Bolsonaro imprime sua ideologia fascista e ganha adeptos, afirma leitor

Corintiano foi retirado pela PM após xingar presidente em clássico contra o Palmeiras

Governo Bolsonaro
Vivemos o início de um autoritarismo (“Corintiano é retirado pela PM após xingar Bolsonaro em clássico”). Aos poucos, o presidente vai imprimindo sua ideologia fascista e ganhando adeptos igualmente arrogantes. Ele distrai o povo com sua linguagem populista enquanto vai destruindo direitos sociais, profissionais, ambientais e pessoais. Quando o povo acordar, já será tarde demais.
Paulo Rogerio Curvelo (Cambuci, RJ)

O presidente Jair Bolsonaro - Evaristo Sa/AFP

A expressão da opinião e a liberdade de expressão têm limites, não são um direito absoluto, sob pena de apologia criminosa (injúria ou difamação) ou instigação de tumulto indevido. Corretíssimas a PM e a SSP em conduzir ao juizado para lavratura de termo circunstanciado.
Marcos Luciano Donhas (São Paulo, SP)

Perdemos até o direito de xingar político desqualificado. E tem gente achando que isso é progresso.
Alexandre Tadeu Navarro Gonçalves (São Paulo, SP)

Parabéns à Polícia Militar. Essa turba tem que entender que o governo mudou e manifestações de ódio são proibidas nos estádios.
Sergio Barracho (Guaratinguetá, SP)

Chamar criminosos de baratas é a porta de entrada para regimes autoritários e, no limite, para o extermínio (“Teoria das baratas de Bolsonaro realça diferença entre civilização e barbárie”).
Alexandre de Oliveira Ferreira (Curitiba, PR)

Bolsonaro é grosseiro em seus comentários, mas não vai transformar os policiais em bárbaros porque eles já vivem há muito na barbárie. Se você andar pela rua com uma arma e apontar para alguém para cometer um assalto, o que um policial que vir sua ação deverá fazer? Esperar que você mate a pessoa ou atirar em você antes disso?
Marisa Coan (São Caetano do Sul, SP)

A classe média alta e a elite, que jamais passaram mal, vivem o seu melhor momento com Bolsonaro. Não basta passar bem, elas precisam que o povo fique debaixo do chicote e sem direitos, duramente conquistados. Bolsonaro veio para frear a ascensão do povo ao patamar mínimo de humanidade. 
Raimundo Carvalho (Vitória, ES)

É, no mínimo, estranha a queixa de um leitor de que, mal o apresentador Richard Rasmussen foi anunciado como embaixador de ecoturismo, a Folha divulgou as sérias infrações ambientais nas quais ele está envolvido (Painel do Leitor). Parece que dói, para alguns, saber que o “mito” promove um show diário de horrores. 
Beatriz Telles (São Paulo, SP)

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Richard Rasmussen pega sucuri-amarela em banhado às margens da rodovia Transpantaneira em programa de TV - Sabrina M. Rasmussen/Divulgação

Alcântara 
David Miranda faz bem o papel irresponsável e predador da oposição brasileira (“A farsa de Alcântara”).  Ele se preocupa em ser do contra e não com o interesse do país. Discursa bem os contras do acordo, mas, quando fala dos US$ 3,5 bilhões que vamos receber, diz que tudo é uma farsa, sem nenhuma prova.
João Braga (Marília, SP)

O deputado David Miranda - Marcelo Camargo/Agência Brasil


 


Bolsonaro submissamente entrega a área de Alcântara para os EUA. Estamos retroagindo muito com este capitão pateta incompetente.
João Hilgert Martins (Imbituba, SC)
 


Inpe
O que significa 278% (“Desmatamento na Amazônia em julho cresce 278% em relação ao mesmo mês em 2018”)? A reportagem não diz quanto foi desmatado. Um campo de futebol, dois, cem? Isso prova que essas divulgações não são sérias. 
Erasmo Moraes (Brasília, DF)

   


Quem pagará pelos desmandos são nossos descendentes. Em vez de herança, deixaremos terra devastada, onde não nasce nem capim.
Murilo Soares (Bauru, SP)

A Congregação do Instituto de Física da USP aprovou uma moção de repúdio à demissão do diretor do Inpe. Uma das maiores ofensas que podem ser dirigidas a cientistas é a acusação de falsearem os resultados de suas pesquisas. O sistema do Inpe para monitoramento da cobertura vegetal na Amazônia está na vanguarda mundial. Por não ceder a pressões para falsear ou ocultar dados experimentais, o professor titular de nosso instituto, Ricardo Galvão, deu valioso exemplo de conduta para os nossos estudantes. 
Marcos Nogueira Martins, diretor do Instituto de Física da USP 


Hong Kong
O acirramento dos conflitos em Hong Kong é produto do novo modo de intervenção dos EUA em Estados situados na periferia de potências rivais. O protagonista fica fora da cena do embate e sempre pode negar participação. Ele atua “por procuração”, seja por meio de apoio a grupos rebeldes, ONGs e partidos políticos, seja via mobilização nas redes sociais, potencializando insatisfações contra o governo e culminando com sua troca.
Patricia Porto da Silva (Rio de Janeiro, RJ)


   

Parto
Excelente o artigo “Parto racional”. Enfoca a única questão que realmente merece ser discutida, que é o custo, já que pelas evidências, os partos vaginal e cesariano não se mostram um superior ao outro. Como progressistas e gestores vão dizer que preferem que a mulher pobre tenha parto vaginal com dor somente para eles economizarem? Por isso investem tanto em mentiras dizendo que a cesariana é perigosa mesmo com as  mulheres ricas a escolhendo quase sempre.
Raphael Câmara Medeiros Parente, médico ginecologista e obstetra (Rio de Janeiro, RJ)


Botão libertador
É o palavrão para evidenciar uma situação (“Você já ligou o botão do foda-se?”). Uma forma deselegante de expressão, marketing de choque para vender para mentes abertas a futilidades.
Aroldo Zella (Curitiba, PR)


Transporte urbano
As reportagens sobre o transporte por ônibus em São Paulo pecaram pela falta de respeito aos empresários do setor, que tentam realizar os serviços contratados da melhor maneira possível. Chamar os empresários de ônibus de São Paulo de “barões do transporte” ou as famílias Frias, Mesquita e Marinho de “barões da imprensa” só se justifica quando não há lide e falta criatividade ("Prancheta de papel e resistência de barões do transporte desafiam novo modelo de ônibus em SP"). Os artigos também geraram manifestações de pseudotécnicos, que deveriam ter sido feitas somente para amigos, na mesa de um bar.
Francisco Christovam, presidente do SPUrbanuss (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo)


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