Por Lula livre vale anular condenação de corruptos?, questiona leitor

Suspeito diz que hackeou mensagens e as entregou de forma anônima ao Intercept

Ação da PF

A matéria "Preso diz à PF que hackeou mensagens da Lava Jato e as entregou de forma anônima ao Intercept"  traz fatos concretos —com confissão— sobre um crime cometido por hackers. E o povo só fala que o Moro tem que deixar o cargo e ser punido, com intenção clara de anular suas decisões. Será que por Lula livre vale anular a condenação de mais de uma centena de corruptos e a recuperação de dezenas de bilhões de reais? Isso é praticamente um ato de terrorismo religioso.

Alexandre Ometto (Piracicaba, SP)

O suspeito de hackear autoridades Walter Delgatti Neto, na Polícia Federal em Brasília - Mateus Bonomi/Folhapress

O governo deve estar muito preocupado, pois os dados dos celulares podem comprovar que as conversas entre Dallagnol e Moro são reais e não foram adulteradas.

Fernando Ribeiro (São Paulo, SP)

Fica claro que muita gente ainda torce para o PT e para o fracasso deste país ("Operação contra hackers da Lava Jato ainda deixa perguntas", Opinião, 25/7).

Paulo Afonso Laurentis (Conchal, SP)

É perceptível a sanha do ministro Moro em associar as prisões dos supostos hackers com os diálogos publicados pelo Intercept ("Moro comemora ação da PF e associa prisões a mensagens vazadas"). Ao antecipar, Moro dá mais uma vez prova de sua falta de compromisso com o devido processo legal.

Johnny Torralbo Bernardo (Mauá, SP)

O que me incomoda é que os ataques a Sergio Moro são, na verdade, defesas árduas da corrupção. Fico espantado com a cara de pau dessas pessoas que aproveitam qualquer momento para atacar o combate ao que destrói este país.

Marcelo Pimentel (Campos dos Goytacazes, RJ)

A PF deixa claro que se tornou uma polícia ideológica. Suas investigações são mais rápidas quando atingem alvos aos quais seus membros são opositores políticos.

Luiz Oliveira (Lucas do Rio Verde, MT)


Governo Bolsonaro

Mariliz Pereira Jorge conhece muito bem as tricas e futricas dos atuais governantes e sabe como eles aproveitam as mordomias pagas por todos nós. Uma bela observadora de costumes ("A mamata não acabou").

Francisco Antonio Pereira da Silva (Brasília, DF)

Durante estes poucos meses do governo Bolsonaro, o Brasil assinou um importantíssimo acordo com a União Europeia, está fazendo a reforma da Previdência, privatizou a BR Distribuidora, enfim, está andando. Contudo, para a articulista, o governo só "coleciona crises e maus resultados". Estranho.

Flávio Rezende de Carvalho (Rio de Janeiro, RJ)

O critério básico de qualquer democracia é a legalidade dos atos dos seus cidadãos. Tanto os de particulares quanto os dos seus mandatários. A própria colunista reconhece: "ainda que dentro da legalidade...". Se os parâmetros da conduta ética não forem os da lei, será uma bagunça total: cada um os vê da forma que lhe apraz.

Joel Domingos da Silva (Recife, PE)


FGTS

Construir ou adquirir casa é uma decisão pessoal, não do governo. Se o indivíduo não deseja construir ou adquirir casa, mesmo tendo os meios para fazer isso, não há razão para falar em prejuízo pela liberação do FGTS ("Se achar pouco, não retira, diz Bolsonaro sobre saque do FGTS"). Prejudica o trabalhador aquele que o impede de usar seu dinheiro da forma que desejar.

Marco Aurélio Torres Antunes (Porto Alegre, RS)

Para turbinar a economia, seria necessário liberar um valor mais alto —pelo menos 10% para quem tem mais de R$ 5.000 no FGTS. Com apenas R$ 500, a economia vai continuar patinando, sem sair do lugar.

João Marino Delize (Maringá, PR)


Educação

A educação deve ser libertadora e conscientizadora ("Investir na educação é exercer autoridade em sala de aula, diz Bolsonaro"). Bitolar não produz criatividade, mas, para produzir robôs obedientes e imbecilizados, é ótima ideia.

Ernesto Pichler (São Paulo, SP)

Ter autoridade é uma coisa e ser autoritário é outra. Será que o presidente sabe a diferença?

Hugo Falcão Silva (Olinda, PE)


Obesidade

Sou gordo. Antes era ponto de referência tipo "é aquele gordo ali" ou "está perto daquele gordo". Agora está difícil, pois há muita gente gorda ("Obesidade volta a crescer no país e atinge maior índice em 13 anos"). Por outro lado, vejo as pessoas fazendo cirurgias bariátricas como fazíamos entre 1990 e 2000, é meio que moda. Isso também assusta.

Fabio Benitez Correa (São Paulo, SP)


Quadrinhos

Estela May recebe para "desenhar" essas besteiras?

Nelson Apocalipse (Itanhaém, SP)


Publicação de diálogos

Está na Constituição, não precisam ficar com medo, senhores: o sigilo da fonte ainda está amparado por nossas leis ("Folha divulga nota sobre reportagens que exploram mensagens obtidas por site"). Espero que continuem esse trabalho excelente de divulgação das falcatruas e crimes dos poderosos de plantão. O povo não espera menos de vocês.

Vera Costa (Rio de Janeiro, RJ)

Tudo, no final, se resume a saber em quem você acredita. Naquele cujo trabalho devolveu bilhões de reais à Petrobras ou em quem quer impedir que esse trabalho continue. Diz que é por causa da defesa do cidadão, mas, na prática, é só o rico que pode pagar. Os pobres continuam na prisão por meses sem ver um juiz, mesmo sendo inocentes.

Luciano Vieira (Campinas, SP)

O papel do jornalismo é esse: publicar matérias de interesse público. Foi, aliás, o que comentou o ex-juiz e atual ministro, Sergio Moro. A divulgação das mensagens do Intercept é de extrema relevância, pois grande parte da população, inclusive eu, votou ou deixou de votar com base nas notícias veiculadas na época. Ao que tudo indica, nos venderam valores distorcidos de políticos de forma premeditada.

Claudio L. Rocha (São Paulo, SP)


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