'Discurso de Michelle Bolsonaro foi um show de delicadeza', afirma leitor

No parlatório, primeira-dama discursou, em Libras, antes de Jair Bolsonaro

A posse de Bolsonaro

Oportuno e esclarecedor o texto “Os esquecidos”, de Ricardo Balthazar. Informa e serve de alerta para toda a sociedade brasileira se mobilizar e exigir deste novo governo federal medidas que garantam a retomada do desenvolvimento, com empregos de qualidade, distribuição de renda e fim das desigualdades sociais.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo (São Paulo, SP)

 

Completando 52 anos na terça-feira (1º), vejo a posse do presidente. Finalmente, depois de tanto tempo e tanta incompetência, chegou Bolsonaro. Que presente para mim e para a nação. Que lindo, que momento!

Nelson Hein (Pomedore, SC)

 

Jair Bolsonaro disse que a bandeira brasileira “jamais será vermelha”. E as de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Alagoas, Pará, Pernambuco, Bahia, Paraíba e Amazonas? Nelas há vermelho. São estados “socialistas”?

Marcelo Cioti (Atibaia, SP)

 

O discurso da primeira-dama Michelle Bolsonaro foi um show de delicadeza, inteligência e competência. Foi duro para quem veio depois —mal comparando é como um cantor entrar num show após o Frank Sinatra.

Nilton Nazar (São Paulo, SP)

 

O que dizer do filho do presidente aboletado no carro presidencial? Desconfio que a família Bolsonaro está se achando dona do Brasil. O que será do país com um presidente que, no momento mais solene, não tem atitudes de chefe de Estado e age como se ainda estivesse em campanha? O tempo dirá.

Teresa Fernandez (Belo Horizonte, MG)

 

Meu colega uspiano Walter Roberto Correia ignora o fato de que o preço da liberdade é a eterna vigilância, mesmo que para isso “corra sangue” pelas ruas do país. Portanto, Deus não é contra a guerra, muitas vezes, absolutamente necessária. É contra a subserviência, miséria e falta de liberdade do povo.

Maurílio Polizello Junior (Ribeirão Preto, SP)

 

Jornalistas tratados de forma desrespeitosa, sem a mínima dignidade e respeito (“Restrições inéditas fazem jornalistas ter dia de cão na cobertura da posse”). Sem direito a comida, a bebida, a uma simples cadeira para descansar da exaustiva espera para cumprir o dever de informar. Muito triste um começo de governo com essa atenção a jornalistas. Acorde, presidente. Acabou a brincadeira, respeite os jornalistas. Ou serão bem-vindos somente os que aplaudem seus atos?

Rosana Garcia (São Paulo, SP)

 

Foi inaceitável a forma discriminatória de tratar os jornalistas durante a posse, confinados por várias horas em um espaço totalmente inadequado para o exercício pleno do nobre ofício de jornalista.

João Paulo de Oliveira, professor e coordenador pedagógico aposentado (Diadema, SP)

Liberais

As publicações do artigo de Vinicius Mota (“Da Áustria contra o autoritarismo”) e da entrevista de Hélio Beltrão (“Antes consideradas inviáveis, ideias liberais agora são aceitas no país”) dão ao leitor oportunidade ímpar de conhecer um pouco da filosofia liberal democrática dos chamados “austríacos”. Hoje, de longe, é o remédio mais do que necessário para combater o marxismo tirânico, retrógrado e estatista que vinha tomando conta de nossa sociedade. Que venham novos ares em 2019!

Ricardo Campanario, auditor fiscal (São Paulo, SP)

 

Simplesmente brilhante o texto de Vinicius Mota. Discernimento, equilíbrio, visão ampla, humildade e tolerância são valores combinados em um texto iluminado.

Nílson José Machado, professor titular da Faculdade de Educação da USP (Cotia, SP)


Indulto

A não concessão de indulto de Natal mostra a falta de sensibilidade e de visão em relação ao sistema prisional. Essa nova política resultará no agravamento da situação, seja pela justa indignação de apenados por delitos sem gravidade, seja pela manutenção do poder das facções, que continuarão a receber “soldados”. As chefias das facções devem estar felizes com a decisão de Temer e certamente continuarão assim se Bolsonaro demonstrar a mesma intenção (“Temer recua mais uma vez e decide não dar o indulto de Natal a pessoas condenadas”).

Jose Hadad Neto (Rio de Janeiro, RJ)


Armas

A lógica bolsonarista de tentar simplificar e reduzir problemas complexos do país a resoluções banais e inconsequentes acaba criando uma massa de seguidores que não consegue ver realmente o que está acontecendo e pensar e debater as melhores maneiras de resolver cada problema. Precisamos de dialogo, equilíbrio e ética (verdadeira), para caminharmos em direção a uma sociedade mais justa, equilibrada e feliz (“Mão no coldre”, de Ranier Bragon).

Henrique de Morais Gualtieri (Belo Horizonte, MG)


Ciclovias

Tenho todo o respeito por Luiz Felipe Pondé. Mas discordo dele em relação ao trecho “tudo que fez na Prefeitura de São Paulo foi alimentar a pequena Amsterdã que existe dentro dos jovens riquinhos paulistanos com pistas para bikes caras” (“O ano em que a esquerda quebrou"). Não elegi o Haddad, utilizo minha bicicleta (de R$ 900) como um meio de transporte para trabalhar e sei muito bem o quanto as ciclovias melhoraram as condições para nós ciclistas.

Sandro Edgar dos Santos (São Paulo, SP)


Bagagens

A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) informa que há anos a aviação brasileira demonstra sólidos resultados nos indicadores de qualidade de seus serviços. No Brasil, o índice de bagagens extraviadas é um dos menores do mundo: 2,8 por mil passageiros transportados. O valor é duas vezes menor que a média mundial (cerca de 5,57) e muito próximo ao da América do Norte (2,4), segundo a Sita (Sociedade Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas). 

Adrian Alexandri, diretor de comunicação da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas)

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