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09/08/2010 - 16h36

Vendas de porta em porta crescem mais de 21% no 1º semestre

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DE SÃO PAULO

O setor de vendas diretas, aquelas feitas de porta em porta, se mantém em alta. No primeiro semestre de 2010, com um volume de negócios de R$ 11,8 bilhões, a atividade registrou expansão de 21,2% sobre o mesmo período do ano anterior.

Descontada a inflação do período, o crescimento real obtido foi de 16,4%. Os dados são da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).

Para Paulo Quaglia, presidente da ABEVD, o desempenho anunciado é a confirmação das virtudes do setor. "Os números superaram nossas expectativas e o setor vem se destacando a cada ano. O número de revendedores cadastrados continua aumentando, o que demonstra que o interesse das pessoas pela atividade está em alta. E isso já começa a refletir no faturamento do setor", analisa.

O contingente de revendedores ativos também cresceu na mesma comparação. No primeiro semestre de 2010, cerca de 2,631 milhões de revendedores exerceram vendas pelo canal, ou 16,7% mais que há um ano.

O mercado brasileiro de vendas diretas fechou o ano de 2009 com um crescimento de 18,4% sobre o ano anterior, movimentando um volume de R$ 21,8 bilhões.

A atividade de vendas diretas é composta, em 88%, pela categoria de cuidados pessoais, 6% de suplementos nutricionais, 5% de cuidados do lar e 1% de serviços e outros.

Apesar de as vendas serem popularmente conhecidas como "de porta em porta", a ABEVD não aprova o uso do termo por entender que isso pode confundir a atividade com outras que envolvem mercadorias de origem desconhecida.

Atualmente a associação conta com 46 associadas, sendo 26 empresas de Vendas Diretas, 11 consultores e 9 fornecedores.

 

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