Não há absolutamente nada de ilegal ou antiético na conduta de Moro, diz leitor

Ex-juiz interferiu em acordo com delatores da Lava Jato

Sergio Moro
A Folha está agindo de má-fé. Não há absolutamente nada de ilegal ou antiético na conduta do MPF ou do ex-juiz (“Mensagens apontam que Moro interferiu em negociação de delações”). A ação desse jornal beira a irresponsabilidade.
Aimar Matos (Brasília, DF)

O ex-juiz, atuante como líder e agora mentor das condições de delações, novamente afronta o Estado de direito. Esse é um modo de operação padrão. Parece que estamos apenas a um milímetro de o juiz determinar que apenas aceitaria delações em que o PT ou o ex-presidente Lula fossem envolvidos.
Luiz Goes (São José dos Campos, SP)

Para combater essas organizações (que sumiram com bilhões de reais), é preciso mesmo ter boas estratégias. Parabéns pelo trabalho em equipe. E viva a Lava Jato.
Flavio Cabral Costa (Jundiaí, SP)

Chegará um momento em que os excessos desses senhores se tornarão indefensáveis e comprometerão os processos por completo. Quando não se teme a lei, mas o juiz, a lei vira apenas adorno para performances excessivas.
Leonardo Ferreira Farias Cunha
(Brasília, DF)

Por que tantos questionamentos sobre uma operação que desvendou o maior crime de corrupção do Brasil? Que condenou com provas irrefutáveis mais de 130 grandes e poderosos bandidos? O então juiz Sergio Moro, iniciador e condutor de todo o processo, não podia orientar a PF nem conversar com procuradores? Não podia impor as condições das delações? Podia o que então? Tem muita gente poderosa nessa história querendo desqualificar os crimes.
Angelo Prodossimo (Curitiba, PR)


Slogan da Embratur
“Brazil. Visit and love us” parece português mal traduzido para o inglês (“Conotação sexual de slogan da Embratur para turistas causa polêmica”). Dado que o país, lamentavelmente, é foco de turismo sexual, vai passar pela cabeça de muita gente essa conotação. Mesmo que se tenha tratado (provavelmente) apenas de uma tradução malfeita de um slogan pensado primeiro em português.
Severino Toscano do Rego Melo
(São Paulo, SP)

A frase é dúbia e ruim, e o layout é péssimo e infantil. A gente ri só para não chorar do fiasco. Quem quer visitar o “Brazil” da piada pronta?
Rosemeire Campos (Sorocaba, SP)


Ministro visita madeireiros
Será que entendi bem? Madeireiros ilegais que comercializam madeira extraída de terras indígenas e que queimaram equipamentos do Ibama receberam visita de solidariedade do ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente (“Salles faz visita a madeireiros em Rondônia após atos contra Ibama”)? O Brasil está se tornando um país surreal.
Maria Luiza Portugal Gonçalves (Ribeirão Preto, SP)

O Brasil agora tem um ministro que olha diretamente as dificuldades ambientais no local do problema.  É diferente dos antecessores, que viviam dando satisfações a ONGs e à imprensa, mas nas dificuldades iam para Paris ou Londres fazer graça com o povo.
José Roberto Alferes Siqueira
(Cacoal, RO)


FGTS
O dinheiro do FGTS deve ser utilizado na construção civil, mais especificamente no financiamento da construção de moradias para as classes média e baixa. Com isso você gera empregos, renda, estimula o comércio. Simplesmente jogar o dinheiro nas mãos do trabalhador apenas servirá para pagar dívidas e devolver dinheiro aos bancos (“Pressão de setor da construção leva governo a adiar medidas sobre FGTS”). Medida demagógica e populista.
Fernando Fortes (São Paulo, SP)

É um absurdo o segmento da construção uma vez mais tentar impedir o acesso do trabalhador ao seu FGTS. Se o setor precisa tanto de financiamento por que não constitui com seus recursos um fundo, remunerado a 3% ao ano?
Antonio Marsura (São Paulo, SP)


Nova CPMF
Confundir reforma tributária séria com a volta da CPMF é irresponsabilidade (“Nova CPMF não passa, diz presidente da comissão especial na Câmara”). Se, para cada real arrecadado, há um real sonegado, então a mal chamada carga tributária é o dobro do que se fala. O imposto geral sobre transações financeiras e o Imposto de Renda são suficientes para aumentar a arrecadação. Quando todos pagam, todos pagam menos.
Salvy Bosco de Resende (Cuiabá, MT)

A CPMF poderia voltar como taxa simbólica, que não afetasse a economia. Era eficiente no cruzamento de informações bancárias com as declarações de IR, podendo detectar as irregularidades de forma eficaz. Quem tem medo da CPMF se pauta por conduta sorrateira.
Osvaldo Alves Rodrigues (Americana, SP)


Toffoli
O presidente do STF, Dias Toffoli, afirma que Estado sem controle do Judiciário é “fascista e policialesco” (“Estado que não quer estar sob controle do Judiciário é fascista e policialesco, diz Toffoli”). Eu pergunto: e o Estado sob o controle do STF é o quê?
Gesner Batista (Rio Claro, SP)


Toffoli tem razão. O problema é fazer isso valer para todos. Quando Moro vazou conversas de Dilma, passaram a mão na cabeça. Espero que o Judiciário retome seu prumo.
Hugo Almeida (Mariana, MG)


Flip

Sérgio Rodrigues contesta versões de que a Flip se tornou bastião das esquerdas (“De esquerda, a Flip?”). Os grandes baluartes do evento foram Zé Celso Martinez, Glenn Greenwald e Gregorio Duvivier, todos esquerdistas e representantes de minorias ditas progressistas. A Flip foi concebida para ser o festival de escritores. Onde estavam eles? O que vimos foram jornalistas, humoristas, teatrólogos e outros defendendo suas posições políticas. 
Osvaldo Cesar Tavares (São Paulo, SP)


Atentado à Amia

Pessoas olham estrago provocado por explosão da sede da Amia, em Buenos Aires, em 1994 - Julio Menajovsky - 18.jul.94/Reuters

Mais do que buscar culpados, fazemos um chamado à consciência das pessoas para uma convivência harmoniosa dos diferentes e dos iguais (“Macri assinará decreto sobre terrorismo em aniversário de atentado em Buenos Aires”). Por um mundo mais harmonioso com respeito aos pilares da nossa entidade: beneficência, fraternidade e harmonia, em defesa da cidadania, respeito e Direitos Humanos. 
Abraham Goldstein, presidente da B’nai B’rith do Brasil (São Paulo, SP)


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