'PowerPoint dos Bolsonaros merece toda a consideração', diz leitor

Quadro mostra a relação da família do presidente com Fabrício Queiroz e as milícias

Brumadinho

O crime que ocorreu —e ainda está ocorrendo, inclusive com a matança cruel e covarde de animais indefesos— em Brumadinho resulta da impunidade crônica existente no Brasil, em boa parte devido à morosidade e à ineficiência do Judiciário, e da ganância sem limites, da irresponsabilidade e do escandaloso descaso pela vida humana e pelo meio ambiente por parte da Vale.

Ary Braz Luna (Sumaré, SP)

 

Os governos municipal, estadual e federal deveriam agradecer ao Corpo de Bombeiros e homenageá-lo pelo competente e eficiente trabalho que vem fazendo nas buscas por sobreviventes e desaparecidos (“Com salário parcelado, bombeiros chegam a nadar na lama em MG”).

Maria Helena Beauchamp (São Paulo, SP)

 

Percebe-se que a tragédia em Mariana não foi suficiente para alterar o quadro de descaso por parte de autoridades públicas e da empresa. Será que agora, com a catástrofe de Brumadinho, aprenderam a lição?

Roberto Fissmer (Porto Alegre, RS)

PowerPoint dos Bolsonaros

Assim como PowerPoint referente ao ex-presidente Lula, o dos Bolsonaros merece toda a consideração. É hora de pôr a limpo a honestidade e a moralidade dos Bolsonaros, para que seus eleitores saibam até onde foram ou não vítimas de um engodo eleitoral.

Paulo Watrin (Belém, PA)

 

PowerPoint Dallagnol 7 x 0 PowerPoint Folha.

Luiz Felipe Lopes de Britto (Brasília, DF)

 

Bela ideia. É boa também para que não nos esqueçamos daquele que hoje “descansa” em Curitiba atrás das grades. Embora aquele fosse um PowerPoint bem mais robusto, que deixa esse outro parecendo brincadeira de criança, é preciso que a lei valha para todos.

Alexandre Guaspari Barreto (São Paulo, SP)

Corrupção

Concordo com Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, quando afirma que o Estado precisa dar respostas potentes no controle da corrupção, sufocando o crime organizado etc. 
A dúvida é saber se o governo efetivamente está disposto a isso. A exclusão de nomes de parentes de políticos do monitoramento feito pelo Coaf, se concretizada, sinalizaria que o ataque à corrupção saiu do radar, o que seria lamentável (“O rastro de sangue e destruição da corrupção”). 

José Carlos de Oliveira Robaldo, procurador de Justiça aposentado (Campo Grande, MS)


Justiça eleitoral

Louvável a preocupação demonstrada no artigo “A Justiça Eleitoral e o combate à corrupção”, de Daniel R. Sobral e Mariana R. C. Mendes. Como esta Justiça concentra maior esforço e trabalho mais no período das eleições, a cada dois/quatro anos, e na maioria do tempo pouco ocupa os juízes estaduais ou federais e menos ainda os promotores eleitorais, seus auxílios eleitorais mensais poderiam ser destinados à educação, formação e cidadania de eleitores, que insistem em desconhecer o valor do voto.

Romeu Abílio, professor universitário (São Paulo, SP)


Lula

Lamentável. Não era necessário o caso ter ido parar no Supremo Tribunal Federal. Vivemos momentos muito ruins no Brasil, com a polarização dos formadores de opinião. Lula deveria ter tido o direito de comparecer ao velório e ao enterro do irmão (“Após batalha na Justiça, Lula perde enterro de irmão e critica Supremo”).

Marco Antonio Moreira Simião (São Paulo, SP)

 

Não obstante a sua culpabilidade ou não, nunca antes na história deste país houve tantos atropelamentos da lei em relação a um réu.

Julio Shiogi Honjo (Arapongas, PR)

Estado X privado

Existem dois governos (“Família Brasil vende tudo”, de Roberto Dias). Um é liberal na economia, com privatizações e reformas necessárias ao país. Outro é conservador com ideias ultrapassadas e populistas. Qual sobreviverá?

Raphael de Domit (Curitiba, PR)

 

O distinto articulista esquece que os casos citados [explosão da P-36, problemas em viadutos e queda do edifício Wilton Paes de Almeida] aconteceram no Brasil exatamente graças ao conceito neoliberal de Estado mínimo. 

Roberto D. Alessio Quintas (São Paulo, SP)


Experiências na educação

Em um contexto em que a funcionalidade de serviços públicos básicos praticamente foi subvertida pela autoproteção corporativa —greves, indisciplina e apatia, tudo isso protegido pela estabilidade dos servidores—, é louvável experimentar outros caminhos. E é até provável que o resultado seja melhor do que temos tido (“Voucher, charter, pasmaceira”, de Vinicius Mota).

José Lino da Silva (Goiás, GO)

 

A utilização de vouchers na educação ou a organização das chamadas “charter schools” têm reflexos destrutivos na educação pública. Já temos pesquisas suficientes a respeito desses desastres, especialmente nos EUA. É equivocado pensar que a escola pública apresenta problemas porque não tem a competição de uma escola privada e eficiente por perto. Trata-se de um simplismo que retira recursos da educação pública sem que nada consistente ocupe seu lugar.

Marcos Cezar de Freitas (Bragança Paulista, SP)


Servidores públicos

Sob certo aspecto, tranquiliza-nos saber que São Paulo é o estado que menos gasta com pessoal e encargos com relação à despesa total (“Nove estados apoiam reformar Previdência sem fazer transição”). O fato é auspicioso e nos dá a esperança de que o governador João Doria faça justiça à sofrida categoria.

Jorge Luiz Grappeggia, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo (São Paulo, SP)

 

Basta ler a Folha para saber por que os estados e municípios estão quebrados. A culpa não é do trabalhador e do servidor público. E a solução não está em avançar ainda mais nos rendimentos deste último, está em obrigar que os do andar de cima paguem seus tributos e dívidas, que todos os corruptos respondam por suas contas penais e devolvam o que roubaram. Já passou da hora de o Judiciário ser ágil apenas para soltar corruptos.

Edneia Maria Machado (Londrina, PR)


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