'Lula provavelmente não sabe que há código de ética', diz leitora

Ex-presidente pôs em dúvida ataque a faca contra Jair Bolsonaro em Juiz de Fora

Disparos no WhatsApp

Como podemos ter esperança e confiar em nossas instituições se um juiz exclui de um processo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um empresário considerado peça-chave para a apuração pelo simples fato de não conseguir localizá-lo (“Investigação no TSE sobre mensagens em massa engatinha”)?

Maria Elza Sigrist (Campinas, SP)

Patrícia Campos Mello continua a fazer um trabalho profundo de investigação jornalística (“Empresas contrataram disparos pró-Bolsonaro no WhatsApp, diz espanhol”), mas parece que as evidências do uso do WhatsApp para a campanha de Jair Bolsonaro não estão repercutindo judicial ou politicamente na mesma dimensão vista após a entrevista que revelou o chamado mensalão. 

Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP) 


A Folha presta um excelente serviço à nação. Sua linha editorial —que se fundamenta na independência, no interesse público e na honestidade intelectual— alcança o nível de excelência. A Folha faz jornalismo sério, não panfletagem ideológica, e isso incomoda muita gente poderosa que acha que pode fazer do jornalismo um menino de recados.

Sandro Oliveira de Carvalho (Curitiba, PR)


Mensagens vazadas

O meu espanto frente à credibilidade dada a um site financiado sabe-se lá por quem, feito por ativistas e que só se concentra em um lado (“A moral do moralizador”, de Angela Alonso). Quer dizer que as conversas entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol são menos republicanas do que o saque feito aos cofres públicos? E quem acredita na Lava Jato é fanático? Ok. Parabéns para esses militantes, sem fanatismo e sensatos. O crime compensa e eu sou fanática por não gostar de quem os comete.

Evelyne Furtado (Natal, RN)

Deixando de lado a questão se Lula é inocente ou não, o que importa é que o ex-presidente não foi devidamente julgado e condenado. O ex-juiz que se julgava juiz, mas que não agiu dentro da conduta de um juiz, não cumpriu os requisitos legais. Fugiu da moralidade e da ética profissional exigidas. Pena que não estamos em um país sério. Se estivéssemos, ele já teria sido afastado do cargo público, porque não merece exercê-lo.

Edson Carlos Morotti (Curitiba, PR)

O vazamento de mensagens parece ter como objetivo proteger alguém que poderia se tornar alvo da Lava Jato (“O autoengano de Moro e Deltan”, de Elio Gaspari). Seu alvo não é a revogação de sentenças ou o fim das aspirações políticas do ministro Moro. Parece que a intenção é destruir definitivamente a Lava Jato, o que me leva a concluir que ela prestou um serviço muito positivo ao país.

Marcelia Guimaraes Paiva (Juiz de Fora, MG)

Servidores aposentados

Podem falar o que for, mas nas condições em que nós, servidores públicos, trabalhamos e vivemos, muito mais confortavelmente que a grande maioria da classe trabalhadora brasileira, considero vergonhoso nos aposentarmos antes dos 65 anos e ainda termos direito à paridade e à integralidade.

Daniel Guerrini, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Londrina, PR)


Teorias sobre a facada

Lula endossou a teoria da conspiração de que a facada em Bolsonaro poderia ter sido forjada: “Tem uma coisa muito estranha, uma facada que não aparece sangue” (“Verdade em xeque”, de Pablo Ortellado). O ex-presidente provavelmente não sabe que por trás de qualquer atividade médica existe um código de ética. Um código que carrega crédito e confiança, que não tem partido e que não forja intenções. Essa teoria delirante é só para enganar a mente de quem não enxerga a verdade.

Antonia de Fátima Parente de Araújo (São Paulo, SP)

Cobrança mantida

Certíssimo (“Bolsonaro veta retorno da bagagem gratuita”). Para aumentar a concorrência e baixar preços, temos que começar retirando regulamentos inúteis e errados do mercado. Preços caem por causa da concorrência, não porque existem leis.

Eduardo Leiva Bastos (Novo Hamburgo, RS)


Consumo de conteúdo

Parabenizo Patricia Blanco pelo artigo “Educação midiática”. Trata-se de excelente indicativa do Instituto Palavra Aberta. Sugiro à Folha que busque, por meio de reportagem e/ou entrevista, explorar o assunto. 

Rodrigo da Silva (Curitiba, PR)


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