'A carta que Haddad não escreverá' é o que eleitor sempre sonhou, diz leitor

Candidato do PT e Jair Bolsonaro (PSL) disputam segundo turno da eleição presidencial

Segundo turno

“A carta que Haddad não escreverá” é o que milhares de eleitores que hoje declaram seu voto em Jair Bolsonaro (PSL) sempre sonharam. No entanto, ainda que pense assim, seria Fernando Haddad maior que o PT? Creio que não, infelizmente.

Werner Mitteregger (São Paulo, SP)

 

Parabéns ao colunista. Trata-se de uma opinião concisa e coerente com a grande maioria dos eleitores que não optou pelos extremos. Espero que alguma liderança leia e adote essa postura.

João Luis Queiroz (Porto Ferreira, SP)

 

 

O PT mudou cores, tirou Lula e Haddad evitará visitá-lo. Quem não faz revisão e autocrítica faz tamanhas alterações? O que parece estar acontecendo é que o partido inicia sua autocrítica, que, no momento, não dá para ser mais profunda, pois disputa uma eleição. Porém, acredito que ela será discutida com mais seriedade depois do pleito, em caso de vitória ou de derrota.

Anísio Franco Câmara (São Paulo, SP)

 

Só há democracia quando a esquerda vence as eleições

Celso Bittencourt (São Paulo, SP)

 

Confio em Haddad, pois não tenho nenhuma evidência de que ele represente uma ameaça à democracia. Apesar dos erros graves do PT, só vi a Polícia Federal ser fortalecida durante seus governos. E, mesmo com pontos questionáveis, as decisões das instâncias democráticas foram seguidas pelos membros do partido que foram condenados. Não vejo nenhuma evidência de que Haddad tenha a intenção de fazer o Brasil trilhar o mesmo caminho da Venezuela nem de implantar o comunismo.

Marina Souza Dias Guyot (São Pedro, SP)

 

Infelizmente, ficamos com os piores nomes para o segundo turno. Brasileiro não aprende.

João Victor dos Anjos Souto Machado (Caieiras, SP)

Violência na política

As pessoas estão cegas de ódio, entraram em um caminho que prega o ódio a um partido. Vão votar por ódio, não com consciência política. Quando um partido é ruim, deve ser tirado pelo voto e pela democracia. Política é coisa séria.

Fabiana Chiela Ribeiro (São Leopoldo, RS)

 

Não adianta usarem a violência para mudar o país. Desse jeito o país não terá renovação. Precisam usar o diálogo.

Daniel Bevilacqua (Campinas, SP)


Policial eleita 

A policial Katia Sastre foi heroína no dia do evento, quando matou no cumprimento do dever de policial e mãe. Porém, jogou tudo por terra ao se aproveitar do fato para conseguir uma vaga de deputada (“Mãe de assaltante processa PM eleita para Câmara”). Isso é um exemplo de como desconstruir um ato heroico. Imagine se todo policial que, no cumprimento do seu dever, matar um criminoso passar a se candidatar a um cargo político. O fato incentiva a atirar primeiro para perguntar depois.

Walmire Rodrigues (Guanhães, MG)

Doria e Alckmin

Falar que Geraldo Alckmin traiu é confissão de culpa e desespero. O ex-governador é conhecidamente leal a seus companheiros, a sua família, a seu partido e aos seus princípios. Quem enxerga além dos Jardins sabe disso (“‘Se tem alguém traidor, não é o João, é o Alckmin’, afirma Bia, mulher de Doria”, Eleições 2018, 12).

Marcos Saraiva, presidente Nacional da JPSDB (São Paulo, SP)

 

A família Doria nada sabe sobre a palavra traição. João Doria deixou Alckmin sozinho durante a campanha presidencial e a mulher do ex-prefeito teve a coragem de dizer que foi o ex-governador quem o deixou sozinho. Quem precisa reavaliar os conceitos de lealdade e respeito é a família Doria, que desrespeitou seus eleitores e traiu quem lhe estendeu a mão em sua jornada até aqui.

Mariana de Lima Cardoso (Santo André, SP)

 

João Doria sai desesperado e de braços abertos pelo apoio do presidenciável Bolsonaro. Alguém bota a mão no fogo sobre a possibilidade de o ex-prefeito não passar a conspirar contra o capitão reformado se ele assumir a Presidência? Quem trai Geraldo trai Jair. Ou não?

Gustavo de Góes Godinho (São Paulo, SP)

Roger Waters

É muito estranho que um estrangeiro venha dar palpite em política interna do Brasil em período eleitoral. Tivesse isso ocorrido com algum artista brasileiro no exterior o que aconteceria? Ainda bem que estamos deixando de nos curvar a qualquer besteira que estrangeiros dizem de nosso país embalada pela ideologia do politicamente correto (“Com amigos assim, quem precisa de inimigos?”, de Henrique Goldman).

Orlando Ferreira Barbosa (Belo Horizonte, MG)

Presidente da Semana

Já ouvi todos os episódios do podcast. Achei maravilhosa a ideia. O melhor jeito de votar consciente é conhecer a história de nosso país e entender o que estamos passando por meio do que já foi vivido. O jornal está de parabéns pela iniciativa.

Juliana Rocha (Porto Alegre, RS)

Tecnologia

Obrigado, Ruy Castro, pela crônica “Hostil mundo novo”. Subscrevo cada palavra sua. É bom saber que não estou sozinho.

Mário Rubial Monteiro (São Paulo, SP)


Verdade

Geralmente não leio a coluna de Juca Kfouri, pois tenho predileção por outros assuntos. Na última quinta-feira (11), porém, talvez instigada pelo título “É tudo mentira!”, li o artigo inteirinho. Fantástico, fenomenal, coisa de gênio. 

Maria Angela P. Mangeon Elias (Itu, SP)


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