STF sabe as consequências desastrosas da erosão do Estado de Direito, diz leitor

Supremo barrou a transferência de Lula a presídio de São Paulo

Transferência de Lula

O STF barrou a transferência arbitrária de Lula ao presídio de Tremembé ("Supremo veta transferência de Lula de Curitiba para presídio de SP"). Os arrogantes juízes e procuradores de Curitiba foram e serão cada vez mais enquadrados, desmascarados e desidratados por aqueles que sabem as consequências desastrosas da erosão do Estado de Direito.

José Marcos Thalenberg (São Paulo, SP)

 

Com a suspensão da transferência de Lula para um presídio, onde já deveria estar há muito tempo, fica patente o fato de que a banda podre da ínfima corte está fortemente do lado da corrupção.

Paulo Roberto Gotaç (Rio de Janeiro, RJ)

A Justiça brasileira cada vez mais se amesquinha e se avilta ("Juiz autoriza transferência de Lula para presídio de Tremembé, no interior de SP"). Ela é arrogante e valente com o ex-presidente Lula, mas não consegue fazer Queiroz depor. Será medo de Bolsonaro?

João Praes (Bom Jesus do Itabapoana, RJ)

Criminoso comum condenado tem que ir para a cadeia comum, como todos os criminosos.

Antenor Silva Neto (São Paulo, SP)

O comentário desnecessário de Doria demonstra que ele só se distanciou de Bolsonaro por alguns instantes ("Maia, centrão e deputado do PSDB chamam transferência de Lula de perseguição e absurdo"). Já foi dito que, na política, se têm adversários, não inimigos.

Ricardo Candido de Araujo (Taboão da Serra, SP)

O povão, em vez de se preocupar com a reforma da Previdência, está de olho na transferência de Lula. Aí se nota a falta de prioridade desses bobos, que têm contrato de fidelidade com corrupto de plantão.

Marcos A. T. Garcia (Curitiba, PR)


Governo Bolsonaro

Bolsonaro está certo ao questionar os números do Inpe, até porque os dados devem ser mais compilados. Não se ouve falar, por exemplo, em percentual de reflorestamento em áreas privadas. E não podemos ter uma floresta a custos altíssimos sem nada produzir. Precisamos fazer uso econômico de nossa floresta e, se o mundo a quiser preservar, que nos pague por isso.

Otávio de Queiroz (São Paulo, SP)

Parabéns a Rodrigo Maia, por mostrar a Bolsonaro como deveriam se comportar verdadeiros estadistas numa democracia ("Maia defende modelo de transição em MP sobre publicação de balanço de empresas"). Só ditadores buscam asfixiar a imprensa dessa forma. Aliás, foi o que Chávez fez na Venezuela. Aqueles que votaram no "mito" para o Brasil não ficar igual ao vizinho não percebem as trágicas semelhanças dos líderes populistas Chávez e Bolsonaro.

Alessandro Souza (São Paulo, SP)

Observem o nível dessas pessoas ("Mourão associa tremores de Merkel a medo de Donald Trump"). A falta de postura e de educação, a deselegância e a arrogância. Falam ao microfone como se estivessem batendo papo num botequim. Um governante que se dirige a outro desse modo machista e de maneira tão desclassificada.

Maria Joselita Souza Ferreira (Araçoiaba da Serra, SP)


Previdência

Frota deveria não misturar as coisas ("Alexandre Frota diz que governo Bolsonaro não precisa de seu voto em segundo turno da reforma"). A reforma interessa ao país e às pessoas comuns. Se ele não entende isso, misturando suas sensibilidades pessoais, deveria ceder o lugar a outro. Já a Folha é jornaleco oposicionista-socialista de sempre.

Francisco Henrique Dias (Campo Alegre de Lourdes, BA)

Não que a aprovação dessa reforma seja uma boa, mas é muito interessante ver o Legislativo funcionando a todo o vapor enquanto o Executivo e o Judiciário se afundam a cada dia e não saem do lugar. Realmente são outros tempos.

Willian Marques (Curitiba, PR)


Desigualdade global

O avanço da inteligência artificial é a principal causa do aumento da desigualdade no mundo ("Sociedade precisa se convencer do problema que é a desigualdade, diz Martin Wolf"). Os avanços atingiram produtos manufaturados que empregam grande contingente de pessoas, o que reduziu drasticamente os ganhos no setor privado. No caso brasileiro, há o agravante de que os ganhos no setor público são elevados e tendem a aumentar.

Eustaquio Nunes de Morais (Belo Horizonte, MG)

Vista área da favela Paraisópolis, em São Paulo - Lalo de Almeida - 21.jul.2016/Folhapress

O problema não é a desigualdade, é a pobreza. Ninguém passa necessidades porque outro é mais rico, mas porque é pobre. Ao entrar na falácia apresentada no título da reportagem, combateremos fatores importantes para fomento da produção. Se focarmos a pobreza, teremos soluções de maior impacto. Concordo que o fator educação é prioridade. Uma sociedade justa e aberta às diferenças só se alcança com muita educação e ciência.

Julio Silva (Recife, PE)


Agrotóxicos

Os efeitos do uso de muitos dos agrotóxicos aparecem depois de muitos anos ou décadas no corpo e na mente ("'Nenhum consumidor brasileiro está sendo intoxicado', diz ministra da Agricultura sobre agrotóxicos", Ambiente, 6/8).

José Valter Cipolla Aristides (Colombo, PR)


Prefeitura de São Paulo

Por muitos anos, Celso Pitta levou a fama de ter sido um dos piores prefeitos de São Paulo. Injustamente, pois era excelente técnico, mas, por não ser político, deixou os malufistas dominarem a prefeitura. Mas vieram Gilberto Kassab, Fernando Haddad e Bruno Covas para limpar a imagem dele. Esses três conseguiram destruir São Paulo ("Covas mira centro de SP como vitrine para eleição, mas esbarra na Justiça").

Moyses Cheid Junior (São Paulo, SP)


Colunistas

Adoro textos de humoristas. O politicamente correto perde espaço para a vida real, a vida que precisa ser real e ter graça. Parabéns pela fluidez de seu raciocínio, Gregorio ("Já tivemos outro assunto").

Jorge Augusto Leme (Mairiporã, SP)

Quando uma mulher deixa de participar numa conferência porque não tem com quem deixar os filhos, está efetivamente sendo excluída. Homens não têm problemas como esse...
Vancouver Island University/Flickr

Temos excelentes mulheres matemáticas, assim como temos homens que não conseguem fazer cálculo nenhum. Ser bom matemático é uma condição que provém de capacidades inatas, que podem ser bastante potencializadas através da estimulação correta ("O que querem as mulheres matemáticas, afinal?").

Pedro Quinderé (Goiânia, GO)


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