Descrição de chapéu Venezuela

Estados Unidos retiram parte dos diplomatas que atuam na Venezuela

Ditador Nicolás Maduro expulsou funcionários, mas EUA prometem manter embaixada

Fachada da embaixada dos EUA em Caracas - Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Washington | AFP

O governo dos Estados Unidos ordenou nesta quinta (24) que seus funcionários diplomáticos "não-essenciais" deixem a Venezuela

O Departamento de Estado dos EUA não acatou a expulsão completa dos diplomatas do país, ordenada pelo ditador Nicolás Maduro, mas emitiu um "alerta de segurança", que pede aos cidadãos norte-americanos que "considerem seriamente" deixar a Venezuela.

O governo dos EUA não informou quantos funcionários seguem na Venezuela.

"Tomamos essa decisão com base em nossa avaliação atual da situação de segurança na Venezuela", disse um porta-voz, observando que Washington não tinha intenção de "fechar" sua embaixada em Caracas.

Na quarta (23), Maduro rompeu relações com Washington e deu prazo de 72 horas para que os diplomatas dos EUA deixassem o país. 

A decisão de Maduro veio após o presidente dos EUA, Donald Trump, dar apoio ao opositor Juan Guaidó, que se autodeclarou presidente encarregado da Venezuela. Trump classificou o ditador como "ilegítimo".

O secretário de Estado, Mike Pompeo, disse que Maduro não tinha "autoridade legal" para tomar essa decisão e que o ditador é responsável pela segurança dos funcionários dos EUA. 

"Não há maior prioridade para o Departamento de Estado do que manter seguras todas as pessoas de nossas missões", disse Pompeo. 

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