Confusão, intrigas e fofocas drenam tempo e energia em Brasília, diz leitor

Leitores comentam a crise no PSL

Bolsonaro x PSL

Bolsonaro tentou comprar deputados com cargos, diz líder do PSL na Câmara” (Poder, 18/10). O cara fez campanha com arminha na mão, fez apologia à tortura e à ditadura, se “aposentou” do Exército aos 33 anos e ainda tem gente que o defende ou se diz surpresa porque achou que ele iria mudar as coisas.

Andréia Chaieb (Porto Alegre, RS)

Que erro fatal os brasileiros cometeram votando nesse partido! Enquanto isso, o Brasil continua à deriva, sem perspectiva, sem emprego, sem educação, sem saúde, sem segurança e sem vergonha na cara. Dá vontade de chorar, pois está evidente que isso vai se prologar por muito tempo.

Fernando José dos Santos (Santo André, SP)

Que lixo de governo. E pensar que isso tudo foi escolhido pelo voto direto. O que pensar da sociedade brasileira?

Marcia Carvalho (São Paulo, SP)

A análise de Bruno Boghossian na coluna “Diploma de baixo clero” (Opinião, 18/10) é tosca e preconceituosa. Apesar da trairagem de alguns do PSL, o governo segue articulando. O governo foi eleito para não barganhar com partidos. O que se entende como articulação? O que fizeram PSDB e PT loteando cargos e liberando verbas para ter apoio? Quem é o alto clero? Partidos e políticos que nadaram de braçada na corrupção fazendo política populista?

Marco Antonio Cardoso de Andrade (Lorena, SP)

É só confusão, intrigas e fofocas, drenando tempo e energia em Brasília. Sobra alguma disposição para trabalhar? Mesmo com o belo salário que todos ali recebem, independentemente da produtividade, com certeza não.

Francisco Eduardo Britto (São Paulo, SP)

Óleo no mar

A dimensão que vem ganhando esse desastre espelha o desmantelamento promovido por este governo nos quadros funcionais dos órgãos ambientais. Mais de um mês sem nenhuma informação sobre a origem e a responsabilidade pelo derrame de óleo. E, pior, sem nenhuma proposta e nenhuma ação coordenada para a contenção do problema.

Tereso Torres (Brasília, DF)

Imprensa

Se é necessária ou ultrapassada a publicação de atos públicos em jornais de grande circulação, não tenho capacidade para avaliar (“Gilmar Mendes suspende medida de Bolsonaro que dispensava publicação de atos públicos em jornais”, Mônica Bergamo, 18/10). Mas, observando tanta inatividade do chefe do Executivo e seu incansável discurso persecutório, penso que o ministro Gilmar Mendes esteja, mais uma vez, certo.

Maria Silva (Uberlândia. MG)

Esse ministro enlouqueceu. Resolveu agora interferir diretamente nos atos do Executivo. Tornou-se o imperador do Brasil, exercendo as funções do Judiciário e pautando o Legislativo e o Executivo. O próprio STF está dividido, percebendo a ousadia e o destempero de um ministro sem limites. Empresas não são obrigadas a sustentar jornais com publicações. O próprio Executivo já aboliu há muito tempo o Diário Oficial em papel.

José M. Leal (Campinas, SP)


Privatizações

As privatizações ilustram uma das faces mais perversas do que se denomina “Estado mínimo”, expressão que, no âmbito das classes dominantes, equivale a “Estado nosso”. Ineficiência e corrupção não são marcas exclusivas das empresas públicas. Basta lembrar da Vale, vendida a preço de banana, e, na mão de particulares, envolvida em incríveis casos de incúria e desapreço pelas pessoas.

Rodolpho Motta Lima (Rio de Janeiro, RJ)


Infográficos

Gostaria de parabenizar a Folha por dar-nos todos os dias uma aula de linguagem visual nas suas 
páginas. Os gráficos de vocês são inspiradores para quem trabalha nessa área.

Luis Feliphe Pereira (São Paulo, SP)


STF

Discordo de J.R. Guzzo de que o calendário favoreça o saneamento do Supremo Tribunal Federal (“A fila anda”, Tendências / Debates, 18/10). Com efeito, em breve nos livraremos de Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, mas coisa muito pior poderá vir. De outra parte, Gilmar Mendes continuará com sua sanha destrutiva até 2030, enquanto Dias Toffoli e Alexandre de Moraes lá permanecerão para além de 2040.
Agostinho Sebastião Spínola (São Paulo, SP)

A Folha se mostra corajosa e digna ao publicar o artigo do jornalista J. R. Guzzo. Realmente é preciso fazer um movimento contra as ações de alguns componentes do Supremo, que, movidos por vaidade, com a garantia da imunidade e por se acharem semideuses, se esquecem que existe uma população que pensa, observa e se indigna com isso.
Cristina Reggiani (Santana de Parnaíba, SP)

Proverbial o jornalista J. R. Guzzo. Ele só não previu a possibilidade de ser indicado um substituto terrivelmente evangélico, sem cultura jurídica e sem formação ética. É possível, portanto, piorar o nível do STF.

Mauro Lacerda de Ávila (São Paulo, SP)

Opinião parcial, ideológica, seletiva e injusta de J. R. Guzzo sobre o STF, pois esquece de mencionar dois desastres recentes —Luiz Fux e Luís Roberto Barroso— ao mesmo tempo em que acredita no critério errático de Bolsonaro em novas escolhas. Lastimo sua opinião.

Caetano Lagrasta Neto (São Paulo, SP)

Sem reprise” (Painel, 17/10). A esta altura da sua vida, com essa idade e formação e num país já tão conturbado, o general Villas-Bôas deveria zelar pela pacificação. Deveria fazer uso de palavras sábias e ponderadas nas redes sociais, e não lançar ameaças vis a um dos pilares da democracia, que é o STF.

Judson Clayton Maciel (Rio de Janeiro, RJ)

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