Leitor critica MP que limita acesso à Lei de Acesso à Informação

Exame de coronavírus de Bolsonaro é tema de discussão

Lei de Acesso à Informação
Este "governo", antidemocrático por essência, violentou uma conquista histórica da sociedade brasileira que é a Lei de Acesso à Informação ("Governo muda regras de atendimento à Lei de Acesso à Informação durante crise", Poder, 24/3). A MP que flexibiliza essa lei mostra o pavor que Bolsonaro e sua trupe de militares, civis amalucados e oportunistas têm pela transparência. Todos conhecemos os motivos que levaram a essa violência. Cabe à imprensa, à sociedade civil, ao Judiciário e aos poderes reagirem contra esse absurdo. O primeiro passo seria devolver a MP e o Judiciário fazer valer a sua decisão.
Nicolas Granato (Santos, SP)


Coronavírus
"Hospital que atendeu Bolsonaro omite dois nomes em lista de contaminados por coronavírus" (Poder,24/3). Se o resultado fosse realmente negativo, ele já teria feito uma live de madrugada, brandindo o documento aos berros. Já teria prometido cassar a Globo, a Folha, destruir o Fórum de São Paulo e fuzilar a petezada. Como não o fez, sabemos que mentiu e, de quebra, contaminou uma grande parte dos fanáticos que o idolatram.
Thiago Luiz Turibio Silva (São Gonçalo, RJ)

Bolsonaro no HFA (Hospital das Forças Armadas), em dezembro de 2019, após sofrer uma queda no banheiro - Pedro Ladeira/Folhapress


Só uma pergunta: trata-se de uma conduta estratégica ou de um crime de responsabilidade?
José Roberto Lunas (Dourados, MS)

Projeções em prédios no Rio de Janeiro após a fala de Bolsonaro na TV - Código 19



Os militares sempre foram experts em esconder! Bolsonaro baixou MP que torna a transparência opaca, e isso não é gratuito. As pessoas só lembram da transparência em relação ao dinheiro, mas ela deve estar em tudo, até no resultado do exame do presidente.
Anna Paula Ayres Seabra (Brasília, DF)


É óbvio que ele está contaminado. Mas está esperando passar os 14 dias para fazer novamente o exame —e claro que dará negativo. Depois ele vai para a disputa de narrativa. Ele sabe muito bem que, se esses exames aparecerem com o resultado positivo, ficará insustentável a sua permanência no cargo. Ele sabe que até os mais próximos irão pressioná-lo a renunciar.
Geimison Falcão (Pacajus, CE)

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Para quem só visa o lucro e trata funcionário apenas como um número do qual pode se desfazer e substituir, como uma máquina inutilizável, as consequências econômicas são mais importantes ("Consequências econômicas serão maiores do que 5.000 ou 7.000 que vão morrer, diz dono do Madero", Mercado, 23/3). Mas quem tem um mínimo de humanidade e respeito pelo próximo fará o maior esforço possível para reduzir o número de mortes e mitigar o avanço da contaminação. Em um país com pessoas saudáveis, tudo é possível.
Flavio Alves (Campo Grande, SP)

"A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que possui" (Lucas, 12:15). Se os bolsocrentes ao menos lessem, compreendessem e meditassem sobre a Bíblia, só teríamos como ameaça humanitária a Covid-19.
Paulo Zacarias (Sorocaba, SP)


Por favor, alguém explique para esse senhor que a conta dele está errada! Serão entre 200 mil e 300 mil mortos, numa estimativa otimista, com letalidade entre 1% e 1,5% e apenas 10% da população brasileira sendo infectada.
Rafael Bluhm (Rio de Janeiro, RJ)

Concordo plenamente com o empresário. As consequências dessa paralisação serão muito maiores para os mais pobres. Eliminaremos o vírus, mas criaremos 30 milhões de desempregados, que estarão na miséria, sem salário e trabalho.
Vinicius Robles Ferreira (Manaus, AM)

"Me desculpem se fui mal interpretado, diz dono do Madero após comentário sobre número de mortes por coronavírus" (Mercado, 24/3). Desculpe uma ova! Temos que deixar de "passar pano" para esses caras que só falam porcaria.
Marcelo Henrique (Petrolina, PE)

Agora acredito que exista um mundo paralelo. É onde gente como esse cara vive. E nós, que vivemos no lado de cá do mundo, sustentamos essa gente que menospreza a humanidade.
Carlos César Tavares (Rio Grande, RS)

Sistema solar
Planetas - IStock



A coluna Painel S/A desta terça-feira (Mercado, 24) nos deu uma mostra do que pensam os empresários brasileiros, esses canibais. Aqueles da classe, salvo algumas exceções, cedo ou tarde também são devorados.
José Zimmermann Filho (São Paulo, SP)

A exemplo de psicólogos e terapeutas, que se estão colocando à disposição gratuitamente e online, nutricionistas de todo o Brasil poderiam fazer o mesmo e ajudar as pessoas e municípios na questão da orientação alimentar durante a quarentena. Muitas famílias estão sem água e sem recursos para comprar gás. Como higienizar os alimentos? Quais ingredientes mais acessíveis consomem menos água, energia e gás no preparo das refeições e ainda saciam a fome e reforçam a imunidade? As informações precisam chegar a todos, mas principalmente aos mais necessitados.
Isabel Terezinha Ferronato (Blumenau, SC)

As ruas estão vazias, mas a cidade nunca esteve tão cheia. Ninguém em férias ou viajando a trabalho. As pessoas estão todas em casa, lavando as mãos e usando água com maior frequência. O consumo deve estar no pico, e a temporada de pouca chuva chegou. Te cuida, Sabesp! Não vá repetir o fiasco da crise hídrica.
Flávio Madureira Padula (São Paulo, SP)

Rua vazia em Piracicaba (SP), nesta terça-feira (24) - Mateus Medeiros / Gazeta Piracicaba

Parabenizo André Trindade pela sugestão da tabela de horários em tempos de confinamento ("Manual de convivência na selva (do lar)", Opinião, 24/3). Esse para mim é o lado positivo, resgatar o convívio familiar há muito esquecido.
Claudia Fiori de Almeida Moura (São Paulo, SP)

A preocupação com a higiene das mãos é importante, e o isolamento social é uma alternativa. Mas minha preocupação está com nossos moradores das comunidades e favelas. Nas duas maiores cidades do Brasil, quase 4 milhões de pessoas não têm saneamento, água, produtos básicos de limpeza e até comida. O Brasil tem pela frente um planejamento de guerra neste caso.
Francisco Alberto Coutinho (São José dos Campos, SP)


Deputado
Simulando informações sobre a pandemia do momento, a Folha desta terça (24) publica entrevista com um deputado estadual do PSL-SP. Na verdade, o deputado abusa do espaço para fazer defesa e propaganda do desgoverno Bolsonaro e de seus filhos. Poderia o jornal realmente ocupar a página A8 para divulgar outros fatos sobre o coronavírus.
Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)

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