Descrição de chapéu Opinião Michel Temer

'Petróleo é uma commodity e está sujeito a flutuações de preço', diz leitor

Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha

Preço dos combustíveis

Eu vejo espaço para a União reduzir o preço dos combustíveis. Tem de reduzir os ganhos dos políticos em 50%, tirar verbas extras e exigir que realmente trabalhem oito horas diárias e cinco dias por semana, como qualquer trabalhador. É simples, é só querer (“Congresso não vê espaço para União reduzir o preço dos combustíveis”).

Adriana Alvarenga (São Paulo, SP)

 

Petróleo é uma commodity e deve ser assim tratado, ou seja, está sujeito a flutuações de preço internacional. Qualquer outra forma de tratamento produzirá distorções com reflexos graves. Que tal mexer na carga tributária?

 

Adilson Roberto Meneghelli (Porto Velho, RO)

 

Preços de petróleo e derivados devem oscilar conforme os preços internacionais. Quem opera no mercado convive com oscilações em preços e custos. E a imobilização violenta de veículos de transporte jamais deveria ser tolerada, muito menos a queima de pneus para impedir o trânsito.

Eduardo José Daros (São Paulo, SP)


Paralisação de caminhoneiros

Admitindo-se os 87% de aprovação da população brasileira à paralisação liderada pelos caminhoneiros, segundo Diumar Bueno, o povo brasileiro conquistou uma vitória de Pirro. Outra como essa e estaremos arruinados.

Claudio Bettini (Niterói, RJ)

 

Gostaria de parabenizar a Folha pela cobertura da paralisação dos caminhoneiros. As edições, sobretudo com relação à resposta do governo às criminosas chantagens do grupo, foram muito bem talhadas, com profundidade. O jornal não apelou ao populismo e expôs contradições da opinião pública, dos grupos organizados, do governo e da classe política. Em tempo: o caderno Mercado vem ganhando o protagonismo que merece, de uns tempos para cá, após anos sendo um dos pontos fracos do jornal.

Luiz Eduardo Peixoto (São Paulo, SP)


Intervenção militar

Eu me formei médico em 1975. Apesar de não ser militante político, fui privado, assim como demais universitários da minha época, de falar sobre o futuro do país. Os militares nos impediram de manifestar opinião em relação aos problemas da nação. Hoje, sinto quanto isso influenciou a nossa geração e, consequentemente, a que veio depois. A falta da prática de discussão política daquela época reflete-se nos dias atuais. Esse foi o pior legado da ditadura militar (“Quem pede intervenção militar não tem ideia do que foi a ditadura”).

José Elias Aiex Neto (Foz do Iguaçu, PR)

 

A ditadura entra na sua casa, dita o que você pode ou não fazer. E o fim do túnel não é vislumbrado em nenhum momento. E a angústia com certeza vem algum dia.

Ubaldo Souza Jr. (Araguari, MG)

 

Ditaduras são horríveis, tanto faz se é de esquerda ou de direita. Há exemplos no mundo dos dois lados para provar. Porém nos esquecemos de um sistema ainda mais perverso: o nosso, no qual partidos fazem um “toma lá dá cá”, subtraem recursos que deveriam estar em saúde, educação etc. para proveito próprio. Nem o partido do 13 resistiu à tentação.

Sônia Maria Cavalcanti de Mendonça (Uberlândia, MG)


Governo Temer

Em artigo desta segunda-feira (4), Luiz Felipe Pondé utiliza termos chulos, equivocados e descabidos para se referir ao presidente Michel Temer e à firme e responsável atuação de seu governo durante o movimento dos caminhoneiros. O governo praticou o diálogo para solucionar impasse social que poderia trazer imenso prejuízo ao povo brasileiro. Ao fim da paralisação, temos um retorno à normalidade sem nenhum ato de agressão ou violência contra os grevistas.

Márcio de Freitas, secretário especial de comunicação social da Presidência da República


Israel e palestina

Jom Tob Azulay e Gilberto Gil foram muito felizes ao relembrar que ​os países árabes rejeitaram resolução da ONU sobre a partilha da Palestina. Coube a Israel resolver essa questão difícil e delicada. Após várias tentativas de acordos de paz e devolução de terras, o povo palestino, sob uma liderança radical e terrorista, vem sofrendo as consequências. Pedir para Israel solucionar um problema que envolve muitos outros interesses políticos internacionais é desumano (“O dilema de Israel”). 

Sarita Mucinic Sarue (São Paulo, SP)

 

A popularidade e o prestígio da Folha foram conquistados no Brasil e na América Latina pela naturalidade e fidelidade à opinião pública e por refletir honestamente princípios jornalísticos. Não vejo razão para não publicar um outro ponto de vista sobre Israel e palestina. O dilema de Israel é o de não aceitar a volta de refugiados. Isso é a causa do fracasso de todas as tentativas de chegar a uma solução pacífica. Infelizmente, isso foi ignorado no artigo.

Nagib Nassar, professor emérito da UnB (Universidade de Brasília)


O tchau de Gregorio Duvivier

Junte aos abraços de desconhecidos, Gregorio Duvivier, os sorrisos de tantos leitores ao ler sua coluna. E, se o assunto acabou, a luta e o humor, não! Volte logo! 

Lucília Magalhães Oliveira, aposentada (São Paulo, SP)

 

É uma grande perda para a Folha. Gregorio oferece inteligência, questionamento, atualidade, ironia fina e humor para encarar este nosso Brasil que anda tão triste. A Folha ficará um pouco mais triste. 

Fábio Konigsberger (São Paulo, SP)

 

Você, Gregorio, foi um lindo e verdadeiro bálsamo para os “leitores de bem” em cada uma das 250 semanas que escreveu nesta Folha. Por favor, não nos deixe sós, volte!

Flávia Aidar, professora (São Paulo, SP)


Análise de proposta econômica

Elegante, corajosa e ética a coluna de Samuel Pessôa (“A entrevista corajosa de Benevides”). É muito bom ler o texto de um colunista que, apesar de sua impressão inicial divergente, escreve que fará uma análise mais detalhada para comentar uma proposta econômica. Essa atitude intelectual eleva o nível do debate em qualquer área do conhecimento. Oxalá seja imitada.

Marcos Galan Morillo (São Paulo, SP)


Pais e filhos

Com bom humor, Ricardo Araújo Pereira fala de uma realidade: ser recipiente de frustrações e realizações dos pais é uma missão enlouquecedora.

Wanderley Marucco (Lorena, SP)


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