Bolsonaro não tem a menor noção da dignidade do cargo que ocupa, diz leitor

Vídeo obsceno no Twitter do presidente divide leitores

Bolsonaro e o Carnaval
O sr. Bolsonaro não tem a menor noção da dignidade do cargo que ocupa (“Oposição e aliado criticam Bolsonaro após publicações obscenas em rede social”). Um presidente da República que se rebaixa a bisbilhotar o que indivíduos fazem no Carnaval? A maior autoridade da República perde tempo posando de bedel da moral e dos bons costumes. Para isso, existem a polícia e o Código Penal.
Herbert Luiz Braga Ferreira (Manaus, AM)

 

O presidente postou na internet uma cena que todos veem nos dias de Carnaval e nas dezenas de outros dias de prévias carnavalescas e micaretas no Brasil. Um acinte às famílias que passam e são obrigadas a assistir a esses espetáculos. É para ficar indignado. Os esquerdistas queriam que considerássemos essas coisas normais, mas agora temos comando, exemplo e patriotismo. Bolsonaro agiu certo.
Colombo Melo (Aracaju, SE)

 

Que país é este? Um presidente mostra um vídeo de uma cena durante o Carnaval e generaliza para todos os blocos carnavalescos. Há problemas a serem resolvidos com mais urgência e eficácia, como saúde, educação, empregos e outros. Um presidente deve mostrar empenho, dignidade e respeito à nação. É o que esperamos. 
Maria Helena Beuchamp (São Paulo, SP)

 

Uma pessoa dançar com o dedo no ânus em área pública é correto e legal? Crianças verem o que essa pessoa fez é normal? Não defendo Bolsonaro, mas essa pessoa que dançou desse modo deveria ser presa por atentado ao pudor. Tudo tem limites. A moral das pessoas que defendem esse rapaz não tem nada a ver com a minha.
Eder Rizotto (Uberlândia, MG)

 

Ao divulgar vídeo obsceno, o nosso presidente apenas revela o medíocre e rancoroso que é (“Bolsonaro compartilha vídeo de homem mexendo no ânus e sugere que cena é comum no Carnaval”). Qual é a importância disso para o país? E, para milhões de brasileiros, mais obscena é aquela carinha cínica do Fabrício Queiroz mentindo descaradamente.
Carlos Moraes (São Paulo, SP)

 

Gastamos milhões em uma festa que só gera esse tipo de comportamento. Muitos turistas são atraídos para cá, mas qual o principal intuito deles? Sexo fácil. Promiscuidade, drogas e muito mais, inclusive a prostituição infantil. O presidente está certo. Devemos acabar com o financiamento público.
André Queiroz (Santo André, SP)

 

Enquanto toda a mídia comenta o tuíte do presidente, o laranjal floresce, a caravana passa e as investigações ladram.
Patricia Aude (São Paulo, SP)


Outros Carnavais

Itamar Franco ao lado de Lilian Ramos - Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Sobre “1994, o ano em que a República perdeu a calcinha”, é uma reportagem suja de baixíssimo nível que não trouxe qualquer informação que valesse a pena. O presidente em questão já faleceu e seus descendentes não merecem ver tal vexame. A senhora fotografada mora em outro país e lá recebe o jornal e “de graça” tal afronta, tanto para si como para sua família. Para que isso, Folha?
Maria Luiza Arrizabalaga Rodrigues 
(Praia Grande, SP)



Tragédia em Brumadinho
Corajoso, equilibrado e oportuno o texto de Horacio Piva (“Acidente da Vale é uma história a ser contada”) . Para reduzir de fato a possibilidade de novas tragédias, o fundamental é diagnosticar corretamente as suas causas. 
Pedro Moreira Salles (São Paulo, SP)

 

Impressionante a que ponto chega o “puxa-saquismo” de um representante de uma elite de pessoas que deveriam se guiar por outros parâmetros. O sr. Horacio Lafer Piva afirma que “conhece a atenção do ex-presidente quanto aos riscos de uma companhia e que lida bem com crises”. Que atenção foi dispensada aos riscos? O risco era de alto a altíssimo, pois, além de ser de alteamento a montante, a barragem já apresentava problemas de erosão e liquefação.
Geraldo Cesar Rocha, especialista em riscos ambientais (Juiz de Fora, MG) 


CCR
Em que lugar do mundo o Estado negocia com bandido (“Com acordo, CCR reconhece propina em pedágio e vai reduzir tarifa em 30% no PR”)? A regra é simples: roubou, devolve tudo ao cidadão que pagou por pedágios caros quase 20 anos, execute as obras de forma imediata e, por último e mais importante, pague a indenização a todas as famílias de vítimas nos trechos não duplicados. Nos termos propostos, o crime compensa, como compensou para a Vale em Minas Gerais.
Ana Beninca (Maringá, PR)


Pio 12

O papa Francisco - Tiziana Fabi/AFP

 


Muito oportuna a reportagem “Vaticano abrirá arquivos secretos de Pio 12”. A abertura dos arquivos que revelarão a verdade sobre a postura do Vaticano durante a Segunda Guerra Mundial é uma atitude imprescindível para o avanço do diálogo entre a igreja e a comunidade judaica.
Michel Schlesinger, rabino da Congregação Israelita Paulista e representante da Confederação Israelita do Brasil para o diálogo inter-religioso (São Paulo, SP)


Imprensa
Sobre “A imprensa malvada”, de Joel Pinheiro da Fonseca, a imprensa promove uma guerra santa, uma jihad, contra Jair Bolsonaro desde as eleições. Os ataques são ferozes e irracionais contra um governo que recém-tomou posse. Na Folha, temos vários articulistas defendendo Lula. Não há um único defendendo Jair Bolsonaro. A radicalização nas redes sociais é alimentada pela imprensa. 
Rui Izukawa (São Paulo, SP)

 

O colunista não entendeu ainda que os que apoiam o governo com serenidade o fazem porque fecham olhos e ouvidos para a origem real do seu apoio. Não é ser de esquerda o problema da imprensa. Esquerda, para os amalucados, é tudo o que tem opinião, não concorda com eles e recusa o autoritarismo. 
Hercilio Silva (Brasília, DF)


Previdência
Discute-se hoje como será a aposentadoria futura dos trabalhadores brasileiros. Vivemos num país sem história e, como consequência, sem futuro algum. Eu me aposentei em 1983, após 35 anos de trabalho, com 8,26 salários mínimos. O tempo passou e os meus 8,26 salários caíram para 3,21, minha atual aposentadoria. Este é o nosso país e sempre será assim. Daqui a cinco ou dez anos, teremos novos políticos. Tudo será novamente mudado, e os trabalhadores serão novamente prejudicados.
Salvador Corrêa Filho (São Paulo, SP)


Colunista
Em vez de Luiz Felipe Pondé ("O bloquinho dos inteligentinhos") criticar Roger Waters por seu apoio ao BDS, movimento de legítimo boicote, desinvestimento e sanções contra Israel, melhor faria para a paz mundial se convencesse Israel a, depois de décadas, respeitar o direito internacional e resoluções da ONU e desocupar os territórios palestinos ilegalmente ocupados. 
Mauro Fadul Kurban (São Paulo, SP)


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