Leitores parabenizam Folha pela campanha pela democracia

Slogan 'Um jornal a serviço da democracia' é adotado até as eleições de 2022

#UseAmarelo pela Democracia

A Primeira Página da Folha valeu pelos mais de 40 anos nos quais me acostumei a fazer dela uma leitura diária obrigatória. O editorial "Democracia, nunca menos" mostra não só vigor na decisão de defender a democracia, mas também a humildade de reconhecer que errou ao apoiar o golpe militar no primeiro momento. A Folha mais uma vez se agiganta. Parabéns por adotar o slogan "Um jornal a serviço da democracia" até as eleições de 2022. Somente reforça a convicção de que não dá para não ler a Folha.

José Elias Aiex Neto (Foz do Iguaçu, PR)

Parabéns e obrigado Folha por seu engajamento na defesa da nossa democracia. Cabe agora a todos nós a tarefa de colocar a democracia a serviço da redução das nossas desigualdades para que seja ainda mais valorizada e preservada.

Oded Grajew (São Paulo, SP)

Comício pelas Diretas Já na praça da Sé, em São Paulo - Jorge Araújo - 16.abr.84/Folhapress

Para parte da população, democracia é respeito à Constituição e às instituições. Já a ultradireita vê a "democracia" como o combate aos "comunistas", mesmo que isso implique o fechamento do Congresso e do STF e militares no poder. Os setores mais progressistas entendem que, além de respeitar a Constituição e preservar as instituições, é preciso o combate efetivo às desigualdades sociais e a todas as formas de discriminação. Qual democracia defendemos?

Zoraide Inês Faustinoni da Silva (São Paulo, SP)

A Folha, mais uma vez, cumpre o seu papel de órgão de informação leal à defesa dos interesses coletivos. Opta pelos fatos, não pelas versões. E diante deles, alerta para que tempos sombrios não aconteçam de novo. Imprensa existe para governados, não para governantes.

Ricardo Viveiros, jornalista e escritor (São Paulo, SP)

Patética essa tentativa da Folha de reeditar (como farsa, talvez) a campanha das Diretas contra uma imaginária ditadura Bolsonaro. E isso num momento em que os maiores ataques à democracia e às liberdades vêm de um STF que se transformou num tribunal de exceção, com seu inquérito inquérito ilegal, que viola os princípios do juiz natural e do devido processo legal, intimida e prende críticos, inclusive jornalistas, tudo com a conivência cínica e covarde da Folha e de outros veículos da grande mídia. Quanta hipocrisia.

Jorge Alberto de Oliveira Marum (Piedade, SP)

Elogiável o trabalho editorial acerca do legado da ditadura militar. Merece atenção, em especial, o artigo de Fernanda Mena "Regime impregnou polícia com valores e métodos repressivos". Faltou dizer que tais métodos também invadiram parte do pensamento e atuação das instituições judiciárias, como o ministério público e a magistratura da época, com ainda forte herança atual.

Oscar Mellim Filho (Campinas, SP)

Arrojada, necessária, imprescindível, apenas alguns adjetivos à desabrida posição da Folha em defesa da democracia em nosso país. Fábio Zanini, Bruno Boghosian, Igor Gielow, Laura Mattos, Fernanda Mena, Elio Gaspari, entre outros, avivam a memória dos brasileiros dos tempos da terrível ditadura no Brasil. Parabéns, Folha. Não é à toa que a Folha cresce cada vez mais, preponderantemente quando mais se precisa que cresça.

Gésner Batista (Rio Claro, SP)

O caderno "O que foi a ditadura" e o curso online sobre o mesmo assunto são históricos e fazem muito bem ao nosso país. Parabéns, Folha, pela brilhante iniciativa.

Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (São Paulo, SP)

O jornalista e escritor Oscar Pilagallo, responsável pelo curso de quatro aulas sobre a ditadura - Fabio Braga/Folhapress

Ministério da Educação

De início, tivemos um ministro da Educação tão insignificante cujo nome não foi possível guardar; em seguida, um "çábio"; por último, um plagiário. Era só o que faltava.

Erasmo Valladão, professor associado de direito comercial da Faculdade de Direito da USP


Ombusdman

Gosto muito da Flavia Lima, mas mandou muito mal em "Debochada ou homofóbica". Tratou de passar pano na abordagem equivocada a respeito do secretário da Cultura. Colocou a questão pessoal acima de fatos ou ideias. Em resumo, a matéria se justifica pelo presunção de isenção do jornal e culpa do governo. Faltou imperativo categórico: seria apropriada se o jornal fosse X e o governante, Y?

Mauricio Molan (São Paulo, SP)

Imagem mostra o ator Mário Frias em ensaio sensual do extinto site Paparazzo
Reprodução

Pelo visto a foto foi um tiro certeiro, ambivalência, fala-se e não fala, diz tudo e nada.

Antônio João da Silva (Brasília, DF)


Websuruba

Lamentável. Na contramão da luta contra a pornografia e para o bem da moral e dos bons costumes, a Folha publicou o depoimento do sr. Angelo Dias, apoiando, aplaudindo e descrevendo detalhes a participação em um bacanal transmitido online ("Websuruba diverte quem mostra e quem vê"). Realmente lamentável.

Rodolpho Vilhena de Moraes (São José dos Campos, SP)


Colunistas

Em tempos do cólera, ler José Simão é um respiro gostoso. Ri muito com a "gafanhotagem" de que fala, a real e a metafórica ("Ueba! Roteirista do Brasil renuncia!"). Minha cidade, linda, segundo melhor clima do mundo, não merece personagens tão indecentes justo quando completa 355 anos.

Mariza Bacci Zago (Atibaia, SP)

Ilustração de homem colorido vomitando

Quase metade da coluna Mônica Bergamo é ocupada com fotos que "celebridades" postam no Instagram. Qual o ganho do leitor? Qual a utilidade? Cobre falta de assunto?

Renato Claudio Pucci (São Paulo, SP)


Acusado de agressão

É sério que a Folha está dando palco para agressor de esposa se defender ("'A arte me salvou', afirma cantor Victor Chaves sobre denúncia de ex-mulher")? Sempre engraçado ver quantas chances são dadas aos homens (sempre brancos, claro) que erram. Patético.

Patrícia Pinto (São Paulo, SP)

O cantor Victor Chaves rompe o silêncio após três anos da acusação de ter agredido a ex-mulher, Poliana Bagatini - Eliane Trindade/Folhapress

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