Descrição de chapéu Opinião

'Faz parte da ética prisional afirmar inocência', diz leitor sobre fala de Lula

Em depoimento à Justiça, ex-presidente afirmou que país vive um momento de 'denuncismo'

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante depoimento na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante depoimento na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso - Reprodução

Lula e o denuncismo

A população carcerária condenada sempre afirma inocência, apesar de haver sido deferido o devido processo legal e a ampla defesa. Faz parte da “ética” prisional manifestar-se dessa forma. Assim, a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou-se adequada à sua atual condição.

Tabajara Novazzi, advogado (São Paulo, SP)

 

Onde Lula aparece é este sucesso: leva um juiz a quebrar o protocolo e se referir à história extraordinária dele. Pena que o Brasil atravesse um período estranho e se recuse a olhar o eterno presidente Lula com o respeito que ele merece.

Jane Medeiros (Rio de Janeiro, RJ)


Pré-candidatura de Alckmin

Ainda é cedo para se basear apenas em pesquisas, logo a campanha tomará forma (“Cobrança sobre Alckmin em jantar expõe tensão tucana com campanha”). 

Jander Silva (São Paulo, SP)

 

Trata-se de um bom candidato, sem dúvida. No entanto, o nome de Alckmin hoje representa um passado, ultrapassado pelo tempo, que não tem mais competitividade.

Paulo Sergio Ribeiro Varejão (Jaboatão dos Guararapes, PE)


Preço dos combustíveis

Alexandre Schwartsman, parabéns pelo artigo mais do que oportuno. Um verdadeiro oásis no meio de um deserto de bobagens. Aqui no Brasil é recorrente a presunção de opinar com a certeza de quem conhece tudo sobre o assunto, mas logo se vê que não sabe nada.

Demosthenes Salomão Sobrinho (Rio de Janeiro, RJ)

 

O que Schwartsman explicou é claro e cristalino. O problema é que a Petrobras não é uma empresa privada. Temos, então, que definir o seu papel. Ou a estatizamos para que cumpra o papel de fornecer derivados de petróleo a preços menores para o mercado interno, ou decidimos que continuará como semiestatal e nos dará retorno com impostos e dividendos.

José Padilha Siqueira Neto (São Paulo, SP)

 

Alinhar os preços com o mercado internacional é a atitude mais coerente sob o aspecto econômico e financeiro. Entretanto, até que ponto esse alinhamento deve ser feito sem comprometer a economia de uma nação do porte do Brasil? É melhor manter os preços alinhados e sacrificar o transporte rodoviário, que movimenta tudo neste país? Que nação consegue ser competitiva se não houver o mínimo de equilíbrio entre os seus setores?

Filipe Rodrigues Fonseca (Linhares, ES)


Paralisação dos caminhoneiros

Eu não votaria em Michel Temer, ainda que fosse candidato único. Mas sou obrigado a admitir que ele, praticamente só, visto que as forças tradicionais se omitiram, conduziu o país, se não a um porto seguro, ao menos a um banco de areia.  

Marcio Macedo (Belo Horizonte, MG)


Orçamento

Fazendo um levantamento de todas as mordomias que são pagas pelo Brasil afora a funcionários públicos e deixando-os só com os benefícios que nós, pobres trabalhadores mortais, recebemos, já não daria para juntar uma verba considerável para o governo?

Cristina Reggiani (Santana de Parnaíba, SP)


Bolsas para indígenas

Faltam-me palavras para desclassificar o gesto de Temer e seu desgoverno, que cortou bolsas de ajuda para moradia, alimentação e material escolar no valor de R$ 900 para um número de estudantes indígenas e quilombolas que pode chegar a 5.000 até o final do ano (“Temer corta bolsa de indígenas e quilombolas”). É tudo o que queríamos saber nesta semana em que é divulgado o Atlas da Violência 2018, com os números horrorosos que mostram como estamos matando o futuro do nosso país.

Dorivaldo Salles de Oliveira (São Paulo, SP)

 

Sou professora da Universidade Federal de Minas Gerais. A entrada desses grupos na universidade é uma conquista. É uma vergonha que estejamos fazendo a opção de pagar auxílio-moradia a juízes e a de cortar R$ 900 para a construção de um projeto de futuro para esses jovens. São excelentes alunos, curiosos, investidos de seu papel social e com sólido compromisso com suas comunidades. Vergonha do meu país e de quem bateu panelas para que chegássemos a este ponto.

Maria Gouvea (Belo Horizonte, MG)

 

É triste como nossos políticos têm tanta dificuldade em políticas de longo prazo. Tudo ocorre pela demanda do dia ou do mês. Investimentos em educação e saúde deveriam fazer parte de acordos sólidos de longo prazo e envolvendo todos os partidos. 

Washington Feitosa (Barbacena, MG)


Despesas de presos

É absurda a aprovação em uma comissão de um projeto para fazer o preso pagar suas despesas. Uma maioria corporativista parece fazer todo o esforço possível para aprofundar as desigualdades no país. Esse tipo de medida tende a agravar ainda mais o falido sistema prisional. É triste observar, mas parece que o cavaleiro do apocalipse do Estado e da mínima ordem no país certamente sairá dos presídios, fruto de anos de políticas de segurança pública que buscam exaltações e/ou votos, não soluções.

Vinícius Lima (Brasília, DF)


Trabalho

Reuniões são essenciais para qualquer organização, desde que sejam bem planejadas e organizadas (“Trabalhos-bosta”, de João Pereira Coutinho). Uma reunião pode determinar o início ou o fim de uma carreira, pois ressalta tanto os pontos positivos quanto os negativos de uma pessoa.

Cloves Oliveira (Valinhos, SP)


Comida

O Comida agrega muito ao jornal e tenho certeza de que há interesse sobre o assunto entre os leitores. Após a surpresa das mudanças gráficas do site e do jornal impresso, essa foi, sem dúvida, mais uma grata surpresa.

Moacir Dias (São Paulo, SP)

 

Seria o retorno do Comida? Se assim for, aplaudo com fervor...

Luiz Daniel de Campos (São Paulo, SP)

 

Agradeço aos colunistas Nina Horta (“É impossível traduzir receitas que funcionem como pede o autor”)  e Marcos Nogueira (“Dia dos Namorados: bom para restaurantes, péssimo para você”), cujos textos foram uma brisa fresca em meio à chatice e à fraqueza que se instalaram na Folha depois da tão propalada reforma gráfica.

Nicole Stefanie Loghin Grosso, bióloga e tradutora (São Paulo, SP)


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