Leitor afirma que Bolsonaro somente é leal a si mesmo e, talvez, aos filhos

Aliados veem demissão de Onyx mais próxima após presidente esvaziar Casa Civil

Casa Civil

Mais um que aprenderá no que dá criar corvos ("Bolsonaro esvazia Casa Civil, e aliados veem demissão de Onyx mais próxima"). Bolsonaro só é leal a si mesmo e, talvez, aos filhos.

Ricardo Candido de Araujo (Taboão da Serra, SP)

O presidente, cuja autocracia está em seu DNA, e seus seguidores mais ferrenhos devem odiar mortalmente a imprensa ("Bolsonaro recua e cancela recontratação de amigo de seus filhos que usou voo da FAB"). Como um cão de guarda, quero mais que ela fique no encalço desse povo que "de nova política" não tem nada. Mais uma a favor da imprensa e da população de bem.

Henrique Oliveira (Cascavel, PR)

O presidente e seus filhos —todos gênios— pensam que sua visibilidade ainda é a mesma de quando ele fazia parte do baixo clero.

Marcia Carvalho (São Paulo, SP)

A Folha adora escrever manchetes começando com "Bolsonaro recua". Recuou de quê? Pelo que se viu, o presidente foi firme e botou o rapaz para escanteio.

Denise Regina D. Casagrande (Curitiba, PR)

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E a mamata "never ends" ("Seis ministros de Bolsonaro fizeram voos exclusivos em jatos da FAB para o exterior"). O que nasce imoral continua imoral. Ex-juiz que prende para assumir cargo é de uma imoralidade que nem se compara a certos lugares de luz escarlate. Só vergonha.

Joás Santiago Silva (Campinas, SP)


Regina Duarte

Regina Duarte renunciou a um contrato de mais de 50 anos para trabalhar ao lado de Bolsonaro ("Após sim a Bolsonaro, Regina Duarte comemora com amigos em bar de hotel"). Sergio Moro trocou uma carreira de 22 anos para trabalhar com o presidente. Ambos amam o Brasil, mas também o amavam em governos anteriores. Só alguém que inspira confiança é capaz de atrair gente assim.

Plinio Góes Filho (Maceió, AL)

Regina Duarte e o presidente Jair Bolsonaro - Carolina Antunes - 22.jan.2020/PR

Regina Duarte não está qualificada para exercer as funções que passará a assumir. Além disso, tem feito gracinhas nada engraçadas, caso específico de estar namorando o presidente (mau gosto). Ela tem tirado fotos em que o presidente também está aproveitando a imagem. Em resumo: é aguardar para ver o que vai acontecer.

Elizeu Garcia Capel (Maringá, PR)


Meia-entrada

Meia-entrada é uma excrescência ("Sertanejos encontram Bolsonaro e chamam meia-entrada de injustiça histórica"). Se o custo com lucro é R$ 100 e cem pagam, cada um paga R$ 1. Se eu imagino que 50 terão meia-entrada, eu cobro R$ 1,40 pela inteira e R$ 0,70 pela meia para dar os mesmos R$ 100. Ou seja, são os adultos não estudantes que pagam para os jovens estudantes e os idosos se beneficiarem. Qual o sentido disso?

Alexandre Machado Kleis (Itajaí, SC)

O presidente Jair Bolsonaro participa de encontro com sertanejos no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira - 29.jan.2020/Folhapress

Ok, acaba-se com a meia-entrada, mas os promotores de evento e esses músicos diminuirão o valor da entrada para todos? Não nos enganemos. Eles nunca perdem. O preço para quem paga inteira em qualquer evento é alto para compensar quem paga meia-entrada.

Bianca Moreira (Brasília, DF)


Coronavírus

"Pequim parece cidade-fantasma após surto de coronavírus, relata brasileiro" é texto jornalístico que flerta com a literatura. Que delícia de ler!

Mérope Bernacchi (São Paulo, SP)

Epidemias de doenças infecciosas tendem a colocar pessoas em quarentena, mesmo ferindo o direito universal de ir e vir, para o bem das demais. É imperioso e necessário decretar a quarentena para evitar o mal maior, um surto epidêmico de doenças desconhecidas.

Henry Shingo Iwamoto (São Paulo, SP)

Cidades-fantasmas serão as capitais brasileiras depois do Carnaval. Enquanto o planeta se prepara para enfrentar uma epidemia global, o brasileiro está mais preocupado em se acabar nas passarelas, nas ruas, nas praias e em todo lugar onde puder pular até o mundo se acabar, literalmente. E viva a irresponsabilidade.

Rinaldo Souza Coelho (Rio de Janeiro, RJ)


Esporte

Alex Oxlade-Chamberlain celebra com Roberto Firmino o segundo gol do Liverpool nos 2 a 0 sobre o West Ham - Glyn Kirk - 29.ajn.2020/AFP

O editor de Esporte da Folha tem aversão ao futebol regional? Na edição de 30/1, os grandes assuntos são "Camisa 24 no futebol", Kobe Bryant, tênis e vitória do Liverpool. Dois jogos do Paulista, envolvendo times de massa, passaram quase despercebidos, com duas pequenas notas. Ora, o futebol é o esporte preferido pelos brasileiros e merecia mais destaque do que as outras atividades esportivas.

Antonio Carlos Ramozzi (São Paulo, SP)


Colunistas

Vejo que, por um lado, há uma intenção de reafirmar o lugar de fala de grupos excluídos e, por isso, o empoderamento —que às vezes resvala para o autoritarismo— se faz com intensidade ("Fascismo do bem"). Por outro lado, a defesa da liberdade de manifestação de todos é legítima. Não acho que sejam excludentes. São tensões normais, não há esse mundo tão asséptico que Mariliz Pereira Jorge postula. Achei bacana ela falar sobre isso. Gosto de lê-la.

Katia Figueira (Campo Grande, MS)

bocas em preto e branco
Jairo Malta

Patética essa questão de "lugar de fala" e de "apropriação cultural". Lugar de fala desqualifica aquele que, por empatia ou simpatia, se alia à causa daquele que se pretende detentor do direito "à fala", menosprezando sua cooperação. Já a apropriação cultural lembra-me o fascismo que criticou o uso de aparato africano por uma mulher branca. Tamanha opressão dos fascistas do bem não impede a liberdade dos negros de se apropriarem da loirice dos brancos e de sonharem com estilo de vida europeu.

Ângela Luiza S. Bonacci (Pindamonhangaba, SP)

A Folha poderia editar um especial sobre fascismo, já que as pessoas tanto falam nele, mas sem ter a menor ideia do que tenha sido. Algo com contribuição de historiadores, para que se passe a conhecer o que foi, suas causas e seus conceitos para ver se param com essa estupidez de identificá-lo com fatos ou pessoas, sem a mínima noção.

Paulo Taufi Maluf Jr. (São Paulo, SP)

Ilustração de uma mulher grávida sentada. Ela tem sushis em uma mão e um sorvete de casquinha na outra. Há uma tigela de comida do lado dela e uma onomatopéia "PUM". Em volta, há várias pessoas observando a cena com expressões sérias.
Galvão Bertazzi/Folhapress

Estapafúrdio o texto "O que as grávidas não contam", de Flávia Boggio, no qual, de maneira nojenta, baseada em sua própria experiência, Flávia procura desmistificar ao mesmo tempo que enxovalha toda a beleza que existe na gravidez. É lamentável, para dizer o mínimo.

Gildete Nascimento (São Paulo, SP)


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