Permanência de ministro do Turismo no governo fere ética e lisura, diz leitor

Contato da família Bolsonaro com milícia e recuo do presidente quanto a Moro no STF são alvos de críticas

Coaf e ministro do Turismo
Esse ministro já deveria ter se afastado ou ser afastado até que se apurem e concluam as investigações (“Coaf aponta operações bancárias suspeitas de ministro do Turismo”, Poder, 17/5)!  Mas parece que ética e lisura não são bem o norte desse (des)governo!
Marluce Martins de Aguiar (Vitória, ES)

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio - Pedro Ladeira - 15.mar.2019/Folhapress


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Não temos para onde correr: todo político é bandido! Quando teremos presidente e políticos que cuidem do Brasil? 
José Afonso Barbosa Afonso (Morrinhos, GO)


Bolsonaro, Moro e o STF
Bolsonaro deveria mudar (“Bolsonaro agora diz que não ofereceu STF a Moro”, Poder, 17/5). Parece patológico. Deixa todos na expectativa do momento em que ele vai desdizer o que não deveria ter dito.
Ricardo Campos (Mossoró, RN)
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Com sua fala, Bolsonaro parece ter concedido três coisas para Moro: colocou em dúvida sua imparcialidade, acabou com sua carreira política e sepultou a indicação ao STF.
Adalberto Kamura (São Paulo, SP)


Quebra de sigilo e milícias
A investigação sobre Flávio é um exemplo de como deve funcionar a Justiça (“Apuração sobre Flávio pode avançar sobre milícia, PSL e primeira-dama”, Poder, 17/5). A Justiça foi eficiente na detecção do delito e na apuração dos fatos, baseada em provas reais, e não em convicções. A conclusão do processo, com Flávio preso e o capitão deposto do cargo, será um marco no combate ao crime de colarinho-branco. Não adianta colocar políticos idosos na cadeia depois de passarem a vida toda roubando o dinheiro do povo. Tem que cortar o mal no começo.
Miguel Neto (Brejo Santo, CE)

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Alguém tem dúvida da ideia central de que o gabinete de Flávio Bolsonaro comandou a lavagem de dinheiro das milícias armadas do Rio de Janeiro? Flávio Bolsonaro homenageava milicianos com medalhas da Câmara.
Wagner Castro (Rio de Janeiro, RJ)
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Avante, investigações! Fora, milicianos!
Fabio Dantas (Criciúma, SC)


Impeachment
Impeachment entrou no radar de quem? Já estão querendo ganhar no tapetão? Cadê os democratas ? Se é assim (“Impeachment de Bolsonaro entra no radar”, Reinaldo Azevedo, Poder, 17/5), os militares têm mais chance. Os militares já entraram no seu radar, Reinaldo?
Lineu Saboia (Salvador, BA)
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Eu gostei da sua análise, Reinaldo Azevedo. Estamos caminhando nessa direção outra vez. A lei deveria mudar, e candidatos a cargos públicos devem passar por cursos básicos de legislação, orçamento público, planejamento, gestão etc.
Rosa Siqueira (Porto Alegre, RS)


Ofensas sexistas
Eu achei que foi pouco! A condenação deveria ser maior (“Construtora terá de pagar R$ 400 mil por ofensas em obra”, Mercado, 17/5). Deveria ter reunido todos os que praticaram as ofensas e dado aula de civilidade. É inadmissível que, em pleno século 21, as empresas fechem os olhos quanto a essas agressividades sexistas.
Neli Faria (São Paulo, SP)

Início das obras de torres comerciais da Gafisa, em São Caetano do Sul
Início das obras de torres comerciais da Gafisa, em São Caetano do Sul - Alessandro Shinoda/Folhapress

Tendências / Debates
O artigo da escritora Claudia Tajes (“A República do Falo, Tendências / Debates, 17/5) escancarou tudo aquilo que se pensava, mas não estava assimilado sobre a loucura do projeto sobre porte ou posse de armas. É isso, nem precisando de psicólogo para confirmar.
José Paulo Pereira (Taubaté, SP)
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“Um aluno em defesa da universidade pública”, de André Rosa, e “A república do falo”, de Claudia Tajes, são excelentes, dizem o que é necessário saber sobre o governo atual, não recorrendo à ideologia. Além disso, ambos nos põem em contato com o que há de melhor em termos de redação.
Newton Cesar Balzan, professor aposentado (Campinas, SP)


Educação
O Brasil gasta em educação mais do que outros países (“Verba livre de universidades federais retrocede uma década”, Cotidiano, 17/5), mas registra avaliações medíocres. Presidente: quem são os idiotas? Os alunos, que não aprendem, os professores, que não sabem ensinar, ou nós, que pagamos por tudo isso?
Luis Gonzaga Batagin (Capivari, SP)


Joana D’Arc
Ela cometeu grande deslize, realmente (“Justiça de SP condenou professora com pós falsa por não prestar conta à Fapesp”, Cotidiano, 17/5). Mas isso apaga o trabalho que ela desenvolve numa escola pública, onde alunos se transformam em verdadeiros cientistas, que possibilitou o registro de mais de 15 patentes internacionais? Muitos só querem jogar pedra nos pecadores e são incapazes de enxergar seus méritos, ainda mais quando a pessoa é preta e de origem humilde.
Marcos Jose Ortolani Louzada (Juiz de Fora, MG)

A pesquisadora Joana D'Arc Félix de Sousa dá entrevista após palestra na feira Bett Educar
A pesquisadora Joana D'Arc Félix de Sousa dá entrevista após palestra na feira Bett Educar - Gabriel Cabral/Folhapress


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Já deram informações suficientes para a análise dos leitores, vão insistir para a crucificarem? Foco nas coisas relevantes que interessam ao país. É urgente essa vertente do jornalismo como contribuição à nossa evolução enquanto sociedade.
Raimunda Santana (São Gonçalo, RJ)
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Deixem essa mulher em paz! Os erros dela não interessam a um país inteiro.
Cibele Souza (Salvador, BA)


Proteção do Xingu
Raoni luta pelo seu povo. Desta vez, ele foi recebido pelo presidente da França, Emmanuel Macron, que prometeu ajudar a construir muros verdes, diferentes dos de Donald Trump e a serem feitos com bambus, para evitar o acesso de madeireiros, garimpeiros e caçadores que costumam invadir o Parque Nacional do Xingu (“Macron recebe líder indígena Raoni em Paris e oferece ajuda para proteger o Xingu”, Ambiente, 17/5). Perdeu uma grande oportunidade o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de ajudar o líder indígena. 
José Pedro Nasser, ecologista (Curitiba, PR)

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