'Ou faz uma reforma da Previdência que atinja todo mundo, ou não faz nada', diz leitor

Militares fazem lobby para ficar de fora de proposta que deve ser levada ao Congresso

Investigação sobre Queiroz

A população espera que a imprensa investigue e nos relate o que concluiu. É o nosso último recurso diante do cheiro de impunidade que paira no ar. Será que apuração, julgamento e condenação só valem para a esquerda? É preciso uma ação popular para acabar com o foro privilegiado.

Ana Maria Marques (Jundiaí, SP)

 

Se o Supremo mandou suspender, certamente é porque não tem urgência. A pressa mesmo é da oposição, que está desesperada procurando pelo em ovo.

Paulo Rivail Andrade (Ituiutaba, MG)


Auxílio-mudança

O Brasil está sem perspectiva de rumo quanto ao uso do dinheiro público (“Presidente recebeu R$ 33,7 mil de auxílio-mudança da Câmara”). A exemplo de outros parlamentares, que em sã consciência resolveram devolver o dinheiro, nada mais justo que o capitão reformado aja com bom senso e pratique um ato de altruísmo em nome da integridade administrativa, pela qual a nação brasileira tanto clama.

Romeu Oliveira (Salvador, BA)

 

Do ponto de vista legal, não há nada errado. Porém, sendo o presidente alguém que quer dar o exemplo, deveria devolver o dinheiro, o que não parece que fará, dado o silêncio. Isso só prova que é igual a todos os outros. Lamento pelas sucessivas decepções a seus eleitores.

Eduardo de Azevedo Silva (São João de Meriti, RJ)

Governos

O cientista político Rubens Figueiredo conseguiu sintetizar em um único artigo o desastre que foi o governo Dilma Rousseff (“O fim do mundo que só eu vi?”). Não foi somente ele que viu o fim do mundo, mas todos aqueles que estão entre milhares de eleitores que não votaram no candidato do PT. O professor Renato Janine Ribeiro realmente não acertou no texto “Qual é a coalizão do governo Bolsonaro?”.

Adilson Augusto de Lima (São Paulo, SP)

 

A clareza da análise do professor Renato Janine foi cirúrgica. Estamos vivendo na expectativa de que alguma coisa boa possa acontecer em nosso país. Chega de esperar o futuro. Será que virá?

Lourival Vieira (São Paulo, SP)

 

As esquerdas nunca reconhecem seus erros. Os piores são sempre os outros. Lênin e Stálin acabaram com o leste europeu, Fidel Castro acabou com Cuba, Chávez, com a Venezuela, e Lula mais Dilma, com o Brasil. Parabéns pelo excelente artigo, Rubens Figueiredo.

Isaias Geraldi (Piracicaba, SP)

 

Resumo preciso da realidade o artigo do professor Renato Janine. É melhor os planos dos superministros resultarem em algo positivo. Do contrário, sabe-se lá o que poderá acontecer.

Carlos Rogério de Mello (Lavras, MG)


Curador da Bienal

Fabio Cypriano desqualifica o novo curador da Bienal de São Paulo por ele ser homem, branco e heterossexual. Péssimo. Mais uma análise rasa e com a crítica arroz com feijão da lacração. Mais do mesmo (“Bienal de São Paulo escolhe burocrata da arte contemporânea como curador”).

Mateus José Trindade Filho (Osasco, SP)


Lobby

A aposentadoria de militares poderia ser igual a de todos os brasileiros em caso de não participação em guerra e especial para os que participarem de alguma guerra defendendo o Brasil (“Militares intensificam lobby para ficar fora da reforma da Previdência”).

Walter Barretto Jr., arquiteto (Salvador, BA)

 

Ou faz uma reforma que atinja todo mundo, ou não faz nada. Neste último caso, quebram a Previdência e o país, porém com o diferencial de que todo mundo perderá e pagará a conta. Militares, em geral, vão para a reserva cedo e vivem muitos anos no sistema de aposentadoria. Além disso, uma parte continua trabalhando em outras atividades remuneradas.

Mauro Rodrigues (Brasília, DF)

 

Não há justificativa para a exclusão dessa categoria da necessária reforma da Previdência. As argumentações são frágeis e infantis. Querem manter descabidos privilégios num país pobre, com 12 milhões de desempregados.

Nelson D’Oliveira Santos Filho (Conselheiro Lafaiete, MG)

Acesso a armas

É inadmissível a facilitação da posse de armas, os crimes vão aumentar. O atual mandatário, que sempre fala em “Deus”, deve estar equivocado. O “Deus” em que a maioria acredita é uma entidade justa, moderada, tolerante e bondosa. O governante e alguns dos seus pares parecem crer em outras coisas. 

Ricardo Pedreira Desio, professor aposentado (São Paulo, SP)

 

Por qual motivo insistem em nos tratar como crianças? Aqueles que quiserem possuir uma arma que a tenham. E, se cometerem excessos, que paguem por isso. Proibir nunca é uma boa solução. Fizeram isso com a bebida alcoólica, não deu certo. Fazem com as drogas, não está funcionando. A proibição é um atalho, já a fiscalização e a devida punição são a solução (“Risco de afogamento”, de Bruno Boghossian). Dá trabalho, mas quem disse que seria fácil?

Nilton Silva (Brasília, DF)


Redes sociais

Toda a minha solidariedade ao jornalista Juca Kfouri, que, com coragem, desnuda a prática covarde de quem utiliza mídias sociais, tentando se esconder no anonimato, com a intenção de amedrontar pessoas com opiniões divergentes. É isso mesmo, Juca, não se dobre. Há uma legião de leitores que, mesmo discordando de algumas análises suas, vai te acompanhar nessa luta pela liberdade de opinião, um dos mais importantes pilares da democracia (“As raivosas redes sociais”).

Simon Widman (São Paulo, SP)


Consumo de água

Balneário Camboriú é uma das poucas cidades que tiveram um aumento significativo no número de turistas e não tivemos nem um único problema no abastecimento (“Contra falta de água, prédios no litoral de SC limitam visitas”). Mesmo com um grande período de estiagem, não faltou água em nenhuma residência. A reportagem mistura uma questão privada, que são os regimentos internos dos prédios, com uma questão pública, a estiagem e o período de atenção pela falta de chuvas. Com todo o respeito, achei sem propósito. O número de pessoas nos prédios é uma questão privada.

Douglas Costa Beber, diretor-geral da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú)
 


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