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USP lança curso para quem quer criar startup

Grupos de até cinco alunos terão seis meses para desenvolver ideia de negócio

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São Paulo

Alunos de diferentes cursos e unidades da Universidade de São Paulo começam neste mês a testar suas ideias de negócios no novo curso "Como Criar Uma Startup".

A iniciativa, da Pró-Reitoria de graduação, conta com cerca de 500 inscritos. A expectativa inicial era de até 300 interessados, mas e a quantidade de vagas foi ampliada, segundo a professora Geciane Porto, vice-coordenadora da Agência USP de Inovação e uma das responsáveis pelo curso.

Até agora, foram recebidas 465 inscrições de alunos de graduação da universidade. Interessados em participar da disciplina como aluno especial pode se inscrever até sexta-feira (6) pela plataforma Jupiterweb.

Porto explica que os alunos serão divididos em grupos de até cinco pessoas para que desenvolvam, durante seis meses, uma startup. Estudantes de diferentes cursos podem trabalhar juntos para adicionar conhecimentos complementares às empresas.

Praça do Relógio, vazia
Praça do Relógio, no campus da USP, em São Paulo - Adriano Vizoni - 26.mar.21/Folhapress

Serão duas aulas semanais. Além disso, os estudantes terão um volume grande de atividades para fazer por conta própria, incluindo a realização de pesquisas de mercado, análise de concorrentes e teste de ideias.

As aulas, ministradas por professores de diferentes escolas da USP, acontecerão online. Parte do conteúdo será gravado. Também haverá atividades ao vivo com alunos de doutorado e executivos que oferecerão consultoria aos grupos.

Ao final, haverá apresentação presencial das startups desenvolvidas para investidores, gestores de incubadoras e executivos.

Porto diz que é possível que alunos criem projetos apenas para a sala de aula, sem a intenção de levá-los ao mercado, com o objetivo de aprender sobre empreendedorismo. Mas ela afirma esperar que parte das ideias desenvolvidas evolua e seja levada a incubadoras de negócios ligadas à USP, como o Cietec ou a Esalqtec.

Porto afirma que está crescendo o interesse de alunos por ter sua empresas e criar coisas novas. Segundo a professora, é importante que o conhecimento necessário para isso não seja disseminado apenas nos cursos das áreas de administração e negócios.

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