'A sociedade fica menor com a trágica morte de Boechat', diz leitor

Jornalista morreu após helicóptero em que estava cair sobre um caminhão em trecho do Rodoanel

Candidatura de laranja

É esse o novo modo de fazer política de Bolsonaro e de seu partido? Além de respostas para a nova denúncia (“Partido de Bolsonaro criou candidata laranja para usar verba pública de R$ 400 mil”, Poder, 10/2), o Brasil espera ansiosamente por respostas para  outro nebuloso caso: Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.

Fernando Albuquerque (Recife, PE)


Estadista

Concordo que Bolsonaro não é e nunca será um estadista porque não tem estrutura, não tem consciência dessa importância e nunca se preparou para os cargos que exerceu e para o que exerce agora. É triste afirmar que nunca tivemos um presidente estadista (“Antiestadistas”, de Angela Alonso, 10/2).

Ruy Humberto Godoy de Mesquita (Jaboatão dos Guararapes, PE)

 

Um estadista se define pela qualidade de seu legado, não pela relação com a mídia. O moço tem dificuldade, mas está mostrando coragem até agora. Se seu governo cumprir uma parte de sua agenda positiva, terá sido o maior estadista das últimas gerações.

Edecio Cunha Neto (São Paulo, SP)


Anti-intelectualismo

Brilhante e ao mesmo tempo profunda e didática a análise de Christian Schwartz sobre o anti-intelectualismo instalado no país (“Democracia e violência anti-intelectualista”).

Ana Helena C. Belline (Campinas, SP)


Flávio Bolsonaro

Não é necessário que Flávio Bolsonaro seja “postulante a cargo de alta relevância no governo” para que a imprensa dê  a devida importância às sérias denúncias que envolvem o agora senador (“Mistura de escândalos”, de Fábio Medina Osório). A família Bolsonaro foi quem utilizou um discurso moralizador durante a campanha, discurso que vem ruindo a cada dia. Óbvio dizer também que, como filho de presidente, é de interesse da sociedade a sua situação. Ou já nos esquecemos de como Lulinha foi tratado?

Lucília Magalhães Oliveira (São Paulo, SP)

 

Em um Estado de Direito todo cidadão é inocente até prova em contrário. A divulgação de investigações incompletas antes de aprofundamentos é sempre temerosa, pois pode destruir reputações, que depois, quando as pessoas são inocentadas, não se reconstroem da mesma forma que foram destruídas. Cautela sempre.

Luiz Dias (Brasília, DF)


Wilson Witzel

Será que o governador Wilson Witzel já se perguntou por que os favelados ocupam encostas e morros? Se não, fica aí a pergunta para o governador responder (“Tragédias cariocas”, de Alvaro Costa e Silva).

Laertes Nardelli (Blumenau, SC)


Colunista

Eu me comovi com a indignação de leitores com o artigo de André Singer (“De mãos amarradas”) e corri para rever a coluna para, com fundamento, prestar solidariedade. Mas terei de reler o texto outras vezes, pois não consegui encontrar a afirmação de que Lula é inocente e nem vi tentativa de diminuição de erro. Interpretei só uma preocupação com desdobramentos políticos pela possível diferenciação de tratamentos da Justiça aos “erros”.  

José Zimmermann Filho (São Paulo, SP)


Ricardo Boechat

A sociedade brasileira fica menor com a trágica morte de Ricardo Boechat, um jornalista destemido e autêntico que nunca se curvou diante dos interesses de poderosos.

Carlos Carmelo Balaró, advogado (São Paulo, SP)

 

Ricardo Boechat, será muito difícil substituir o profissionalismo e a credibilidade que você tão bem emprestou  ao jornalismo brasileiro. Que se multipliquem jornalistas épicos, homéricos, probos, portadores dos caracteres invejáveis, como este que acaba de nos deixar, para que os órgãos, entidades e instituições possam encontrar remédios e suplementos capazes de encurtar os caminhos entre o desejável e o alcançável.

Vasco Vasconcelos, escritor e jurista (Brasília, DF)

Incêndio no Ninho do Urubu

A foto da primeira página de domingo (10) expressa um pouco do sentimento de todos nós diante das negligências e impunidades que vão se somando nessas tragédias. Somente um abraço e um olhar acolhedor de solidariedade, como os mostrados na foto, são capazes de amenizar a dor lancinante dessas perdas.

Ângela Luiza S. Bonacci (Pindamonhangaba, SP)

 

Não apenas o Flamengo mas todo o Brasil torna-se, a partir de agora, uma nação rubro-negra. As tragédias ocorridas recentemente no país são uma demonstração inequívoca do descaso com vidas humanas, em especial com as de jovens cujos sonhos foram interrompidos. Que a Justiça não tarde e que os responsáveis sejam punidos exemplarmente. 

Geraldo Tadeu Santos Almeida (Itapeva, SP)

Brumadinho

A lama não pode levar nossa memória. Uma sugestão: que a área da barragem seja transformada num grande parque-memorial, abrigando as lápides dos mortos e desaparecidos, com estrutura de prédios e equipamentos para reflexão, estudos e homenagens relacionados ao meio ambiente, que se torne um grande espaço de reverência, tributo e aprendizado. Não sepultemos nossa memória, não permitamos que nossos sentimentos sejam levados pela lama, que nossa indignação e nossa dor façam parte dos desaparecidos.

Antonio Pedro Schlindwein (Florianópolis, SC)

Tragédias

De nada aprendemos nem com Mariana (MG) nem com Santa Maria (RS). Esse é o país que não queremos mais.

Jardel Macedo Soares (Mogi das Cruzes, SP)


‘Chopeira de água’

A Sabesp agradece desde já pela publicação do texto (“‘Chopeira de água’ da Sabesp chega a restaurante de Guarulhos”), mas ressalta apenas que a água distribuída pela empresa não precisa ser filtrada, pois passa por um rigoroso processo de tratamento, com análises de qualidade desde a origem até o ponto de consumo, em atendimento aos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde, na portaria de consolidação nº 5, de 28/9/2017. O cliente precisa a cada seis meses realizar a limpeza da caixa-d'água para garantir a qualidade da água distribuída pela Sabesp.

Fábio Toreta, superintendente de comunicação da Sabesp (São Paulo, SP)


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