'Triste é o futuro com mais armas e menos educação', diz leitor

Jair Bolsonaro assinou decreto que flexibilizou regras para o porte de armas

Armas

O Supremo Tribunal Federal e o Congresso têm de intervir urgentemente na insanidade bélica do governo Bolsonaro, senão vamos transformar o Brasil num autêntico bangue-bangue tropical, isso em um país no qual morrem mais de 60 mil pessoas assassinadas num ano (“Decreto de Bolsonaro dá porte de arma a 20 diferentes categorias profissionais”). E causa espanto ver o forte apoio que o presidente tem no meio evangélico. Como juntar Deus e Jesus com armas e balas? “Não matarás” não é um dos dez mandamentos?

Pedro Valentim (Bauru, SP)

Sugiro aos governos de todas as esferas, e por que não ao próprio cidadão, que lancem a campanha troque suas armas por um livro.

Oswaldo Alves (Garanhuns, PE)

Sabem por que o Brasil vai afundar cada vez mais em todos os sentidos? O governo Bolsonaro inspira somente medo na maioria da população. Não há esperança. E, sem esta última, nenhum país se desenvolve. Triste é o futuro do país com mais armas e menos educação, menos direitos e mais exploração, menos meio ambiente e mais destruição, mais guerra ideológica e menos democracia, mais Estados Unidos e menos Brasil.

Cristiano Penha (Campinas, SP)

Jair Bolsonaro (centro) durante cerimônia em que assinou decreto com novas regras relacionadas ao porte de armas e munições
Jair Bolsonaro (centro) durante cerimônia em que assinou decreto com novas regras relacionadas ao porte de armas e munições - Pedro Ladeira/Folhapress

Governo Bolsonaro

Brilhante artigo (“A batalha da hora”, de Maria Hermínia Tavares). Que clareza de colocação! Infelizmente poucas pessoas se dão conta do verdadeiro desmanche democrático que está acontecendo no país. Menos pessoas ainda se dignam a se informar para, assim, refletir.

Camila Dammann (São Paulo, SP)

Só nos resta torcer, no curto prazo, contra o Brasil, a fim de que o governo naufrague, não conseguindo aprovar coisa alguma? Ou devemos torcer para a melhora da economia, correndo o risco de o governo populista se aproveitar disso para que parte da população o defenda contra a própria democracia?

Francesco Bernardo Pereira (Varginha, MG)

Eleitores do Bolsonaro, por favor, leiam com olhos respeitosos as considerações da professora Maria Hermínia Tavares. Ela é uma das cientistas políticas mais importantes do Brasil. Acima do flá-flu que virou o país, o que está em risco é a democracia e o nosso direito de opinar. Vamos nos unir para preservá-la?

Olivia Perez (Teresina, PI)    


Militares X Olavo

Depois das ofensas dirigidas por Olavo de Carvalho ao general Eduardo Villas Bôas e dos elogios do presidente da República ao primeiro, chego a uma triste conclusão: Olavo é quem manda no Brasil. Bolsonaro é apenas seu relações públicas (“Bolsonaro tenta encerrar crise com militares, mas defende o pivô Olavo”).

Maria Thereza Vergueiro (São Paulo, SP)

Colunista

Linda a coluna “Sem sombra à vista”, de Mariliz Pereira Jorge. Deparar-se com a beleza do seu texto faz com que o dia seja melhor, ao saber que existe pessoas com nível cultural elevado. Isso faz com que ainda acreditemos em nosso país. Parabéns.

Antenor Baptista (São Paulo, SP)


Grupos ideológicos

Excelente a iniciativa (“Bolha à direita é mais fechada que à esquerda”, Poder, 9/5)! Apesar de ser um trabalho feito com base no Twitter, permite mesmo a quem não é ativo na rede social confirmar sua autoavaliação de perfil na escala básica ideológica, pelo que assina, assiste e escuta. Mas queria que minha bolha, de centro-esquerda aberta à divergência, fosse maior.

Rogério Colombini Medeiros (São Paulo, SP)


Bloqueio de bolsas

Sem investir em formação de pesquisadores e na produção de conhecimento, não há desenvolvimento. Marchamos rápido na direção da Idade das Trevas (“Gestão Bolsonaro bloqueia bolsas de pesquisa pelo país”).

Fatima Marinho (São Paulo, SP)


Política antidrogas

A frase final do artigo (“Descriminalização do consumo de drogas no STF”, de Cristiano Maronna e Juana Kweitel) resume, pelo seu oposto, o que é a política atual antidrogas: injusta, ineficiente e desumana. Meninos, que deveriam estar estudando ou em projetos de primeiro emprego, são recrutados pelo tráfico desde muito cedo; a polícia é corrompida e, portanto, ineficiente; os usuários não têm a quem recorrer caso queiram ajuda. Trata-se de uma política que não apenas não funciona como perverte o tecido social das populações mais vulneráreis.

Beatriz Bracher (São Paulo, SP)


Punição de deputados

Pobre Justiça que, ao condenar um deputado estadual corrupto, pode ter sua decisão revogada por uma Assembleia formada por políticos, muitas vezes de conduta duvidosa, cujo interesse é libertar o sentenciado (“Supremo permite que Assembleias revoguem punição de deputados”). Mais um “Troféu da Impunidade” conquistado pelo Supremo.

Roberto Bechara (Limeira, SP)


‘Violência obstétrica’

Ótima a contribuição da professora Carmen Simone Grilo Diniz, da Faculdade de Saúde Pública da USP, sobre os muitos constrangimentos por que passam, em alguns serviços de saúde, muitas parturientes. Urgente para se pensar, pesquisar e debater.

Romeu Merhej, médico (São Carlos, SP)


Ex-ministro da Educação

Muito pertinente o artigo “De cigarra a barata tonta”, do ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro. Lembrou-me muito a seguinte máxima: o ótimo é inimigo do bom.

Paulo Pandjiarjian (São Paulo, SP)


Assinatura para professores

Parabéns à Folha. Os professores, como todos sabemos, recebem pouco para desempenhar tarefa tão importante. Precisam ter acesso à informação de qualidade, o que, em regra, só se consegue pagando. Portanto, congratulo mais uma vez o jornal pela bela iniciativa.

Adilson Nunes Rodrigueiro (Novo Hamburgo, RS)

A Folha tem publicado a notícia oferecendo assinatura grátis para professores de todo o país, com a intenção de que sejam persuadidos e persuadam seus alunos a apoiar ideias e políticas de esquerda, bem como ideologias de gênero, na tentativa também de, por meio dos professores, preparar a nova geração para um futuro pervertido e deplorável. A Folha já foi um jornal prestável, hoje suas notícias são um lixo.

Lidio Ribeiro (Orlando, Flórida)


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