Para leitor, desgoverno Bolsonaro nos pôs no centro de uma crise internacional

E embaixador na França tenta apagar fogo com gasolina, completa o leitor

Amazônia em chamas
Será que o nosso presidente pensa que Trump vai comprar toda a nossa produção agrícola? Em que mundo ele viveu nos 28 anos em que foi parlamentar?
Marcia da Cruz (São Paulo, SP)
 

Graças ao desgoverno Bolsonaro, o Brasil está no olho do furacão de uma crise internacional grandiosa. E, imitando seu chefe, esse embaixador resolve apagar o fogo jogando gasolina. Esse é o tipo de comentário idiota, feito na hora mais imprópria possível.
José Soriano Sales (São Paulo, SP)

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O embaixador do Brasil na França, Luís Fernando Serra, com Bolsonaro e Onyx Lorenzoni - Marcos Corrêa - 25.mar.2019/PR

Jair Bolsonaro tem que chamar o Exército, o Ministério da Justiça e a Polícia Federal para pôr fim às queimadas, prender os culpados por elas e manter a preservação da nossa floresta amazônica. É evidente que os incêndios são uma represália contra seu governo, que não rouba e não deixa roubar. É uma vingança dos que desejam a volta da cleptocracia ao país.
Arcângelo Sforcin Filho (São Paulo, SP)


Corrupção
A coluna de Bruno Boghossian deste domingo toca num problema central da sociedade brasileira, que é a tolerância com a corrupção. Como mostrou o Datafolha em 2018, a corrupção foi preocupação de apenas 10% dos entrevistados. Isso abre uma “janela de oportunidades” imensa para os mandatários, que usam o poder em benefício próprio ou de pequenos grupos.
Nivaldo da Silva Lavoura Jr. (Piracicaba, SP)


Violência
“Por que, afinal, o nosso povo não pega em armas e se defende do genocídio?”, perguntou Dodô Azevedo na Ilustrada. O movimento Atitude pela Paz vem desde 1996 alertando que a violência no Brasil, em resumo, é pobre matando pobre. E também que a violência só incomodou quando atravessou a fronteira social. Mas na periferia ela continua forte, com o povo respeitando a lei do silêncio, sendo controlado por facções e sem acesso a saúde, cultura, emprego, lazer e educação de qualidade. E sempre sem a presença do Estado. Na periferia, violência, mais do que caso policial, é descaso social.
Luiz Carlos dos Santos, coordenador do movimento Atitude pela Paz e Projeto Sol (São Paulo, SP)

Udo Kier em 'Bacurau', de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
O ator Silvero Pereira em cena do filme 'Bacurau' - Divulgação

Fernanda Young
Estou chocada com a notícia da morte de Fernanda Young. Que pena, meu Deus. Tão jovem, tão talentosa, bonita e engraçada. A cultura do país ficou mais careta sem ela.
Vera Lúcia de Oliveira Jesus (Brasília, DF)

Triste notícia. Admirava Fernanda, uma mulher extremamente inteligente, alegre e, acima de tudo, com uma visão além do nosso tempo. Acredito que tenha vivido intensamente. A sua existência aqui no planeta Terra nos proporcionou momentos alegres, com a sua obra e as adaptações.
Regina Pinheiro (Rio de Janeiro, RJ)

Que triste. Eu gostava muito dessa menina, supertalentosa. A morte leva rico, leva pobre, leva jovem, leva idoso, leva criança, leva sem nascer. Minha solidariedade à família.
Neli Faria (São Paulo,SP)

Fernanda Nobre e Fernanda Young
As atrizes Fernanda Nobre (esq.) e Fernanda Young - Reprodução/Instagram

Fernando Haddad
O leitor Carlos Roberto de Almeida (Painel do Leitor, 25/8) critica a Folha por oferecer espaço a Fernando Haddad entre seus colunistas e por ele ter usado esse espaço para se defender de acusações. Até aí, tudo bem. Mas afirmar que “nós, leitores, não temos nada com isso” já é demais. Sou leitor da Folha e me interesso pelos textos e posicionamentos de Haddad. E, ademais, não dei procuração a nenhum outro leitor para falar em meu nome.
Darcio de Souza (São Paulo, SP)


Neonazismo
Os brasileiros simpáticos ao nazismo sofrem, além de déficit moral, de brutal ignorância. Se, de fato, tivessem lido a literatura nazista, saberiam que a ideologia hitlerista, totalmente avessa a populações miscigenadas, os trataria como raças inferiores. Pois assim eram consideradas as etnias que não fossem germânicas, nórdicas e anglo-saxônicas. Nem sequer escaparam desse rebaixamento racial povos extremamente brancos, como os eslavos.
Maurício H. Rothberg (Rio de Janeiro, RJ)


Bruna Surfistinha
A garota de programa, hoje “escritora de renome”, a senhora Bruna Surfistinha, sentiu-se em casa na capa da Folha deste domingo (25/8), onde aproveitou o ensejo para ultrajar o presidente da República. Nível baixíssimo o desse periódico.
Eleonora Samara (São Paulo, SP)

A ex-garota de programa Bruna Surfistinha - Marlene Bergamo

A atitude da mãe de Bruna, como revela a reportagem, mostra que ninguém quer uma filha prostituta, mesmo que a Globo e parte da mídia glamurizem essa atividade. Nada me tira da cabeça que a mulher que entra nessa o faz pelo dinheiro fácil e tem a moral “flexível”. Sempre há opções. Quanto a Bolsonaro, parece que ele é contrário ao financiamento público desse tipo de filme, e não que o proíba de ser feito.
Paulo Haroldo Ribeiro (São Paulo, SP)

Só no Brasil a prostituição é um ato heroico. E ainda dão meu dinheiro para esse tipo de filme. Que Bolsonaro coloque ordem nisso tudo.
Carlos Zitelli (Araraquara, SP)

A Folha concluiu que colocar líderes mundiais desrespeitando Jair Bolsonaro na capa de uma edição de domingo não dá ibope. Assim, resolveu inovar e buscou alguém de “grande integridade e decência”, uma ex-garota de programa, que, de quebra, ofendeu o presidente.
Luís Fernando (Laguna, SC)

De início, achei o tema fútil. Mas, após ler a entrevista, dei-me conta do quanto tenho a aprender com essa história e reconheci que havia deixado o preconceito falar mais alto. Quem não quiser assistir ao filme, não vá, e não interfira na programação cultural dos outros.
Rafael Calegari (Porto Alegre, RS)

STF
O editorial “A alienação do STF” (Opinião, 25/8) não surpreendeu. O grande problema do STF está no modo de indicação de seus integrantes, totalmente antirrepublicano. Já passou da hora de extinguir a livre escolha pelo Executivo e a jurássica vitaliciedade. Os ministros deveriam ter mandatos não renováveis e deveriam vir dos quadros do MPF, da Justiça Federal ou da AGU, indicados por colegiados dessas entidades.
Lafayette Pondé Filho (Salvador, BA)


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