Maeli Prado
Brasília

A atividade econômica brasileira teve uma pequena expansão em fevereiro, mostram dados divulgados nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central. 

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do BC) cresceu 0,09% no mês retrasado. 

Em janeiro, houve queda, de 0,64%, de acordo com dados revisados pela autoridade monetária. 

Analistas vêm revisando para baixo as expectativas para o PIB deste ano.

Segundo o último boletim Focus, do BC, a projeção média é de um crescimento de 2,76%. Há quatro semanas, a expectativa era de uma alta de 2,83%.

Em março, a projeção industrial cresceu somente 0,2%, o varejo teve queda de 0,2%, e serviços cresceram somente 0,1%, de acordo com dados do IBGE.

A percepção é que a economia ainda não engatou como era esperado e a recuperação ainda patina, cada vez mais dependente de um segundo semestre mais forte.

Serviços

Após a frustração com o desempenho da indústria e do varejo neste início de ano, os dados que faltavam para compor um quadro mais claro da atividade econômica no primeiro trimestre —os de serviços— colocaram uma pá de cal nas expectativas mais otimistas para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2018.

A percepção é que, ancorada em dados vacilantes, a economia ainda não engatou como era esperado e a recuperação por ora patina, cada vez mais dependente de um segundo semestre mais forte.

O varejo dá sinais dúbios, afetado por 13 milhões de desempregados e um mercado de trabalho que reage na base da informalidade.

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