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22/04/2015 - 17h12

Por 500 anos, brasileiro ficou à mercê da própria sorte

da Livraria da Folha

"O Reino que Não Era deste Mundo", do historiador Marcos Costa, apresenta os bastidores do Segundo Reinado (1840-1889). Naquele período, alguns dos principais nomes da história do Brasil travaram uma batalha política. O povo brasileiro, como em diversas ocasiões semelhantes, ficou à mercê da própria sorte.

"No final do século 19, Louis Couty, no livro 'L'Esclavage au Brésil', observou que 'a situação funcional da população brasileira pode ser resumida numa frase: o Brasil não tem povo", escreve Costa.

Divulgação
Uma conspiração maquiavélica que beira as raias do absurdo
Uma conspiração maquiavélica que beira as raias do absurdo

Segundo o autor, a luta pelo poder no século 19 é uma maneira de entender o Brasil de hoje. Os planos de duas forças políticas antagônicas, a dos monarquistas e a dos republicanos, entraram choque e decidiram o destino do país.

De um lado, d. Pedro 2º, barão de Mauá, duque de Caxias, princesa Isabel e conde d'Eu arquitetavam o fim da escravidão e a transição para o Terceiro Reinado.

Do outro, barão de Cotegipe, Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e Floriano Peixoto, desejavam a proclamar a república e estabelecer o federalismo, que descentralizaria o poder e beneficiaria os grandes produtores de café.

O título do livro, "O Reino que Não Era deste Mundo", é uma alusão à resposta do ministro Saraiva ao imperador d. Pedro 2º, quando este perguntou por que o golpe não poderia ser o terceiro reinado. "Porque o seu reino não é deste mundo", disse o ministro.

Mestre e doutor em história social pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), Marcos Costa foi responsável pela organização dos artigos de "Escritos Coligidos", de Sérgio Buarque de Holanda.

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O REINO QUE NÃO ERA DESTE MUNDO
AUTOR Marcos Costa
EDITORA Valentina
QUANTO R$ 25,90 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

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