Brasil não pode baixar a cabeça para um ditador sanguinário, diz leitor

Leitores divergem sobre atuação do Brasil na crise da Venezuela

Confronto entre opositores e militares venezuelanos Marco Bello/Reuters

O Brasil não pode baixar a cabeça para um ditador sanguinário e totalitário ("Mourão embarca para a Colômbia para coordenar resposta do Brasil à crise na Venezuela"). Com este tipo de gente não se brinca.

Eduardo Leivas Bastos (Novo Hamburgo, RS)

 

Ainda bem que o vice-presidente vai coordenar a resposta do Brasil. Que seja uma resposta sensata. O governo norte-americano quer uma mudança de governo à força. Isso agravou a situação econômica já abalada pelo baixo preço do petróleo. Cabe ao povo e ao Exército venezuelano removerem o Maduro.

Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

 

O Brasil não aprende mesmo. Presidente Bolsonaro, por favor, com tantos problemas internos, ficamos nos preocupando com os problemas da Venezuela? Deixe os venezuelanos com seus problemas para que eles próprios os resolvam.

João Silvio Ferreira (São Paulo, SP)

 

Não há outra saída honrada para a crise senão a tomada do poder pelas Forças Armadas venezuelanas, com o afastamento tanto de Maduro como do tal deputado que se intitula presidente interino, e a convocação de eleições gerais dentro de seis meses ("Guaidó pede que países mantenham 'todas as opções sobre a mesa' para lidar com crise na Venezuela").

Antonio Dias Macedo (São Paulo, SP)


Paulo Guedes e o Censo

Thomas Sowell, Bernie Sanders e Milton Friedman foram alunos da Universidade de Chicago. Não há como negar o estofo intelectual com que defenderam posições, pensamentos e ciência. Quando lemos que o ministro da Economia, Paulo Guedes, também ex-Chicago boy, pede a redução do questionário do IBGE, desconsiderando, por completo, a importância dos questionários para a pesquisa científica, a única conclusão que podemos chegar é: Chicago já produziu coisa melhor.

Zara Figueiredo Tripodi (Ouro Preto, MG)


Segurança pública

Sobre "Favela com PCC tem menos crimes violentos, diz estudo", considero uma pesquisa hipócrita. Cada jovem da comunidade levado ao vício pelos "irmãos" é um ato criminoso que não deve ter sido computado. Os crimes dos dependentes químicos não são cometidos dentro da favela, mas em outras áreas da cidade. Se há um número pequeno de crimes nas comunidades, há suas consequências desastrosas, e em grande número, fora dela.

Rogerio Barletta de Campos (Guaratinguetá, SP)


PSDB

Paulo Preto, ex-diretor da Dersa e suposto operador do PSDB em São Paulo - Geraldo Magela/Agência Senado

bloqueio de R$ 11,5 milhões da conta do deputado Aécio Neves é um passo, apesar de demorado comparado a Lula, e a prisão de Paulo Preto mostra que o partido tucano não tem nada do que falar do PT.

Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)


Bilhete Único

 

A Prefeitura de São Paulo na gestão Covas faz "palhaçada" com o bilhete único ("Covas projeta Bilhete Único virtual e não emitirá mais cartões sem identificação"). Considera anônimo bilhete cadastrado em 2006. Tive que cadastrá-lo de novo, gastando tempo e dinheiro ou a partir de junho não poderia mais usá-lo.

Marcos Fernandes de Carvalho (São Paulo, SP)


Previdência

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, escreveu sobre o que não sabe, o que não leu e o que não entende ("Dívida pública, Previdência e desenvolvimento"). Marcos Lisboa deu-nos uma aula de política econômica séria, rigorosa, clara, com dados e prudente ("Começo"). Será fundamental que deputados e senadores melhorem o nível de leitura, pesquisa e clareza sobre a reforma da Previdência.

Francisco C. Tavares (Mogi das Cruzes, SP)

 

Parece que a reforma da Previdência é boa para o país, mas individualmente todos se sentirão prejudicados. Isso ocorre porque refere-se à cota de sacrifício que todos nós, inclusive políticos e militares, deveremos ter para beneficiar o todo. Caso a reforma não seja aprovada, o país cairá numa recessão longa e profunda, e empregos não serão criados. Creio que, neste caso, não haverá mais dinheiro para suportar as aposentadorias.

Mário Negrão Borgonovi (Rio de Janeiro, RJ)

 

Qualquer que seja o futuro da Previdência, sempre será injusta para o regime CLT e maravilhosa para os outros. Estou aposentado há mais de 20 anos, inicialmente com cinco salários, e hoje recebo apenas dois. É uma injustiça e, com certeza, tenho muitos parceiros vivendo essa mesma situação.

Osmar G. Loureiro (Cravinhos, SP)


Saúde

É de surpreender a afirmação do dr. André Luiz Malavasi, diretor do Hospital Pérola Byington, que o atendimento às vítimas de violência sexual é "de baixíssima complexidade" ("Mulheres têm que viajar a São Paulo por aborto legal"). As pacientes eventualmente grávidas de até 20 semanas, caso decidam interromper a gestação, estão necessitadas de um ato médico. Depois, mesmo em países desenvolvidos, a cirurgia necessária é obviamente realizada por médicos, e não por enfermeiras, como ele afirma na reportagem.

Thomaz Rafael Gollop, professor de ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí (São Paulo, SP)


Crianças e adolescentes

Absurdo uma juíza falar em higiene social e outras sandices acerca da invasão do shopping por menores de rua ("Justiça nega que shopping de SP aprenda crianças"). O direito de ir e vir não abrange o direito de vandalismo ou de intimidação de pessoas apenas por serem menores em situação precária. Ser desvalido, sem pais ou pobre não é passaporte para a delinquência. Passar a mão na cabeça de infratores é algo muito próprio da Justiça brasileira.

Paulo Roberto da Silva Alves, advogado (Rio de Janeiro, RJ)


Pedofilia

Sugiro que os jornais busquem notícias sobre a pedofilia também entre não católicos ("Igreja destruiu arquivos com denúncias de abusos, diz cardeal"). Ela existe e é muito grave.

Claudia Breviario (Angatuba, SP)


Folha, 98

Parabéns, Folha. Acompanhei toda a programação ("Folha organiza mesas com colunistas e recebe leitores", Poder, 24/2). O fato de ter sido gravada foi uma ideia oportuna, principalmente para os que não puderam comparecer. Seria muito bom que a prática fosse corriqueira, já que a intenção é aproximação de colunistas, leitores e a Redação.

João Pedro Sousa (São Paulo, SP)


PARTICIPAÇÃO

Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor@grupofolha.com.br.​​

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.