Apoiar um governo que age para destruir o futuro do país é aberração moral, diz leitor

Leitor critica pessoas que se apresentam como 'cidadãos de bem'

Governo Bolsonaro
Há um grande número de pessoas que se apresentam como "cidadãos de bem". Falam constantemente em "valores", mas passam a maior parte do tempo chamando todos que discordam de sua ideologia retrógrada de "comunistas". Não se trata apenas de falência intelectual, mas, sobretudo, de uma aberração moral: apoiam um governo obsceno, que age às claras para destruir o futuro de nosso país ("Bolsonaro vai unir o Brasil").

Tito Palmeiro (Rio de Janeiro, RJ)

O presidente Jair Bolsonaro - Pedro Ladeira/Folhapress

Ilustração
Adams Carvalho/Folhapress

Diferentemente dos grupos do nobre colunista, aqueles a que pertenço não enxergam da mesma maneira o presidente até agora. Há erros e alguns pontos fora da curva, mas nada que se compare às pessoas que apoiam Nicolás Maduro. Isso sim é atentar contra a democracia.

João Luiz Baltazar Alves (Rio de Janeiro, RJ)


Bispo da jararaca

É fácil dar entrevista para leitores que desconhecem sua atuação ("'Bispo da jararaca' diz que igreja não é de esquerda ou direita e volta a atacar PT"). Seus discursos que antecederam as eleições do ano passado eram claramente pró-Bolsonaro.

Kelly Guimarães (Diamantina, MG)

Dom Darci Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) - Matheus de Souza/CNBB

Enfim uma opinião equilibrada, que não se coaduna com as hipocrisias da extrema esquerda nem com a visão obtusa da extrema direita.

Flávia Vieira Guimarães Hartmann (Brasília, DF)


Fernando Haddad

Não faz muito sentido entregar uma coluna na Folha para Fernando Haddad, um fantoche do lulismo. A diversidade de opiniões é ótima e desejável, mas uma coluna para uma figura como essa não faz o menor sentido. O PT literalmente destruiu o país, criou a maior organização criminosa oficial que se tem notícia e atualmente tem uma única bandeira: Lula livre. Podemos esperar já na próxima coluna alguma menção a isso.

Fabio Ferreira (São Paulo, SP)

A Folha acertou ao convidar o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad para integrar o seu grupo de articulistas —sou eleitor dele. Só acho que ele deve ser mais contundente em suas análises, afinal um intelectual deve ser sempre um contestador, e não um conciliador. Fernando Haddad deve comportar-se como um pensador no jornal, e não como um político.

Paulo Sérgio Cordeiro Santos (Curitiba, PR)


Navegação de cabotagem

O Brasil ainda há de descobrir o trem ("Cabotagem cresce 18% após paralisação de caminhoneiros").

Mário Barilá Filho (São Paulo, SP)


Educação a distância

Conteúdos teóricos são perfeitamente adequados à EAD, com esclarecimentos do professor e colaboração entre estudantes via rede ("A expansão da educação a distância é um modelo válido?"). Conteúdos práticos são resolvidos preliminarmente via simulações online seguidas de experiências presenciais sob mentoria docente. EAD tem superioridade por ser elaborada por equipe de 10 ou mais profissionais, resultando num produto diligentemente preparado, enquanto o professor presencial sofre as variáveis da sua sala de aula.

Fredric Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) e professor emérito da USP (São Paulo, SP)


Prefeito de Nova York

O prefeito de Nova York, o famoso "quem?", quer tirar onda de muito esperto ("Bolsonaro é um 'valentão' que foge, diz prefeito de NY"). Ataca sem conhecer o presidente do Brasil, por pura ideologia. Nova York se livrou de ser a pior cidade do mundo por ter tido postura idêntica à que Bolsonaro sugere para o Brasil. Esse prefeito é mais um bobalhão que será, em breve, esquecido.

Roberto Moreira da Silva (São Paulo, SP)

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio - Shannon Stapleton/Reuters

Dadas as bizarrices e os arroubos de nosso governante e seus asseclas, não duvido de que "olavetes" e "carluchistas" radicados nos EUA peçam o impeachment do alcaide da Big Apple, Bill de Blasio.

José Roberto Machado (São Paulo, SP)


Indústria da multa

É desanimador ver um intelectual do nível de Demétrio Magnoli aderir à tese da "indústria da multa" ("Faroeste Brasil"). É óbvio que a sinalização geral não é perfeita, mas uma das sinalizações mais claras é a da velocidade máxima. É um item que todos os motoristas conhecem (e muitos desgostam). O radar (bem regulado) não "fabrica" uma infração, quem a comete são os condutores, por sua livre vontade.

Eduardo A. Vasconcellos (São Paulo, SP)


Alimentos ultraprocessados

O médico e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP Carlos Augusto Monteiro - Bruno Santos/ Folhapress

Excelente a reportagem "Alimentos industrializados estão acabando com as culturas gastronômicas" , de Gabriel Alves. As informações prestadas pelo professor Carlos Augusto Monteiro são importante alerta de saúde pública para que o leitor avalie melhor os seus hábitos alimentares.

Heitor Fecarotta (São Paulo, SP)


'Funk sensual'

Está claro no texto "Atriz da favela ensina a rebolar ao som de ritmos afro e 'funk sensual'" que "homens héteros não são bem-vindos". Isso é segregação? Óbvio. Imagine a hecatombe se o oposto fosse publicado dessa forma arrogante: "Ator de favela ensina a beijar —aviso: homossexuais nem passem na porta".

Ricardo Cohen (São Paulo, SP)


Camisas de futebol

Sobre a reportagem "Camisas de futebol explicam a evolução econômica brasileira", outro caso de sucesso foi o do Fluminense com a Unimed. O clube foi da Série C de volta para a Série A, e a empresa saltou do quinto lugar para o primeiro entre os planos de saúde no Rio de Janeiro.

Lourival Araújo Gonçalves (Uruguaiana, RS)


Literatura

O poeta Mário Quintana, em foto de 1985 - Avani Stein - 12.dez.1985/Folhapress

Em 1º de maio de 1994, morreu Ayrton Senna e no dia seguinte a Folha publicou um caderno inteiro sobre ele. Ótimo. Merecia. Em 5 de maio, morreu o poeta e tradutor Mário Quintana. Na Primeira Página, a Folha noticiou a morte no canto inferior direito. Agora, Senna foi devidamente lembrado no aniversário de 25 anos de sua morte, com muitas matérias e artigos. No dia 5 de maio, 25 anos da morte do poeta e nenhuma linha sobre ele.

Mouzar Benedito (São Paulo, SP)


Quadrinhos

Sou leitor de longa data da Folha. Faço uma observação sobre os quadrinhos (Ilustrada): a qualidade está caindo cada vez mais. Alguns não têm graça nenhuma.

Waldemar Saraka (São Paulo, SP)

Parabéns para Estela May, pelo texto e pelo traço.

Luiz Sergio Brunozi (Barretos, SP)


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