Renan Calheiros não merecia ser tratado de forma sórdida, afirma leitor

Senador desistiu da candidatura em disputa pela presidência da Casa

Senado

Renan Calheiros foi vítima da "nova política" implantada pelo governo Bolsonaro. A nefasta e infeliz intromissão do chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na disputa pela presidência do Senado poderá custar caro a Bolsonaro. Renan não merecia ser tratado de forma sórdida e covarde pelos fantoches do Planalto, levando-o a desistir da disputa. Como presidente do Senado, ele jamais permitiu que o Legislativo fosse ultrajado em suas prerrogativas e independência.

Vicente Limongi Netto (Brasília, DF)

 

O que ontem foi um vexame obsceno, hoje parece vitória da melhor política: a arregimentação anti-Renan Calheiros foi avassaladora e muito bem construída ("Renan desiste, promete não judicializar eleição e despista sobre relação com governo").

Ayer Campos (Brasília, DF)

 

Renan sofreu uma derrota acachapante. Longe de querer dizer que é cachorro morto, mas essa derrota sinaliza o seu enfraquecimento e que foi superestimado o seu poderio de influência na conjuntura atual ("Fortalecido no Congresso, Bolsonaro quer pacificar relação com Renan por reformas").

João Luiz Baltazar Alves (Rio de Janeiro, RJ)

 

Durante a sessão inaugural do Senado, pudemos constatar que ao lado das velhas figuras deploráveis de sempre, agora temos novidades como o palhaço Jorge Kajuru e suas estripulias no picadeiro ("Mais conectados, senadores deixam importância de redes sociais clara já na estreia").

Luís Roberto Nunes Ferreira (Santos, SP)

 

As definições das presidências da Câmara e do Senado mostraram elevado descompasso entre os vários segmentos políticos, com negociações, acordos, desentendimentos e conflitos e por certo não colocam muita tranquilidade para o governo Bolsonaro. O que é preocupante diante dos problemas que atingem vários setores da economia e das áreas sociais. E também diante dos anúncios de que as finanças públicas mostram elevado déficit.

Uriel Villas Boas (Santos, SP)

 

Bolsonaro na Presidência do Executivo, Rodrigo Maia na da Câmara e Davi Alcolumbre na do Senado. Sombrio futuro para o trabalhador brasileiro. Não esquecer de Dias Toffoli na presidência do STF.

Luiz Fernando Schmidt (Goiânia, GO)


Venezuela

Nicolás Maduro discursa para militares na base naval de Turiamo, na Venezuela - Xinhua/Presidência da Venezuela

Em "Quem é o inimigo da democracia venezuelana?", Breno Altman parece desconhecer em que condições vive o povo venezuelano desde que Maduro se isolou dos partidos políticos, da Assembleia Nacional e começou a governar como ditador. Todos os esforços para se manter no poder se assemelham aos de Hitler, Mussolini etc.

Pedro Fraga (Belo Horizonte, MG)


Futebol

Foto de Ganso postada no twitter oficial do Fluminense - Reprodução/Twitter

Juca Kfouri omite que, no último ano de Ganso no São Paulo, ele levou o time à semifinal da Libertadores, foi convocado para a seleção e deixou o clube como ídolo da torcida. Perdê-lo para o Fluminense foi mais uma demonstração de incompetência da diretoria tricolor.

José Luiz T Carvalho (Sao Paulo, SP)


Brumadinho

Parabéns à Folha por estampar na Primeira Página, embaixo da manchete sobre a bizarra eleição para a presidência do Senado, as palmas das mãos e os rostos sujos de lama dos bombeiros de Brumadinho em vez das caras lavadas de cinismo dos senadores. Uma capa para ficar na história por dar visibilidade a quem realmente merece, um tributo à dignidade. Lindo trabalho de Eduardo Anizelli.

Rósula Kelly Passos (São Paulo, SP)

 

 

Sobre as fotos que ilustram a reportagem "'Língua preta' de lama parou o tempo de moradores de Brumadinho às 12h28", digo obrigada, senhores, que, com o pouco que recebem, se atolam na lama para salvar vidas, e não aqueles engravatados, sanguessugas que vivem a se espojar na lama do poder.

Tereza Fernandez (Belo Horizonte, MG)

 

Além das execráveis bancadas da bala, boi e Bíblia, temos agora no estapafúrdio Congresso a bancada da lama. É financiada pelo poderoso e rico lobby das mineradoras para obstruir qualquer comissão que possa criar empecilhos na manutenção do arcaico e criminoso modelo de barragens de alteamento a montante. Também faz tudo para manter o lucro dessas empresas literalmente acima da vida dos funcionários e habitantes das cidades abaixo delas.

Paulo Sergio Arisi (Porto Alegre, RS)

 

Por que o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a Defesa Civil e a Vale não disponibilizaram um hovercraft para melhor desempenho dos bombeiros, evitando que eles "nadassem" na lama? Será que sabem o que é isso? Fiz essa pergunta aos bombeiros de Minas e à Vale e simplesmente me ignoraram.

Walter João Chessa (São Paulo, SP)


Charge

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Jean Galvão

Admiro demais os chargistas da Folha. Retratam numa imagem os fatos da política. Na charge de Jean Galvão em que um congressista novato pergunta a um veterano "como funciona as coisa por aqui?", faltou o mais experiente estar com a mala transbordando de grana, o que sempre acontece. Talvez o novato também.

Teotonio Quaresma (Belo Horizonte, MG)


Colunistas

Ilustração
Libero/Folhapress

Drauzio Varella fez uma vigorosa crítica aos responsáveis pela política prisional do país ("Cadeias e demagogia"). De relevância é sua afirmação de que a maioria deles não tem conhecimento da real situação dos aprisionados nas verdadeiras escolas do crime em que transformaram as prisões brasileiras. Seria salutar que os novos responsáveis por tal área pelo menos lessem "Estação Carandiru", no qual o autor retratou boa parte de sua experiência como médico de presídios.

José Elias Aiex Neto (Foz do Iguaçu, PR)

 

Jair Bolsonaro, após ser eleito presidente, acompanha oração feita por Magno Malta (à direita) - Reprodução/TV Globo

Quero crer que o mundo seria bem diferente, e melhor, se os seres humanos tivessem a capacidade de registrar em suas memórias a verdadeira história da humanidade, em especial, das religiões. Alguns detalhes são incrivelmente cruéis. O genial Hélio Schwartsman destaca alguns na coluna "Trevas cristãs"  mostrando o quão terrível fomos, e somos.

Luiz Antonio Pereira de Souza (São Paulo, SP)


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