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BC reduz a 8 anos prazo para acesso a documentos do 2º dia do Copom

Medida segue obrigação legal de proteção de informações sensíveis, avalia Banco Central

Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central
Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central - AFP

O Banco Central reduziu de 15 anos para 8 anos o prazo para tornar público os documentos que servem de base para o segundo dia de reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), informou a autoridade monetária nesta quinta-feira (8).

O acesso às informações da primeira sessão continuará sendo liberado após 4 anos, como já era antes.

Os documentos podem ser acessados no site do BC.

"A medida... segue a linha da transparência ativa e respeita a obrigação legal de proteção de informações sensíveis de acordo com a percepção de risco", informou o BC em nota.

A Ouvidoria do BC identificou 176 apresentações do segundo dia do Copom a analisar, das quais 45 já tinham tido o sigilo levantado por ter passado 15 anos. 

“Das 131 apresentações restantes, 68 foram desclassificadas e disponibilizadas no site do BC, enquanto 63 tiveram seus respectivos prazos de restrição reduzidos e serão liberadas em transparência ativa quando completarem os 8 anos desde a realização da reunião”, afirmou no comunicado Aloisio Tupinambá, ouvidor do BC.

 
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