Para leitor, com Bolsonaro a milícia chegou ao mais alto poder do país

Alguém tem dúvidas sobre a filhocracia miliciana instalada em Brasília?, pergunta leitor

Bolsonaros e 'rachadinha'
Com as elucidações do MP-RJ, está claro que a milícia chegou ao mais alto poder do país com Bolsonaro ("Flávio lavou até R$ 2,3 milhões com imóveis e loja de chocolate, diz Promotoria", Poder, 20/12).
Paulo Bittar (São Paulo, SP)

O senador Flávio Bolsonaro já mostrou suas habilidades gastronômicas com laranja e chocolate. Seu desempenho culinário será aferido, doravante, sem o auxílio do seu assistente de cozinha, Dias Toffoli, que por meses o desincumbiu de descascar pepinos e abacaxis. Mas, se depender da Justiça fluminense, em breve o paladar do primogênito terá que se contentar com as quentinhas do sistema prisional.
Túllio Marco Soares Carvalho (Belo Horizonte, MG)

Depois de novas revelações do enredo das rachadinhas de Flávio Bolsonaro com o ex-assessor Queiroz, alguém ainda tem dúvidas sobre a "filhocracia miliciana" instalada em Brasília?
Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)


Bolsonaro e o decoro
Até onde vai o decoro? O presidente tem levado o desrespeito ao decoro muito além do limite. E qual seria esse limite? O "decoro parlamentar" limita-se aos parlamentares? Está Bolsonaro imune à quebra de decoro?
Sérgio Godoy (São Paulo, SP)

Com ofensas morais e homofóbicas a jornalistas, Bolsonaro perdeu as condições diplomáticas e éticas para conduzir a Presidência ("Bolsonaro ataca repórter após perguntas sobre Flávio e Queiroz: 'Você tem uma cara de homossexual terrível'", 20/12).
Diogo Molina Gois (Itajubá, MG)

0
Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira/Folhapress

Até quando a imprensa vai permitir que seus profissionais sejam submetidos a desaforos desse energúmeno? Até quando vai levar em banho-maria essa subversão da ordem partindo do próprio "presidente"? Vai esperar até que cheguemos ao ponto de não retorno? Quando a imprensa brasileira, incluindo rádios, TVs , jornais e revistas, vai tomar vergonha na cara?
Nicola Granato (São Paulo, SP)


Natal e IBGE
É Natal. Segundo o IBGE, 80% dos brasileiros se dizem cristãos. País da matança de mulheres, de crianças pobres, do racismo, dos que postam tragédias alheias, do chefe da nação que se diz cristão e prega ódios etc. Podemos aferir duas teses. Ou só a minoria desses 80% traduz na prática a sua fé e a maioria é pura hipocrisia. Ou, como é moda ser ignorante e anticiência, o IBGE é que deve estar errado.
João Bosco Egas Carlucho (Garibaldi, Rs)


'Jornalistas'
No texto "Mensagens vazadas da Lava Jato indicam favorecimento a jornalistas aliados" (Ilustríssima, 20/12), lê-se que repórteres submeteram a Dallagnol textos de suas reportagens antes da publicação para que ele apontasse erros. E outros concordaram em publicar entrevistas em que ele respondeu perguntas que ele próprio fez. Por que proteger jornalistas que não agem feito jornalistas? Não faz sentido argumentar sigilo da fonte se a pessoa não trabalha conforme a ética. Passar texto para a aprovação da fonte é o fim da picada.
Elcio Cabral Melo (Ubatuba, SP)


Lucidez e beleza
O texto do professor Rogério Cerqueira Leite, "Visita de um profeta" (Tendências / Debates, 20/12), é um exercício de lucidez e beleza nestes tempos tão feios. Parabéns!
Imad Nasser (São Paulo, SP)

Um refrigério ler Rogério Cerqueira Leite. Com brilhantismo, mostrou seu inconformismo com a onda obscurantista que nos foi impingida com a eleição de um presidente que, dia sim, outro também, torna públicos seu ranço e ignorância, chegando ao ápice de desqualificar o educador maioral dos maiorais, Paulo Freire.
João Paulo de Oliveira, professor aposentado (Diadema, SP)

O físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite - Keiny Andrade/Folhapress

Mulher no futebol
Renata Mendonça ("Prisão de Jean não é 'só' caso de polícia", 20/12) retratou com muita qualidade e sensibilidade alguns casos de agressão e até de estupro-- contra mulheres envolvendo famosos atletas de futebol de hoje e de outrora. E, como ela bem concluiu em seu artigo, "é preciso que o futebol pare de silenciar crimes como esse".
Carlos Carmelo Balaró (São Paulo, SP)

Milena Benfica, que acusa seu marido, o goleiro Jean Fernandes. de violência doméstica - reprodução instagram

Duvivier
"Duvivier citou jornalistas da Globo e autoridades em contato com hacker indiciado pela PF" (Poder, 20/12). Gostaria de saber se a Folha manterá Gregório Duvivier como colunista. Alguém que incita crimes, sugerindo a um hacker que invada a conta de jornalistas e políticos, pode muita coisa. Pode até chamar Jesus Cristo de gay, já que católicos costumam ser mais pacíficos do que muçulmanos. Agora, ser colunista de um jornal com um mínimo de ética, isso não pode.
Sérgio Natel Consolin (São Paulo, SP)

"Em seu relatório, a Polícia Federal não imputou nenhum crime ao humorista", diz trecho da reportagem. Acho que isso encerra qualquer discussão, não?
Maurício Serra (Cidade Ocidental, GO)

A Folha quer que os outros acreditem que ela defende a democracia, mas o jornal serve de plataforma a conspiracionistas e a democráticos de araque.
Daniel Alves (Novo Horizonte, SP)

Celibato na igreja
O departamento do Vaticano que recebe denúncias de abusos sexuais por membros do clero recebeu o recorde de mil queixas em 2019. Por que o celibato ainda não foi abolido pela Igreja Católica?
Marcelo Gomes Jorge Feres (Rio de Janeiro, RJ)

Radares nas estradas
Quando se está sob a égide de um déspota não esclarecido, deve-se ter cautela. O que significa essa "fotografia educativa" a que este (des)governo se refere ("Após derrota da Justiça sobre radares, Bolsonaro diz que fotografia será apenas educativa", 19/12)?
Ademar Feiteiro (São Paulo, SP)


Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor@grupofolha.com.br​. ​ ​ 

Tópicos relacionados

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.