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30/11/2010 - 19h29

Guerras irregulares devem predominar no século 21; ouça

FABIO ANDRIGHETTO
da Livraria da Folha

Divulgação
Livro aborda a situação de conflitos em Cuba, Afeganistão, Colômbia e Brasil
Livro mostra os métodos utilizados para combater esses movimentos

As guerras mudaram. Durante as últimas décadas, o mundo testemunhou um tipo diferente de conflito, uma série de combates sem as características militares tradicionais, como terrorismo, guerrilha, insurreição, entre outros.

O livro "Guerra Irregular" , de Alessandro Visacro, mostra que essa antiga forma de luta tem sido a mais usual e a que deverá predominar no século 21. Batalhas campais, caracterizadas por duelos de artilharia, infantaria e formações blindadas, são raras.

Segundo o escritor, "desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, ocorreram mais de 80 guerras de natureza assimétrica. 96% dos conflitos transcorridos durante a década de 1990 foram assimétricos. Um cenário onde exércitos nacionais permanentes, com orçamentos dispendiosos e moderna tecnologia, parecem ineficazes. Porquanto, rebeldes, guerrilheiros e terroristas subsistem a despeito de todos os esforços para erradicá-los."

Divulgação/Editora Contexto
Alessandro Visacro, autor de "Guerra Irregular"
Confronto com traficantes é um tipo de guerra irregular

Em entrevista à Livraria da Folha, Visacro, mesmo autor de "Lawrence da Arábia" e um estudioso do assunto, disse que a análise se estende às operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, no Rio.

Visacro aponta que, mesmo sem o questionamento político presente no IRA (Exército Republicano Irlandês) e no ETA (grupo separatista basco), o confronto com traficantes nos últimos dias pode ser chamado de ação de guerra não convencional. Ouça.

Livraria

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"Guerra Irregular"
Autor: Alessandro Visacro
Editora: Contexto
Páginas: 384
Quanto: R$ 41,65 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

 
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