Confiança na economia foi minada por campanha que visava levar os de sempre de volta ao poder, diz leitor

Segundo leitor Celso Balloti, custo desse arranjo é pago, sempre, por quem rala

PIB
Às vezes demora um pouco, mas a verdade sempre aparece, seja nas Lava Jatos da vida seja na economia. Caetano Pessoa e Fabio Ferrite (Painel do Leitor, 30/8) batem ambos no cravo: a confiança dos brasileiros na economia foi minada com uma virulenta campanha que visava apenas levar os de sempre de volta ao poder, a qualquer custo. Desde que pago, como sempre, por quem rala.
Celso Balloti (São Paulo, SP)

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes em evento no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira/Folhapress

O percentual de crescimento do PIB por certo não pode ser motivo de muita comemoração. É evidente que é melhor do que um crescimento negativo, mas precisa servir de motivo de reflexão aos diferentes segmentos sociais. Um país de dimensão continental como o nosso não pode ficar sujeito a determinações do mercado internacional. Precisamos manter o valor agregado aqui.
Uriel Villas Boas (Santos, SP)


Emprego x trabalho
Tráfico de drogas, roubo de cargas, assalto a banco e corrupção também podem ser considerados trabalhos “informais” (“Desemprego recua com recorde de trabalho informal”).
Pablo Fonseca (Piracicaba, SP)

Pode travar? Já está travada. Pergunte, por exemplo, a quem deu entrada em um pedido de aposentadoria. E olha que trombetearam que seria online. Média de dez meses de espera. Está tudo parado. E, quando não apenas para, retrocede.
Alfredo Azevedo (Campos dos Goytacazes, RJ)


Bolsonaro x Moro
O motivo da virada de comportamento de Bolsonaro, agora favorável a Moro, seria ele ter percebido que o apoio demonstrado ao ministro nas manifestações mostra a enorme popularidade deste?
Eni Maria Martin de Carvalho (Botucatu, SP)

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Ato em defesa da Lava Jato e do ministro Sergio Moro na avenida Paulista, em São Paulo - Nelson Antoine - 30.jun.2019/Folhapress

Fabrício Queiroz
Cadê Queiroz? Ele está se tratando no lugar mais caro do Brasil. Mas como?
Elisabeth Beraldo Faria (Mogi da Cruzes, SP)

Agora que o “cadê o Queiroz?” apareceu, a questão principal se tornou “fala, Queiroz!”. Antes que o arquivo desapareça.
Elizabete Oliveira (Jaú, SP)

E depois vêm os bolsonaristas, os lava-jatistas e os moronitas falar em passar o Brasil a limpo. A Veja encontrou o Queiroz, o arquivo ainda vivo. A polícia e o Ministério Público não. Este é o Brasil. 
Adonay Evans (Marília, SP)

O motorista Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro - Reprodução SBT

Sistema S
Não basta destruir o presente, querem destruir o futuro

Num mundo de inovação e indústria 4.0, a solução desse desgoverno é garimpo ilegal, desmatamento e trabalho escravo.
Maurício Serra (Cidade Ocidental, GO)


China e Nordeste
Vê-se um grande investimento em câmeras chinesas, mas pouco se diz sobre o uso das imagens em políticas de segurança pública e sobre o custo de manutenção desses sistemas. Em uns poucos anos, teremos milhares de câmeras desligadas, enfeitando postes, incapazes de gerar imagens para qualquer ação coordenada. Mais do que câmeras inteligentes, necessitamos de gestão eficiente sobre todo o ciclo de projetos de internet das coisas.
Ricardo Galvão (São Paulo, SP)

É o comércio, estúpido! Parabéns ao Nordeste. A China é o futuro do século 21; os EUA são o passado.
Celso Bittencourt (São Paulo, SP)

Os alemães não podem comprar a Amazônia, mas os chineses podem comprar o Nordeste. Esse é o nosso mito número 1.
Marcos Fernando Dauner (Joinville, SC)


STF e VAR
No futebol, o VAR objetiva evitar o erro do árbitro. Na vida real, temos o “enxugar gelo”, no qual a polícia prende, e a Justiça solta, segundo a voz do povo. A Operação Lava Jato, agindo de modo semelhante, é a polícia na área da Justiça, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) teima em manter a voz do povo. Vai daí que precisamos criar o VAR judicial, cujos objetivos serão evitar erros do STF.
Humberto Schuwartz Soares (Vila Velha, ES)

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O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães consulta o VAR em lance de pênalti para o Corinthians em jogo contra o Cruzeiro - Marcello Fim/Ofotográfico/Folhapress

Bons princípios
A retórica de “bons princípios” de Marco Feliciano ofusca na mesma proporção em que brilham seus dentes caucasianos milionários (“‘Maus modos’, mas bons princípios”). O protocolar respeito à pessoa humana não diz respeito a “intelectualidades” prescindíveis, mas, sobretudo, a princípios cristãos que preconizam “bons modos”. O pastor evangélico e o referido presidente da República devem ter pulado essa parte do evangelho.
Ana Paula Silveira (Cuiabá, MT)


Porto de Santos
Em relação à nota “Silêncio” (Mônica Bergamo, 27/8), a Codesp informa que as contribuições debatidas na audiência sobre o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Santos —cujo prazo de entrega é novembro— serão recepcionadas pela companhia para serem internalizadas no estudo, posicionamento informado a essa Folha por e-mail em 26/8, mas desconsiderado pelo jornal na edição impressa de 27/8.
Fernanda Pires, superintendente de Comunicação Corporativa da Codesp (Santos, SP)


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