Descrição de chapéu

'Donald Trump é como o menino mimado que é dono da bola', critica leitor

Estados Unidos decidiram se retirar do conselho de direitos humanos das Nações Unidas

Imigração 

Donald Trump é como o menino mimado que é dono da bola. Se as regras não forem as que ele quer e se ele não puder mandar no time, ele volta para casa com a bola debaixo dos braços. Os outros meninos ficam na rua e vacilam entre chamá-lo novamente e aceitar suas condições ou jogar outro jogo (“EUA deixam órgão de direitos humanos da ONU”). Em tempo: que nome dar à manutenção de crianças imigrantes aprisionadas em “jaulas” e separadas de seus pais? Em quais países acontece isso?

Diogo Marciano (São Paulo, SP)

 

As fotos de crianças imigrantes presas em “gaiolas” nos EUA causam horror a todos que têm um mínimo de sentimento e respeito ao ser humano. Custa acreditar que a maior potência do mundo se utilize de métodos tão cruéis e bárbaros para resolver sua política de imigração.

Gilcéria Oliveira (São Paulo, SP)

 

Acredito que os criminosos são os pais das crianças, pois eles põem as vidas dos filhos em risco. Eles sabem que lá a lei tem de ser cumprida. Se querem se arriscar para ter uma vida melhor, devem ir sozinhos e não arriscar as vidas de seus filhos.

João Leite (Osasco, SP)


Maconha no Canadá

Países como o Canadá são desenvolvidos por entenderem que a vontade do Estado não se sobressai à de uma nação (“Uso recreativo de maconha será legal no Canadá”). Parabéns ao país e ao primeiro-ministro Justin Trudeau por ter fumado umas “cinco ou seis vezes”.

Anderson S. de Souza (João Pessoa, PB)


Copa do Mundo

Foi com satisfação que li a coluna de Joel Pinheiro da Fonseca (“É permitido torcer?"). A vigília hipócrita do politicamente correto, moda em nossa sociedade, ao menos nestes dias de Copa está relegada à reserva.

Eduardo Duxa Oliveira (Sertãozinho, SP)


Vídeo com insulto

Lamentável. Viajar é enriquecer e ser enriquecido pelo contato cultural. Só gente de mau senso para desperdiçar o respeito e a interação (“Brasileiro se diz arrependido por vídeo com insulto machista a russa”).

José Arturo Miranda Batalha (Araucária, PR)

 

Não foi brincadeira de mau gosto, foi uma estupidez grosseira, típica da falta de educação do nosso povo. Lamentável querer justificar o injustificável.

Geraldo de Carvalho (São Paulo, SP)


Crítica

Confesso que não gosto da atual fase da Folha. Todas as reportagens são muito extensas. Elas deveriam responder apenas a questões básicas. Está parecendo mais a revista Piauí. Os artigos são longos, com currículo do autor —doutor, mestre—, o que é dispensável a meu ver. Veja a edição da última segunda-feira (16). Quem vai ler na totalidade os textos sobre a Lei Seca (“Lei Seca completa 10 anos sob temor de relaxamento e pedidos por rigor”), a garota morta (“Garota morta pode ter sido vítima de vingança”) e a cerimônia do chá (“Secular, ritual rígido para servir chá é ensinado por japoneses a brasileiros”)?

Shigueyuki Yoshikukuni (Lins, SP)


Presidente do PT

Agora que a senadora Gleisi Hoffmann e o seu marido, Paulo Bernardo, foram inocentados das acusações (“Turma do STF absolve Gleisi e Paulo Bernardo em processos na Lava Jato”), como ficam seus nomes e reputações? Seus inimigos e a população ficarão com a impressão de que “faltaram provas, mas onde há fumaça há fogo”. Deveria haver punição para acusações sem provas (“fake accusations”?). Não se aplica aqui a litigância de má-fé?

Carlos Brisola Marcondes (Florianópolis, SC)

 

Mesmo diante de provas contundentes, a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) —Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin e Celso de Mello— absolveu a senadora, seu marido e um empresário dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

João Carlos Gonçalves Pereira (Lins, SP)


Eleição

Uma possível aliança de Ciro Gomes com o DEM seria suicídio político para o político cearense (“Sinuca na esquerda”, de Bruno Boghossian). Se o Lula não for candidato à Presidência, a tendência é que os votos do petista migrem para o pré-candidato do PDT, mas uma aliança com a direita, além de não trazer voto nenhum, fará com que esses votos passem a ter a tendência de migrar para a Marina Silva (Rede).

Mario Sergio Costa Vieira (Rio Pomba, MG)

 

Sabemos que o povo não tem uma consciência política crítica e aberta capaz de analisar com clareza qual candidato representa os seus interesses. A agenda política brasileira é guiada por interesses que divergem dos da grande maioria de seu povo. Ciro é uma possibilidade real e concreta de tentarmos sair deste lamaçal, mas uma aliança com os democratas seria o pior caminho, pois representaria a perda de votos, inclusive o meu.

Gino Ribas Meneghitti (Leopoldina, MG)

 

O brasileiro só escolhe presidente que lhe dá algum benefício de interesse pessoal. Nunca pensa na coletividade. No atual contexto, depois que elegeram e reelegeram a despreparada Dilma Rousseff (PT), que destruiu o país, qualquer um pode ser presidente. O Henrique Meirelles (MDB) é renovação, mas não prometeu nenhuma Bolsa Família, aí o povão descarta (“Empresários pressionam Meirelles a desistir”). 

Jair Pereira (Brasília, DF)


Ciro Gomes e Fernando Holiday

Antes de desferir ofensas para quem não pensa dentro da sua caixinha, Ciro Gomes (PDT) deveria sopesar o histórico do vereador Fernando Holiday (DEM-SP), que tem planos para o futuro do nosso país e que, em vez de percorrer o caminho fácil da vitimização e do rancor, postula ideias surpreendentes, como a oposição a cotas raciais. Na verdade, não é Holiday que merece o adjetivo injusto de “capitãozinho do mato”, mas, sim, Ciro que merece o de “coronel” ao ignorar a pluralidade de ideias (“Ciro chama vereador negro de SP de ‘capitãozinho do mato’”).

Airton Reis Júnior (São Paulo, SP)


PARTICIPAÇÃO

Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor@grupofolha.com.br.

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.