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Empresário Gabriel Kanner estreia coluna na Folha

Textos serão publicados todas as quintas-feiras na versão online de Mercado

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São Paulo

O empresário Gabriel Kanner, 31, estreia nesta quinta (27) uma coluna semanal na Folha.

Formado em relações internacionais pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Kanner preside o grupo Brasil 200, que ele define como um "instituto de mobilização empresarial".

O grupo reúne mais de 300 empresários e foi presença ativa durante as negociações da reforma da Previdência. Desde 2019, o foco do grupo é a reforma tributária —Kanner é um dos defensores da volta da CPMF.

"Em todas as pautas que a gente acredita que vão fazer o Brasil crescer, prosperar, gerar empregos, nós atuamos. Na comunicação e nesse corpo a corpo em Brasília, que é fundamental", diz Kanner.

Sobrinho de Flávio Rocha, dono da Riachuelo —onde foi executivo—, Kanner possui experiência no setor de varejo de vestuário e no mercado de shoppings. Ele também tem uma passagem pela política: em 2018, concorreu à Câmara dos Deputados pelo PRB e teve mais de 27 mil votos, mas não foi eleito.

A coluna será publicada às quintas semanalmente na versão online da editoria Mercado.

Gabriel Kanner, 31, novo colunista de Mercado - Zanone Fraissat/Folhapress

Na coluna, o leitor vai encontrar temas políticos e econômicos de um ponto de vista liberal. "A gente só precisa dar as condições corretas para que o Brasil possa entrar em um ciclo de crescimento", defende.

Kanner diz que começou a sua formação como um liberal e, ao longo do tempo, tornou-se também conservador. "Quero trazer uma leitura do cenário político com um foco conservador, baseado na defesa das tradições e da família", diz. O empresário é um entusiasta do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Neste momento de pandemia, o grupo Brasil 200 também tem se envolvido em ações sociais. A última delas foi uma arrecadação de R$ 1 milhão, que serão convertidos em cestas básicas para famílias brasileiras.

Kanner vê a máscara e o distanciamento como medidas primordiais para conter a propagação do coronavírus, mas não defende o fechamento da economia, ainda que exista a possibilidade de uma terceira onda de contágios no país.

"A gente precisa manter os protocolos de segurança antes de conseguir essa vacinação em massa. Com máscara, distanciamento, álcool em gel, mas, ao mesmo tempo, permitindo o funcionamento da economia", diz.

"A resposta vai ser a vacina", afirma Kanner, que vê problemas na lentidão da negociação das doses pelo Brasil, mas aponta erros fora do país, como a falta de transparência do governo chinês no início de 2020.

"O auxílio emergencial deu um apoio muito necessário para a população mais pobre, mas isso não é sustentável a médio ou longo prazo", diz.

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