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'Entendo que ninguém deve ter foro especial', afirma leitor

Ministro Dias Toffoli, do STF, propôs a ampliação da restrição ao foro especial

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, durante sessão na corte
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, durante sessão na corte - Pedro Ladeira/Folhapress

Foro privilegiado

Concordo com o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), e vou mais longe: entendo que ninguém deve ter foro especial. Das autoridades, espera-se que tenham ética e discernimento para não cometer nenhum tipo de crime.

Edgar Candido Ferreira Ferreira, professor universitário (Marília, SP)

 

A ação do ministro merece aplauso, mesmo porque acreditar que o Congresso seja capaz de legislar sobre o tema equivale a acreditar em duendes e pote de ouro no final do arco-íris.


André Ricardo Oliveira Nogueira (São Paulo, SP)

 

Gostemos ou não do foro privilegiado, fato é que a alteração interpretativa abrupta, tal qual levada a efeito pelo STF, leva à insegurança jurídica. Não bastassem as dúvidas acerca do procedimento a ser adotado a partir de agora, a própria razão de ser do foro privilegiado não deixa calar questões como a fragilização da independência dos poderes.

Marcelo Reggiani (São Paulo, SP)


Ciro Gomes

O pré-candidato do PDT é o melhor entre todos os que se apresentaram por causa de sua experiência política e inteligência e por ter o nome limpo. Defeitos? Todos temos e ele não seria diferente. O problema é que as pessoas querem um santo para presidente e isso não existe (“Ciro paz-e-guerra”, de Roberto Dias).

Nilson B. Maciel (Quixelô, CE)

 

O Ciro Gomes tem um temperamento difícil, ou seja, ele não tem equilíbrio emocional. 

João Lima (Fortaleza, CE)


Lula

O culto ao líder, todos sabem, é danoso àqueles que o praticam. As lideranças do PT, parece, ainda não despertaram para o fato de que o carisma de Lula foi afetado pelos desdobramentos da Lava Jato. Qualquer pessoa com juízo mínimo não embarca na canoa furada de que o aludido dirigente é uma ideia encravada nos corações e nas mentes do povo. É hora de os dirigentes petistas acordarem do sonho de Alice, tornando exequível o plano B antes que seja tarde (“O inverno de Lula”, de Bruno Boghossian).

Paulo Watrin (Belém, PA)

 

Seria saudável para a democracia que Lula pudesse concorrer nas eleições e, sendo enfim derrotado, o “mito” estaria desfeito para sempre (“Turma do STF rejeita pedido para libertar Lula”).

Sebastião Magalhães (Marília, SP)


Congresso

Parabéns a Eduardo Oinegue, seu trabalho é muito interessante —e desanimador. O problema não é se o candidato é novo ou velho, mas se suas práticas são novas ou viciadas (“Renovação no Congresso Nacional? Esqueça”).

Eliseu Rosendo N. Viciana (São Paulo, SP)


Cachorro na lagoa

Benett foi muito feliz na charge “O cachorrinho do Jaburu”. Penso que o animal estava querendo sumir do palácio e quem o salvou desconhece que o animal sabe nadar. Uma das melhores charges da Folha de todos os tempos.

Neli Aparecida de Faria (São Paulo, SP)


Documento secreto

Como foi dito no texto sobre a participação de Ernesto Geisel em uma política de “execuções sumárias” na ditadura, não consta do documento qual foi a fonte das informações ali contidas. Em minha humilde opinião, se não há como comprovar as afirmações, elas não devem ser levadas a sério. No mais, cada um acredita no que quiser.

Antonio Vieira de Araujo Sobrinho (Rio de Janeiro, RJ)

 

E muitos ainda apoiam a ideia de um militar para a Presidência da República. 

Carlos Eduardo dos Santos Balasteghin (Ribeirão Preto, SP)


Trump e o Irã

Tempos sombrios desenhados no horizonte político depois de Donald Trump anunciar a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear que havia sido firmado com o Irã. Será que a espécie humana sobreviverá à petulância, à ignorância e ao complexo de inferioridade intelectual do presidente até o fim do mandato dele? 

João Carmo Vendramim (Campinas, SP)

 

Pode-se gostar ou não de Donald Trump (eu pessoalmente não gosto), mas ele não fez o que a Dilma Rousseff fez —dizer uma coisa antes das eleições e fazer o contrário após ser eleita. Ele está fazendo o que prometeu na campanha e, portanto, se há alguém que deve ser criticado, não é ele, mas sim quem o elegeu.

Alex Strum (São Paulo, SP)


Supremo

O debate promovido pela Folha e pela FGV mostrou a grande disfuncionalidade reinante no STF, que tantos males causa ao país (“Supremo deve focar seu papel constitucional, dizem debatedores”). Os mais graves problemas seriam facilmente solucionáveis se a corte fosse constituída por ministros menos interessados na preservação do poder desmesurado dessa corporação e na manutenção da espúria faculdade que cada ministro tem de fazer e desfazer o que bem entender. Falta-nos um Supremo de ministros com espírito público, que compreenda a grave situação do país.

Agostinho Sebastião Spínola (São Paulo, SP)


Setor bancário

Texto árido, técnico, em que o autor, acadêmico, utiliza termos como “elasticidade”, por exemplo, sem apresentar o que significam. E encerra abruptamente. Razoável para quem está familiarizado com o assunto, mas ruim para um público mais amplo (“A eficiência do setor bancário”, de José Maria Alves da Silva).

Felipe Castro (Belo Horizonte, MG)


Investigação contra ex-reitor

Vergonhoso o trabalho de investigação da Polícia Federal sobre o caso de Luiz Carlos Cancellier de Olivo, ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. É preciso muita incompetência para preencher mais de 800 páginas sem apontar nem uma prova sequer. Que o Ministério Público Federal corrija essa injustiça.

Márcia Meireles (São Paulo, SP)

 

Sou defensor das ações da Polícia Federal, mas, no caso que envolve o ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, acho que pisaram feio na bola. Cadê as provas, PF, por favor? A sociedade exige.

Antonio Luis (Curitiba, PR)


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