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Eleições


Os governos brasileiros nunca chamaram o Hizbullah de “terrorista”, tampouco a Folha, pois levam em conta o contexto do Oriente Médio e do Líbano. O Hizbullah é importante partido político e entidade socioeducativa, além de legítima resistência contra invasores e ocupantes indesejados dentro das fronteiras libanesas, como já foram EUA e Israel —estes sim, obviamente por seus próprios interesses, o chamam “terrorista”. Daí minha surpresa com essa denominação usada pela repórter Estelita Hass.

Mauro Fadul Kurban (São Paulo, SP)

Resposta da Redação A reportagem não afirma que o governo brasileiro considera o Hizbullah um grupo terrorista. O texto refere-se a terrorismo no contexto das investigações sobre as atividades de Assad Ahmad Barakat. A Folha não considera atualmente o Hizbullah um grupo terrorista e sim uma milícia radical, além de ser um partido político no Líbano.


Tendências/Debates
Há um equívoco, senão um evidente viés, na seção deste domingo (23). José Álvaro Moisés, Rubens Figueiredo e Roberto Giannetti da Fonseca lamentam a posição de extremos que chegarão ao segundo turno. Ora, o PT nunca foi extremo em política alguma em 14 anos de governo. Extremo seria competir com o PSTU. Na verdade, faltou o juízo crítico de que a direita é a grande derrotada nesta eleição, uma vez que ela tem sua vertente radical e, à esquerda, a mesma esquerda tradicional.

Rodrigo Veloso (São Paulo,  SP) 


 


Nem se pode considerar as vantagens de uma educação domiciliar, pois se perde sociabilidade e, principalmente, conhecer e conviver com ideias diferentes dos seus tutores. Professores são insubstituíveis, complementando a família, salvo casos raros, por circunstâncias distintas, de autodidatas.

Paulo Marcos Gomes Lustoza, capitão de mar e guerra reformado (Rio de Janeiro, RJ)


Colunista
Equivoca-se o quase sempre brilhante Mario Sergio Conti ao generalizar milhares que em 2015 foram às ruas pelo impeachment de Dilma. O colunista caracteriza a todos como fanáticos religiosos, amantes da tortura e ignorantes políticos saudosos do regime militar. Acredito que não tenha ido aos protestos, caso contrário, teria visto que havia pessoas como as que descreveu, mas que estavam longe de ser maioria. Fui protestar contra um governo muito ruim, atitude que, se fosse mais comum, talvez tivesse nos levado a melhor situação.

Alexandre Effori de Mello (Rio de Janeiro, RJ)


 


Antonio Prata é um grande cronista, sem dúvida. Mas teve um episódio paroxístico de paranoia em seu último texto. Não me lembro de ter visto tanto drama nem nas raras vezes que vi trechos de novelas mexicanas. 

Durayd El Droubi (Colina, SP)


Duelos entre escritores 

Gabriel García Márquez, em 2014, em um boliche no México, ao perceber que ia ser fotografado
Gabriel García Márquez, em 2014, em um boliche no México, ao perceber que ia ser fotografado - Nicolás Tavira/AFP

No ótimo artigo de Maurício Meireles, ampliando a cena de pugilato entre Lourenço Mutarelli e Marcelo Mirisola, acho que mereceria ter sido citado o duelo entre Raul Pompeia e Olavo Bilac, pela atualidade dos seus motivos e pela possível ligação com o suicídio de Pompeia. Com ou sem a menção a esse confronto, saborosíssimo artigo!

Etel Frota (Curitiba, PR) 


Dias Melhores

“Deixar as pessoas serem felizes”, belo princípio que se seguido à risca pouparia a humanidade de muitos problemas. Está feliz? Não está fazendo mal a ninguém? Vá em frente.

Marcio Mira (Curitiba, PR)


Folha no Instagram
Só estou no Instagram por causa do “Não Durma Sem Saber”. Acho incrível a seleção das notícias, a forma como é feita... tudo! 

Roberta Heluey (Juiz de Fora, MG)


 


Amo esse modelo de interação do jornal no Instagram e o jeito jovem do “Não Durma Sem Saber”. Parabéns!

Marina Mazini (Pouso Alegre, MG)


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