Inquilino do Planalto ignora icebergs que afundarão seu Titanic, diz leitor Luigi Antonioni

Para leitor, este é o primeiro presidente a usar estratégia de fazer inimigos diariamente

WhatsApp e laranjas
"WhatsApp admite envio maciço ilegal de mensagens nas eleições de 2018". Como comprovar na Justiça Eleitoral essas irregularidades tendo Jorge Mussi como advogado de defesa de  Bolsonaro?
Antônio Carlos de Paula (Mogi Mirim, SP)



Mas o que é isso, presidente? Um homem ilibado, à prova de falcatruas. O problema do Brasil são os eleitores, que insistem em eleger essas caras que há 30 anos assombram a República. Reelegem esses "cavalos mancos", que nunca venceram uma corrida e só dão prejuízo.
Marcos A. T. Garcia (Curitiba, PR)

O autoritário e ultradireitista inquilino do Planalto insiste em desconhecer a proximidade dos icebergs que afundarão o seu Titanic ("Denunciado, ministro é convocado pelo Senado para explicar laranjas do PSL"). Esbraveja, grita, lança desaforos etc., mas é só uma cortina de fumaça para o desespero que assola um ex-militar.
Luigi Antonioni (João Pessoa, PB)

É o primeiro presidente da história do país que usa a estratégia de fazer inimigos diariamente ("'Esquece o PSL', afirma Bolsonaro ao criticar presidente de seu partido"). E o eleitorado dele parece que morreu, ninguém reage.
José Joacir dos Santos (Porto Alegre, RS)


PSL
Pelo atual nível de fiscalização da Folha ("Campanha de ministro teve dinheiro dentro de caixa e serviço sem recibo, diz dirigente do PSL"), a impressão que dá é que nos governos anteriores todos os procedimentos foram corretos e as pessoas nomeadas tinham ilibada reputação. Não escapa nada da marcação da Folha. Só não me lembro de ter sido assim antes.
Paulo Haroldo Ribeiro (São Paulo, SP)

Pelas reações exageradas vindas do Planalto e de seus capangas, é bem provável que esse ministro cítrico seja o início do fim da farsa que é este governo.
Alexandre Miquelino Levanteze (São Paulo, SP)

Profundezas
Que a Folha continue a descer às profundezas do esgoto para expor à luz do Sol tudo o que os poderosos de plantão tentam esconder. Só assim conheceremos a verdade dos que nos governam. E só assim a verdade nos libertará, deles.
Dárcio de Souza (São Paulo, SP)


Garimpo
Garimpo não é emprego, garimpo é aventura, é loteria ("Em áudios, ex-senador previne garimpeiros sobre fiscalização do Ibama"). Dinheiro ganho em garimpo fica nos bordéis, nas boates e, na maioria das vezes, debaixo de uma cova rasa.
Wilson Pagano (Campinas, SP)

Essas pessoas que se acham no direito de destruir o que pertence à humanidade têm que sofrer no bolso. Tem que destruir máquinas e tudo o que leva à destruição de algo que deveria permanecer intocado.
Marisa Oliveira (Curitiba, PR)

O estrago que o garimpo faz não justifica a manutenção desse tipo de exploração, por mais que todos tenham direito ao trabalho. É preciso dar opções a essas pessoas
Priscila Noronha (São Paulo, SP)

0
Homens trabalham em um garimpo de ouro em Peixoto de Azevedo, no norte do Mato Grosso. - Lalo de Almeida - 17.set.2019/Folhapress

Privatizar é preciso
O governo precisa dar condições para os empresários investirem no país. E reduzir a carga tributária é o primeiro passo. As estabilidades econômica e política são as etapas seguintes. A iniciativa privada é que deve cuidar de portos, aeroportos, rodovias, energia, comunicação, mineração e tecnologia, entre outros setores da economia. Privatizar é preciso. Aliviar as despesas do governo e colocar mais recursos nos cofres públicos é prioridade zero.
José Carlos Saraiva da Costa (Belo Horizonte, MG)


Orçamento
Por melhor que seja o ministro Paulo Guedes, herdou um Orçamento com despesas carimbadas, indexações obrigatórias, gastos desenfreados realizados pelos Poderes Judiciário e Legislativo e emendas parlamentares. Nunca conseguirá fazer uma política econômica no Brasil. O Brasil está falido, e parece que a turma dos três Poderes está brincando de jogar War.
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira (Rio de Janeiro, RJ)


Greta Thunberg
Será que o ilustre filósofo Luiz Felipe Pondé ("A guru mimada") conhece a verdadeira história da garota Greta Thunberg? Sugiro a ele a leitura do livro "Nossa Casa Está em Chamas", recentemente lançado pela BestSeller. Pelo menos ela é uma jovem com algum ideal.
Valdir Amado da Silva (São Paulo, SP)

Redonda
O Datafolha poderia fazer uma pesquisa para ver em quem os participantes da Flat Con (Convenção Nacional da Terra Plana) votaram na última eleição para presidente ("Escola católica em São Paulo rejeita evento terraplanista"). Eu já sei o resultado.
Walter Barretto Jr. (Salvador, BA)


Coringa
O artigo "O Coringa é a extrema direita" (Poder, 8/10), de Joel Pinheiro da Fonseca, afronta a inteligência de quem viu o filme e foi capaz de formular um pensamento livre da polarização ideológica. "Coringa" faz refletir sobre o sentido de humanidade, mostrando como um indivíduo --ou conceito?-- problemático serve como gatilho para que um grupo extravase suas frustrações. O autor deveria defender por si mesmo suas ideias, sem macular uma obra artística.
Airton Reis Júnior (São Paulo, SP)

Licença-maternidade
Ampliar o prazo da licença-maternidade é algo assim como uma versão do lobo vestido em pele de cordeiro ("Licença-maternidade de um ano sofre resistência no Congresso"). Parece ótimo, mas apenas parece. Se, com os atuais 120 dias de licença, as mulheres já sofrem discriminação na hora da contratação em uma empresa, imagine como será se estenderem o prazo. Voltaremos todas para o fogão, que deve ser o sonho de consumo da ministra. 
Juliana Fajardo Silveira (Juiz de Fora, MG)

Desta vez eu estou com Damares.
Denise Falcirolli (Campinas, SP)

Trabalho com essas mães e sei perfeitamente da necessidade delas e de seus recém-nascidos. Um ano de licença-maternidade seria muito justo, mas não estamos na Noruega. Só os seguros saúde de figurões, pagos pelo Estado, seriam suficientes para custeá-las, eu presumo.
José de Sousa Santos (Teresina, PI)


Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor@grupofolha.com.br.​​​

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.