Para Carlos Jansen, presidente comete crime de responsabilidade ao boicotar a Folha

O PT elegeu Bolsonaro. Roubaram tanto que passamos a acreditar no primeiro que nos apareceu pela frente, diz Jaime Pereira da Silva

Bolsonaro
Como cidadão, o presidente Messias pode boicotar a Folha. Mas, ao fazer isso como presidente, comete crime de responsabilidade. Aliás, ele já cometeu vários. Motivos para um impeachment não faltam. Onde estão agora JanainaReale Jr....?
Carlos Jansen (São Lourenço, MG)

Não adianta gritar. Quem elegeu Jair Bolsonaro foi o Partido dos Trabalhadores. Roubaram tanto e mentiram tanto que passamos a acreditar no primeiro que nos apareceu pela frente. Agora fiquem de boca fechada e não encham a nossa paciência.
Jaime Pereira da Silva (São Paulo, SP)

Em abril de 2016, imbuída de sua missão “republicana”, a Folha pediu, num infame editorial, em circunstâncias infinitamente menos graves do que as que vemos hoje, a saída da Dilma. Agora choraminga pelos absurdos decorrentes da metástase de trevas que assombra o nosso país.
Yeso O. Ribeiro (Curitiba, PR)

Discordo da presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (“Se economia não reagir, governo não se sustenta, afirma presidente da CCJ”, 1°/12), pois não é nada difícil entender o presidente e sua “filhocracia miliciana”, que agem com autoritarismo e defendem a ditadura no Brasil. Por que esse crime de responsabilidade e esse desvio constitucional ainda não foram julgados pela Justiça?
Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) durante entrevista em Brasília - Kleyton Amorim/UOL

Achei lamentável o artigo “O populismo está solto” (Ilustríssima, 1º/12), de Paulo Hartung, Marcos Lisboa e Samuel Pessôa. Tentam imputar ao PT e a Lula a ascensão da ultradireita e do fascistoide Bolsonaro. Escondem do leitor que foram articulistas e a mídia em geral que alimentaram um antipetismo e antiesquerdismo irracional com suas falas recheadas de ódio. Agora querem tirar o corpo fora com seus malabarismos ideológicos “liberais”. Em tempo: apesar desses senhores, vou renovar minha assinatura da Folha contra a vontade do fascista de plantão no Palácio do Planalto.
Sérgio Leopoldo Rodrigues (São Paulo, SP)

Quando um governante de uma nação sinaliza que não vai tolerar críticas e protestos, só há uma resposta esperada dos bons cidadãos: criticar e protestar.
Kleber Ponzi (Belém, PA)

Em janeiro, completarei 40 anos, e a Folha faz parte da minha vida desde os meus 14. Vocês prestam um serviço inestimável ao país e a seus cidadãos, com editoriais críticos, reportagens bem fundamentadas e bons cadernos especiais —como a Ilustríssima—, que tratam de questões fundamentais para compreendermos o mundo contemporâneo. Resistam, nós os apoiamos.
Andréia Firmino (Brasília, DF)

Desafio qualquer um a apontar um único ato de Lula contra a Folha ou contra qualquer um dos órgãos de imprensa que também lhe fizeram oposição do primeiro ao último dia de seu mandato de oito anos —e que não descansaram até que ele fosse preso por “atos de corrupção indeterminados”.
Eduardo Guimarães (São Paulo, SP)

Poesia capital
Que maravilha ler um poema singelo e sofisticado sobre o Brasil (“Três capitais” Ilustríssima, 1°/12). Ainda mais sabendo que foi escrito por um economista e cientista político. O país e o mundo têm salvação. Obrigado, editores.
Marcelo Coutinho Vargas, professor titular de Ciências Sociais na Universidade Federal de São Carlos (São Carlos, SP)

Flip
Respeito a qualidade da obra poética de Elizabeth Bishop, mas discordo de sua indicação para a próxima Flip, por se tratar de autora estrangeira. Não por uma questão de xenofobia, mas por me sentir frustrada pelo esquecimento de tantos escritores brasileiros, importantes intérpretes de nossa história e cultura, como José Lins do Rego, Érico Veríssimo e João Ubaldo Ribeiro. Qual o motivo desse esquecimento? Teria razão João Ubaldo ao se negar a participar da Flip devido à influência de editoras nas escolhas dos homenageados?
Heloísa Helena Teixeira de Souza Martins, socióloga (Osasco, SP)


Excelente o artigo "Jorge Amado stalinista", de Antonio Prata (1°/12), que demonstra mais uma vez o patrulhamento ideológico exercido pela esquerda de Nelson Rodrigues, tão similar aos extremos da direita, que todos sabemos quem são.
Alberto Rubens Botti (São Paulo, SP)
 

Lula
Quem se sente superior a ponto de afirmar que “o PT não tem que fazer autocrítica” não pode ser alçado à condição de líder de nada. A omissão em tratar dos desvios reconhecidos pela Justiça relega o ídolo de Bresser à condição de desacreditado, de antidemocrático e de medroso, exatamente ao contrário do que sustenta o artigo “Forte na defesa e na recusa” (Tendências / Debates, 1°/12). Esta é a beleza da democracia: permitir o antagonismo pacífico de pontos de vista.
Josenir Teixeira (São Paulo, SP)

O povo nas ruas
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirma que, se as pessoas voltarem a morar nas ruas, esse governo não se sustentará. Pergunto: em qual país ela vive? Convido essa senhora a rodar pelas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (para citar só algumas cidades) e observar a absurda quantidade de moradores de rua. Infelizmente, ao que parece, a população brasileira e os políticos da oposição vivem uma espécie de letargia diante dos desmandos, do aumento da desigualdade e da destruição de direitos que esse (des)governo produz diariamente. 
Beatriz Telles (São Paulo, SP)

Gaby Amarantos
“Sou uma mulher de xerecão” (Mônica Bergamo, Ilustrada, 1°/12). Gaby é uma fofa, com todo o protagonismo a que as fofas e os fofos têm direito!
Fabiano Caetano de Souza (Goiânia, GO)

A Folha mais uma vez dando abertura para baixarias. Estou esperando piorar mais um pouco para cancelar a minha assinatura.
Diego Fernandes (Belo Horizonte, MG)

Adolescente
Em relação ao texto “Exame confirma que corpo achado em lago é de garoto desaparecido no ABC” (Cotidiano, 29/11), a autoridade policial que preside o referido inquérito pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Santo André confirmou que o corpo encontrado no dia 15 é do adolescente. O exame de DNA, concluído no dia 28/11, foi encaminhado às autoridades. As circunstâncias relativas aos fatos seguem em apuração pela Polícia Civil, assim como o IPM instaurado pela Polícia Militar.
Vinicius Traldi, diretor de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (São Paulo, SP)
 


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