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'Decisão de Barbosa foi correta, país não precisa de um juiz', diz leitor

Ministro aposentado do Supremo anunciou que não se candidatará à Presidência

O ministro aposentado do Supremo Joaquim Barbosa após reunião com representantes do PSB, em Brasília, em abril deste ano
O ministro aposentado do Supremo Joaquim Barbosa após reunião com representantes do PSB, em Brasília, em abril deste ano - Pedro Ladeira/Folhapress

Decisão de Barbosa

O ministro aposentado Joaquim Barbosa jamais teria o meu voto para a Presidência. Mas reconheço que a sua presença abrilhantaria —e muito — o Senado Federal.

Milton Córdova Júnior (Vicente Pires, DF)

 

A decisão de Barbosa foi correta. Ele já deu a sua contribuição ao país, que não precisa de um juiz, precisa de um presidente. Só isso. Mas, infelizmente, ainda não há nada parecido no mercado.

Edison Luciano (Rio Claro, SP)

 

O perfil de Barbosa é de senador. Lá no Senado ele faria a diferença.

Luis Antonio Fernandes de Oliveira (Ilha Solteira, SP)

 

Em face da imensa crise de honestidade na política, penso que foi o país que perdeu. Infelizmente, o ministro aposentado deixou diversas “viúvas” desamparadas e mais próximas, talvez, de um “salvador da pátria” que possa aparecer.

Carlos Eduardo Salles (Santos, SP)


Alianças

Parece que a candidatura de Ciro Gomes está com bastante elasticidade ideológica. Cogitam-se alianças do DEM ao PSOL. Acaba perdendo a identidade e a força.

João Jaime de C. Almeida Filho (São Paulo, SP) 

 

As alianças sempre serão importantes para governar. Se forem feitas antes, devem deixar claro qual o programa de governo que será eleito com o Ciro. Não tendo o MDB no grupo, qualquer aliança é válida.

Rodrigo Ribeiro (São Paulo, SP)


Experiência

O leitor Marcos Fernando Dauner tem razão ao defender que candidatos a presidente deveriam ter experiência em cargos executivos. 

Jope Louis (São Paulo, SP)


Meritocracia

Vejo pessoas de direita e de esquerda debaterem a existência ou não de meritocracia como se esta fosse uma questão ideológica (“Qual meritocracia?”, de Joel Pinheiro da Fonseca). Vejo a meritocracia como uma ferramenta de gestão que pode ser aplicada em departamentos de empresas privadas e estatais e até na vida pessoal ou na educação dos filhos.

Leiser Franco de Moraes Filho (Goiânia, GO)


Foro privilegiado

Ótimo, o texto deveria servir de base para os legisladores, que, em última instância, serão aqueles que deverão modificar a atual legislação, claramente imperfeita (“Foro especial, um contraponto”, de Reis Friede). Há um elemento fundamental, não abordado no texto, que é o fato de as cortes superiores, notadamente o Supremo, não possuírem estrutura para atuar como tribunal penal, além da existência da gangorra jurisdicional que move processos entre diversas instâncias com base na mudança do cargo do réu.

Marcos Aurélio Almeida (São Paulo, SP)


Elevado fechado mais cedo 

O Minhocão, em São Paulo, não tem de virar parque. Ele tem que ser demolido e construída uma nova Amaral Gurgel, devidamente urbanizada.

Lorenzo Frigerio (Vargem Grande Paulista, SP)


Marx

João Pereira Coutinho escreve em seu artigo que “o proletariado de Marx só existiu na imaginação dele”. Talvez tenhamos que analisar o período em que Karl Marx viveu, ou seja, o século 19. Século em que pessoas, entre as quais crianças, trabalhavam 12 horas por dia, sem os direitos e as “regalias” que a classe trabalhadora do século seguinte conquistaria por meio de greves e de acordos com a classe empresarial.

Luis Coutinho (Valinhos, SP)


Igreja Martin Luther

Pouco ou nada foi falado sobre a igreja luterana que foi destruída com o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no centro paulistano. O colapso do prédio foi uma tragédia anunciada. A igreja, tombada pelo patrimônio histórico, era referência da cultura alemã no Brasil. A omissão do governo resultou em perdas incalculáveis não só para os moradores (invasores) do prédio, mas para os cristãos e cidadãos de todo o país.

Denis Schaefer (São Paulo, SP)


Charge

Insensível a charge de João Montanaro da última segunda-feira (7). Quantos dos que voltaram a morar nas ruas e dos que se sensibilizaram com a tragédia acharam graça? 

Sergio Aparecido Nardelli (São Paulo, SP)


Formadores de opinião

Meus cumprimentos à Vera Iaconelli pelo texto “Desabamento moral”. Finalmente, uma psicanalista preocupada com a pobreza extrema e a desigualdade que assola este país.

Zelmo Denari (Presidente Prudente, SP)


Joelsa Gonçalves Araújo no edifício Rajada, em Salvador
Joelsa Gonçalves Araújo no edifício Rajada, em Salvador - Raul Spinassé/Folhapress

Primeira Página

Emblemática a foto da Primeira Página da Folha da última segunda (7) com detalhes da instalação elétrica de um casarão ocupado em Salvador. Só mesmo por obra do Senhor do Bonfim não há incêndio por sobreaquecimento ou curto-circuito. Além dele, não existe ninguém responsável para, pelo menos, reparar aquele absurdo?

Marcio Macedo (Belo Horizonte, MG)


Obras

Não é verdade (“Nem a metade dos projetos de concessão de Temer saiu do papel”). O governo (PPI) qualificou 175 projetos e concluiu 74. Os demais saíram do papel e seguem o rito: elaboração dos estudos, consultas públicas, incorporação de contribuições, análises do TCU, editais e realização dos leilões. O fato de os projetos estarem passando por essas etapas não permite afirmar que eles não saíram do papel, expressão gramatical que leva o leitor a pensar que eles estão parados. O governo terá cem projetos leiloados até junho e poderá concluir todos em 2018.

Henry Wender, assessor de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência


Limpeza em São Paulo

Sobre a reportagem “Gestão tucana afrouxa fiscalização de contrato bilionário de limpeza em SP” , a Amlurb ressalta que a fiscalização foi aprimorada. Em 2018, foram 3.271 boletins de fiscalização, grande parte pelo sistema Flip, lançado em março. Em 2017, foram 2.461 BFs. Além disso, foram feitas 7.311 vistorias neste ano —dado coletado graças ao Flip. As multas também cresceram. Em 2016, a Soma recebeu 17 multas, contra 520 em 2017. Já a Inova recebeu 610 em 2016, contra 3.888 em 2017.

Edson Tomaz de Lima Filho, presidente da Amlurb


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