Bolsonaro deve sentir saudades do tempo em que era deputado, diz leitora Maria Irene de Freitas

Presidente falou em 'cabeça quente' após perguntas sobre ministro do Turismo

Governo Bolsonaro

Jair Bolsonaro deve sentir saudades do tempo em que era deputado ("'Estou com a cabeça quente', diz Bolsonaro após perguntas sobre ministro do Turismo"). Podia ficar no fundo do plenário e dormir sem ser incomodado, trabalharia três dias por semana e voltaria ao Rio, acordaria na hora em que quisesse e só atravessar a rua para ir à praia. Mas a ambição é grande. E agora chora porque "rala o dia todo".

Maria Irene de Freitas (Rio de Janeiro, RJ)

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio - Pedro Ladeira - 11.abr.19/Folhapress

O sr. Bolsonaro, no período eleitoral, bradava por ministério técnico sem ingerência ideológica com pessoas de reputação ilibada ("'No lugar dele, pediria para sair do governo', diz Major Olimpio sobre ministro do Turismo"). Não entendo as pessoas que iam às ruas contra a corrupção. Fica provado que não tinha nada a ver com corrupção, era para retirar o PT.

Claudio L Rocha (São Paulo, SP)

Está  na hora de o governo decretar intervenção no STF ("Bolsonaro critica iniciativa do STF de validar mensagens vazadas da Lava Jato"). Esses ministros estão abusando demais da paciência do povo. Estão assumindo o papel do Congresso Nacional. Estão inventando leis para salvar criminosos.

João Leite (Osasco, SP)

Bolsonaro não tem envergadura para ocupar o cargo de presidente, não tem compromisso com a verdade nem com a Justiça. Suas declarações nem deveriam ser levadas a sério. A Lava Jato já se provou uma força-tarefa cujo modus operandi é viciado e desvirtuado.

Edgard Filho (São Paulo, SP)

O presidente Jair Bolsonaro durante encontro no Palácio do Planalto com grupo de garimpeiros - Isac Nóbrega/PR

Tenho amigos e parentes militares com os quais tenho conversas de bom nível. Mas o que será que a Aman acha de ter graduado uma pessoa com o nível de Bolsonaro ("'Interesse na Amazônia não é no índio nem na porra da árvore', diz Bolsonaro")? Será que acha que depõe contra a instituição? Será que, se pudesse, voltaria atrás e não o deixaria entrar?

Flávio Rodrigues Fonseca (Mendes, RJ)


Pacote anticrime

O governo vai gastar milhões em propaganda a favor da carnificina para satisfazer seus fanáticos seguidores. Dinheiro que poderia ser aplicado na ciência, nas bolsas de mestrado e doutorado, na educação, na saúde, na cultura.

Moacyr da Silva (São Paulo, SP)

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sergio Moro (Justiça) na cerimônia de lançamento do pacote anticrime - Pedro Ladeira/Folhapress

Bruno Boghossian esqueceu de dizer que Bolsonaro e Moro estão juntos nessa empreitada que garante impunidade aos massacres policiais ("Incentivo de Bolsonaro à matança policial ofende vítimas de tiroteios").

Nestor Bercovich (Florianópolis, SC)

Os dados mostram que as mortes violentas caíram 27% e, com isso, milhares de vidas foram poupadas. Mas disso pouco se fala. Mais fácil é fazer demagogia e acusar a polícia de excessos. E a violência cruel dos bandidos contra as pessoas?

Paulo Roberto Hasse (São Paulo, SP)


Lula

Quando será que a cegueira fanática dos seguidores de Lula vai ter um fim? Fernando Haddad faz uma defesa patética, para dizer o mínimo, ocupando um espaço precioso do jornal que poderia ter sido usado para reconhecer tudo o que seu chefe e seu partido fizeram de errado ("Lula").

Wagner José Callegari (Limeira, SP)


Censura

A reportagem "Caixa Econômica cria sistema de censura prévia a projetos de seus centros culturais"  é grave. Sou servidor federal. Servidor do Estado, do povo brasileiro, o qual de fato paga meu salário, e não o governo, que apenas administra e é transitório. Assim também é a Caixa, um banco público, e portando do Estado, não do governo. Isso é a instrumentalização do Estado por um grupo político e por uma ideologia.

Flausino Lucas Spíndola (São Luís MA)

Privatização, essa é a chave. A Caixa não ajuda na habitação e asfixia os correntistas e os microempresários. O governo precisa ter banco?

Antonio Pimentel Pereira (Governador Mangabeira, BA)

O autoritarismo retrógrado é, felizmente, impotente para ressuscitar a tortura, mas, infelizmente, habilitado para desenterrar a censura. Resta o consolo e os ecos do verso: "Eles passarão/Nós passarinhos".

Aroldo de Souza Chagas (Serra, ES)

Antes de priorizar projetos culturais, a Caixa deveria melhorar o atendimento aos correntistas, diminuindo filas e atualizando caixas eletrônicos que estão obsoletos.

Germano Ottmann (Curitiba, PR)


Desigualdade

Governos anteriores trabalhavam para diminuir a desigualdade e não tiveram muito sucesso ("Família brasileira empobreceu em nove anos, aponta IBGE"). O atual pouco se importa com a desigualdade. A tendência é piorar.

João Batista de Junior (Mogi Mirim, SP)

O artigo de Rodrigo Zeidan é muito lúcido ("O salário mínimo deve aumentar?"). Parabéns por expor os dois pontos de vista, porém acho que aumentar o salário sempre vai ser uma ilusão, pois tudo aumenta na mesma proporção. Se for para aumentar, que seja usado somente o índice de inflação, e não ganho real.

Fabio Leandro (Campinas, SP)


Lava Jato

A lógica do instituto da delação premiada seria a de livrar "peixes menores" para pescar os "maiores" ("Lava Jato cobra conta de quem não deve, diz pesquisadora"). No caso dos Odebrechts, livraram, sem o menor rubor, tubarões para fisgar lambaris.

Jesse Grimberg (Porto Alegre, RS)

Os objetivos políticos eram mais importantes. Precisavam demonstrar que a corrupção era a origem de todos os males, mesmo se isso levasse as empresas à falência.

Joaquim Branco (Rio de Janeiro, RJ)


Ginástica e arte

Biles nos leva ao nirvana ("Biles desafia limites da ginástica com seu novo repertório"). É um privilégio assisti-la, o ápice da experiência artística.

Malcom Rodrigues (Feira de Santana, BA)


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