Se faltam docentes nas universidades paulistas, imagine no ensino básico, diz a leitora Rita Foltram

Para Rubens Silva, Doria e Bolsonaro são a pá e a cal que faltavam para destruir a educação

Universidades
Há quatro anos os professores universitários não recebem reajuste salarial ("USP, Unesp e Unicamp perdem mais de 10% dos professores em 4 anos"). Professores com alta qualificação estão saindo do país para terem melhores condições de trabalho e de pesquisa e mais liberdade. As aulas de graduação nas universidades estão sendo dadas por alunos de doutorado.
João Antonio Telles (Londrina, PR)

Sucessivos governos do PSDB, décadas de menosprezo para com essas instituições e ausência de um projeto para a sociedade, a não ser o velho esquema de proteger os ricos em detrimento dos demais. Situação que se agrava agora. Doria e Bolsonaro são a pá e a cal que faltavam.
Rubens Silva (Santos, SP)

Se faltam docentes nas universidades públicas paulistas, imagine nas escolas regulares de ensino básico. Um plano de recuperação e reforço foi lançado no segundo semestre para algumas turmas, porém não é executado por falta de professores.
Rita de Cássia Kovalinkinas Foltram (Osasco, SP)

Governo do PSDB, talkey?
João Fortunato (Rio de Janeiro, RJ)

Aloysio Nunes
"Aloysio aparece à frente de cobrança de propinas do PSDB em delação da OAS". Aguardando ansioso por um Power Point do Deltan Dallagnol esclarecendo todas as conexões criminosas do PSDB.
Wagner Castro (Rio de Janeiro, RJ)

Não importa quem os delatores atinjam, seja da esquerda, seja da direita, todos devem ser devidamente investigados. O problema é que, se o político for da esquerda, será preso, processado, condenado e verá confirmada a condenação nos tribunais superiores. Se for da direita, a delação vai parar numa gaveta. 
Richard Lourenção (Curitiba, PR)

O ex-senador (PSDB) Aloysio Nunes Ferreira - Danilo Verpa - 19.fev.2019/Folhapress

Urgência para quê?
A economia não se recupera e o país não sai do atoleiro. Mas, também, quem é que tem pressa? O presidente certamente é que não. Passou 28 anos discretamente em Brasília e com toda essa calma conquistou... a Presidência da República! Vai ter pressa agora? Senso de urgência só se for na quinta reencarnação.
Francisco Eduardo Britto (São Paulo, SP)


Orçamento
Não há verba para educação e pesquisa, e a saúde está em condições lamentáveis, mas nossos governantes e parlamentares liberam verbas para aumentar suas mordomias ("Câmara autoriza verba pública eleitoral para compra de helicóptero a carro de luxo"). E agora também os militares ("Em meio a cortes, Orçamento destina R$ 4,7 bi de vantagens para militares"). O povo brasileiro continua adormecido.
Maria Lúcia Guerra (São Paulo, SP)

Até quando o presidente --eleito justamente para acabar com essas coisas--, eu e o povo civil e militar iremos permitir esse abuso com o dinheiro público feito pela Câmara dos Deputados. Aquela casa, evidentemente, ainda é dominada por políticos irresponsáveis, egoístas, avarentos e do mal.
Clive Leonard Cannell Ashby (São Paulo, SP)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - Pedro Ladeira/Folhapress

Lula livre
Confuso e contraditório o artigo de Demétrio Magnoli de 21/9 ("Lula livre"). Afirma ter "convicção" de que Lula deve "responder perante a lei por uma cadeia de atos de corrupção". Que ele "traficava influência, trocando seus bons ofícios por remunerações milionárias". Ocorre que Lula já respondeu "perante a lei" e foi condenado em três instâncias da Justiça. Querer que Moro seja julgado pelos diálogos gravados criminosamente, que nem tiveram a autenticidade confirmada, é direito do colunista. Mas aderir ao coro "Lula Livre" já é estranho.
José Loiola Carneiro (São Paulo, SP)

Nos últimos anos, surgiu a expressão "não tenho bandido de estimação", que visava constranger os simpatizantes de Lula. A cada dia, fica mais claro que as instituições viraram corporações. Decisões judiciais que deveriam ser técnicas agora passam pelo ativismo judicial. A guerra entre as corporações cria uma realidade paralela. Precisamos acabar com a ideia de simpatia a "corporações de estimação" e voltar a estimar tão somente o Estado democrático de Direito.
Ricardo Romanelli Filho (Pinhais, PR)


Araucária e pinhão
Autor do documentário "A Araucária: Memória da Extinção" (1981), vencedor do prêmio Osiris, concedido pela FAO na então Berlim Ocidental, sinto-me moral e emocionalmente tocado para enaltecer o belo artigo de Marcelo Leite, que teve o triste, porém pertinente, título "Pinhão é a próxima vítima do clima". Catarinense de nascimento e com longa vivência de Paraná, tanto o pinheiro, a emblemática árvore-candelabro do Sul, quanto seu fruto, o saboroso pinhão, integram meu imaginário visual e degustativo, que no citado filme tento transmitir através da amorosa proteção que os índios guaranis lhe dedicam. Ou seja, nem tudo está perdido.
Sylvio Back (Rio de Janeiro, RJ)

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Floresta de araucárias, árvore que produz o pinhão - Rubens Chaves/Folhapress

Lanceirinhos negros
Excelente ideia de Edjana Deodoro de fantasiar seu filho com a roupa de lanceiro negro para o feriado mais importante do RS, a Revolução Farroupilha. As crianças negras também puderam se reconhecer na história sul-riograndense ("Traje inclui crianças negras em atividades do principal feriado do Rio Grande do Sul"). Os lanceiros negros foram traídos e massacrados. Parabéns à mãe por fazer com que a história desses heróis seja valorizada.
Flavia Saori Murakami Kuroda (São Paulo, SP)

Judoca e doping
A judoca pega no antidoping, cândida e esdruxulamente disse que oferecia seu nariz para uma criança de 6 meses chupar e que esta lhe contaminou com o remédio que tomava ("Campeã olímpica, judoca Rafaela Silva é flagrada em antidoping"). Onde os conselheiros jurídicos dessa moça vão parar? A falta de vergonha na cara não é só na política.
Ademir Valezi (São Paulo, SP)

Rafaela Silva durante luta com a japonesa Tsukasa Yoshida no Campeonato Mundial de Judô, no Japão - Charly Triballeau - 27.ago.2019/AFP

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