Segundo Gomes, do ponto de vista criminal, o próprio agressor, se tiver 12 anos ou mais, responde pela violência de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Do ponto de vista civil, a responsabilidade é dos pais. "Recentemente, em Belo Horizonte, um juiz determinou que um pai pagasse R$ 7.000 de indenização", contou. Ouça.

Ouça

Aproximadamente cinco milhões de crianças sofrem bullying no Brasil. "Bullying e a Prevenção da Violência nas Escolas" foi escrito por Gomes em parceria com Natália Macedo Sanzovo.

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BULLYING E A PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
AUTORES Luiz Flávio Gomes e Natália Macedo Sanzovo
EDITORA Editora Saraiva
QUANTO R$ 71,10 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

 
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