Cida Bento e Solange Srour serão as novas colunistas de Mercado

Nelson Barbosa passa a publicar colunas em frequência semanal, não mais quinzenal, a partir desta sexta

São Paulo

Cida Bento, diretora-executiva do Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades), estreia na quinta-feira (31) coluna em Mercado, que será quinzenal e publicada nas versões impressa e digital da Folha. Ela se revezará no espaço com Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos.

Nelson Barbosa passa a publicar colunas em frequência semanal, não mais quinzenal, a partir desta sexta (25).

Doutora em Psicologia da Educação pela USP, Cida Bento foi apontada pela revista The Economist, em 2015, como uma das 50 pessoas mais influentes do mundo no campo da diversidade.

Em 1990, fundou o Ceert, organização não-governamental que desenvolve projetos de promoção da igualdade de raça e gênero em escolas, empresas, órgãos públicos e outras instituições.

Trabalhou na área de recursos humanos em várias empresas, onde começou a estudar as barreiras de entrada de negros e mulheres no mercado de trabalho.

Durante debate na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, afirmou que as empresas precisam romper a bolha que as impede de refletir em seus quadros a diversidade da sociedade em que estão inseridas.

Afirmou ainda que diversidade traz lucro. “As instituições não têm a medida do lugar dos negros enquanto cidadãos que utilizam os seus produtos e os seus serviços.”

A outra nova colunista de Mercado à quintas será a economista Solange Srour, que estreia no dia 7 de novembro. Anteriormente, trabalhou no Banco BBM, na Nobel Asset e no BNY Mellon Asset.

Foi professora do Departamento de Economia da PUC-Rio e já recebeu os prêmios BNDES de Economia (2002) e Brasil de Economia, concedido pelo Conselho Federal de Economia (2003).

Solange afirma que pretende abordar em suas colunas a necessidade de o Brasil continuar a avançar em uma agenda liberalizante, com foco no aumento da produtividade. Também quer trazer uma visão sobre como essas mudanças estão inseridas em um contexto mundial de reformas estruturais em várias economias.

“As pessoas olham muito aqui para dentro, mas, muitas vezes, o que determina o rumo e o sucesso das reformas é o ambiente internacional. E há reformas estruturais que precisam ser feitas não só no Brasil, mas no mundo inteiro”, afirma.

Laura Carvalho deixa o espaço das quintas-feiras, mas seguirá colaborando no jornal com artigos.

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