'Todos temos a aprender com os japoneses', diz leitor

Em declaração recente, Bolsonaro fez associação entre o país e 'miniatura'

Código Florestal

Aqueles que defendem um futuro melhor para si e para as próximas gerações devem parabenizar —por ora— o presidente do Senado e pressionar os membros da Casa para que tal retrocesso não seja aprovado (“Flexibilização do Código Florestal vira queda de braço entre Câmara e Senado”). Não sejamos imediatistas. Vamos pensar no amanhã.

George Antonio Santos (Quipapá, PE)


Governo Bolsonaro

Parabenizo o articulista pela sensatez em seus comentários (“Bolsonaro, seu bobo”, de Fernando Schüler). Ultimamente está difícil encontrar bons artigos publicados nesta Folha quando se comenta a política brasileira. O que se vê hoje em dia só serve para alimentar a desunião entre as pessoas. E isso é do que menos precisamos.

Paulo Sergio de Souza Moreira (Mogi-Guaçu, SP)

Puxa, acabei de descobrir que, sob a ótica de Schüler, o Brasil tem um grande estadista como presidente. Os Poderes estão trabalhando e se entendendo como uma máquina superazeitada, a população se manifestando de maneira pacífica e “ordeira” e vivemos num país onde a palavra crise está a milhas de distância. Bem-vindos à terra de Oz.

Sandro de Oliveira (Goiânia, GO)

Finalmente um artigo sereno e sensato, parabéns. Em época de bravatas virtuais, faz muita falta a serenidade.

Carlos Tardivo (São Paulo, SP)

Dos jornais, o que mais teria condições de ajudar a refundar o Estado brasileiro seria a Folha, por seu pluralismo e histórico positivo, como a campanha das Diretas-Já. Na época, soube identificar as aspirações nacionais e foi a instituição catalisadora da reconquista da democracia. No pós-PT, depois da tentativa deste de cooptar o Estado brasileiro, ficamos órfãos.

Carlos Eduardo Gomes (Santos, SP)

Reforma da Previdência

Lembram-se da campanha “Dê ouro para o bem do Brasil”? É de 1964, nos primórdios da ditadura, o tempo que Jair Bolsonaro quer reviver. Assim, por inspiração de Paulo Guedes e acólitos, o governo Bolsonaro vai lançar nova campanha: “Doe sua aposentadoria para o bem do Brasil”. Maravilhoso.

Luiz Fernando Schmidt (Goiânia, GO)


Piadas?

Fora muitas amizades, nada tenho a ver com os japoneses, sou neto de quatro italianos. Aproveito a coluna de Contardo Calligaris (“Tudo pequenininho aí?”) para manifestar uma impressão que sinto há tempos sobre as desastrosas manifestações de nosso presidente sobre os bravos orientais: “Pequenininhos” são o cérebro, a cultura, a educação e a ética do senhor Bolsonaro.

Caetano Brugnaro (Piracicaba, SP)

Nunca vi, em décadas, tendo morado em três estados e visitado outros dez, bullying contra japoneses, a não ser a piadinha velha, de péssimo gosto e da qual poucos acham graça (“Piadas provocam revolta, risos e medo de bullying na comunidade japonesa”). Todos temos a aprender com os japoneses.

Bruno Andreoni (Cachoeira Paulista, SP)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) faz piada com turista japonês ao passar pelo aeroporto de Manaus (AM) a caminho de Dallas (EUA)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) faz piada com turista japonês ao passar pelo aeroporto de Manaus (AM) a caminho de Dallas (EUA) - Reprodução

Contrato

Para o bem da verdade, informo, a respeito do artigo publicado nesta Folha, nesta quinta-feira (30), por James Ackel, sob o título “Laranjas, falta de pagamento e Supremo”, que o contrato assinado com a produtora foi totalmente pago e declarado à Justiça Eleitoral. Qualquer contrato verdadeiro e sério deve ser assinado para ter efeito legal. Não se deve usar a Justiça Eleitoral para tentar ampliar ganhos ou demais finalidades.

Márcio França, presidente do PSB-SP e ex-governador do estado de São Paulo


Everest

Verdadeira a coluna “Lá em cima, o fundo do poço”, de Roberto Dias. Assim segue sendo em todos os pontos turísticos do mundo onde a pobreza impera. Há de ter consciência e controle sobre isso.

Alexandre Monteiro (Itaúna, MG)


Carta a um jovem

O artigo “Carta a um jovem brasileiro”, do físico e professor Rogério Cezar de Cerqueira Leite, é uma crítica contundente e comovente sobre o avanço da ignorância no governo deste presidente do baixo clero oportunista. 

Marcelo Coutinho Vargas, professor da Universidade Federal de São Carlos (São Carlos, SP) 


Vaivém das Commodities

Nas últimas três décadas, o Brasil se transformou em uma das principais potências agrícolas e pecuárias do mundo. E o espaço Vaivém das Commodities teve um papel fundamental nessa evolução ao revelar desafios, propor mudanças e apontar tendências. Por isso, cumprimento Mauro Zafalon e este jornal pelos 30 anos ininterruptos de excelente cobertura de um dos setores mais importantes da economia nacional (“Vaivém das Commodities acompanha 30 anos de revolução do agronegócio”). Que a coluna continue levando aos leitores informações essenciais do campo por muitos anos!

Jorge Görgen, gerente de relações com a imprensa da América do Sul da CNH Industrial (São Paulo, SP)


Autódromo no Rio

A Folha cometeu erros graves de informação e procedimento em reportagem sobre o autódromo do Rio (“Derrubada de 180 mil árvores embasa pedido contra autódromo de Deodoro”). Com simples checagem, descobriria que o Exército nunca permitiu o acesso de ambientalistas para a realização de estudo que sustente a tese de que 180 mil árvores serão derrubadas. O local era uma fazenda de café, mata secundária. O jornal ainda publicou nota da Rio Motorsports enviada para comentar outro assunto, algo que contraria o Manual da Redação. Ao consórcio foi negado o direito de outro lado.

José Antonio Pereira Júnior, presidente da Rio Motorsports

Resposta do editor de Esporte, Paulo Passos - A editoria contesta que houve erros de informação e procedimento. A Folha procurou os assessores da Rio Motorsports um dia antes da publicação da reportagem. Eles informaram que José Antonio Pereira Júnior não se pronunciaria sobre o relatório que embasou o pedido do MPF. A nota citada pelo presidente da Rio Motorsports foi divulgada pelo consórcio no dia do pedido da liminar do MPF.


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