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13/08/2012 - 14h26

Egito acusa canal de TV e jornal de injúria contra presidente

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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A Procuradoria-Geral do Egito anunciou nesta segunda-feira que acusará o dono de um canal de televisão e o redator-chefe de um jornal de injúrias contra o presidente Mohammed Mursi. Os dois são acusados de incitar a morte do mandatário e publicar informações falsas.

De acordo com os promotores, Tewfik Okasha, proprietário da rede de televisão "Al Farain", é acusado de ter "incitado o assassinato" do presidente islamita. Já Islam Afifi, redator-chefe do jornal "Al Dostur", será processado por publicar "informações falsas" prejudiciais para o chefe de Estado.

Os dois terão que prestar esclarecimentos no Tribunal Penal do Cairo, onde serão julgados. No domingo (12), a Procuradoria anunciou que havia incluído ambos na lista das pessoas proibidas de viajar.

Na semana passada, os dois meios tiveram sua publicação impedida pelo governo. A "Al Farain" teve suas transmissões suspensas por um mês, que poderá culminar em seu fechamento caso seu dono seja considerado culpado. No sábado (11), a Justiça ordenou a apreensão de exemplares do "Al Dostur".

Na última quinta (9), três diários independentes publicaram espaços em branco no lugar de seus editoriais para denunciar o que consideram uma tentativa de controlar os meios de comunicação por parte da Irmandade Muçulmana.

As ações contra os meios foram feitas pela entidade, da qual faz parte o Partido Liberdade e Justiça, que foi comandado pelo atual presidente antes da eleição de maio.

 

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