Leitor diz que, ao ceder a pressão no caso do Ceará, Bolsonaro se assemelha a Salazar

Ação de político em terra indígena, escolta para contrabandistas e saúde nos EUA são alvos de comentários

PMs no Ceará
Tal fato de os governadores se unirem e de STF e Congresso de fato governarem o país, me lembra o que ocorreu nos últimos momentos do ditador Salazar, em Portugal, em 1969/1970 (“Pressão de governadores leva Bolsonaro a manter ação de militares”, Poder, 29/2). Após o AVC, Salazar nunca chegou a saber que tinha sido substituído, continuando a falar como se fosse ainda o chefe do governo, e as visitas dos áulicos que recebia, sustentavam a mentira piedosa.
Marcos Roberto Banhara (Paula Freitas, PR)

Sentados à mesa, Bolsonaro, no centro da imagem, cercado por ministros militares
O presidente Jair Bolsonaro participa de reunião sobre operação GLO no estado do Ceará - Alexandre Manfrim-27.fev.20/Ministério da Defesa

Cadê o povo do Ceará, que não está na rua contra esses amotinados?
Jurema Nordeste (Brasília, DF)

Derrotados e inconformados de sempre tentam criar crise. Quando o presidente nomeia militares, reclamam. Quando quer tirar os militares do serviço que cabe a polícia dos estados, reclamam também.
Otilio Rodrigues da Silva Neto (São Paulo, SP)

A retroescavadeira contra grevistas será anistiada (“Governador do CE propõe emenda à Constituição proibindo anistia a policiais”, Poder, 29/2)?
Maria Edna de Abrantes Fernandes (Sousa, PB)


Witzel e a plateia
Infelizmente, mais uma vez os eleitores do Rio votaram errado, num fanfarrão, que já perdeu a credibilidade no primeiro ano de governo (“Com plateia de seis pessoas, Witzel desiste de participar de evento nos EUA”, Mercado, 29/2).
Denise Messer (Rio de Janeiro, RJ)

E o povo carioca pagando o passeio.
Marcos Vinicio Borges Mota (Brasília, DF)


Moro e os punks
O punk está vivo! Foi ressuscitado graças ao marketing gratuito de Moro e sua tropa de aloprados (“Bolsonarista acusado de fake news denunciou festival punk investigado por Moro”, Mônica Bergamo, 29/2).
Raimundo Carvalho (Vitória, ES)

desenho de bolsonaro vomitando fezes em floresta
Cartaz do Facada Fest realizado em Marabá, em 2019. Ilustração de Paulo Victor Magno - Paulo Victor Magno

Parabéns, Sergio Moro, por fazer todo o marketing do festival de punk de Marabá. E assim deixar famoso o cartaz que passaria batido no Brasil inteiro.
Renato Zendron (São Paulo, SP)


Escolta para contrabandista
E são esses policiais que são pagos para nos defender (“Policiais rodoviários venderam escolta para contrabando de cigarro paraguaio”, Cotidiano, 29/2)?
Rodolfo Coelho (Curitiba, PR)

No Seminário Nacional sobre Segurança Pública (Senasp), em 2006, foi pontuado e muito debatida a necessidade de se reformar a segurança pública e o modelo de polícia vigente nos estados e na União. O surgimento das milícias e o poder político obtido por elas reforçam essa tese. As legislações tributárias e sobre contrabandos nas fronteiras do Brasil precisam ser revisadas. A impressão que se tem é que tudo no Brasil opera para a continuidade dos crimes de corrupção.
Jose Walter Mota Matos (Pouso Alegre, MG)


Terra indígena
Esses são os maus políticos que afundam o Brasil. Eles se consideram o Estado. Esses são o tom de país terceiro mundista ao Brasil (“Em vídeos, políticos pregam desobediência a leis ambientais”, Poder, 29/2).
Antonio Pereira (São Paulo, SP)

Inventaram de botar uma corrente na estrada sem nenhum fundamento legal? Se for assim, o deputado fez certo.
João Vítor Matiola (Blumenau, SC)

Coronavírus e genoma
É curioso isso, né? Às vezes, em assuntos sem importância a atitude é outra. Mas, enfim, é legítimo e até preferível que tenha tomado essa decisão (“Bolsonaro entrega protagonismo contra coronavírus a ministro”, Saúde, 29/2). Vamos deixar a saúde com os médicos. O povo agradece. Parabéns, sr. presidente!
Rives Passos (Campo Grande, MS)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, posa para fotografia em seu gabinete em Brasília
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante entrevista à Folha em seu gabinete em Brasília (DF) - Pedro Ladeira/Folhapress

Gostei muito da atitude do Ministério da Saúde. Veio a público, explicou os riscos e o que fazer para prevenir. Explicou as providências que estão sendo e que serão tomadas. O ministro Mandetta é um dos poucos titulares de cargo importante neste governo que passa uma imagem de competência.
Ednalva Vieira Santana (Campinas, SP)

Ainda bem que o ministro da Saúde é um ponto fora da curva no ministério do Bolsonaro. Imaginem se fosse o Abraham Weintraub? Ou o Ernesto Araújo? Ou se o próprio presidente assumisse o protagonismo das ações? Ninguém merece.
Virley de Oliveira Souza (Goiânia, GO)

Parabéns aos pesquisadores e menos apropriação por parte dos políticos (“Genoma do novo coronavírus que infectou brasileiro é sequenciado em SP”, Saúde, 29/2).
Graça Almeida (Belo Horizonte, MG)

Que orgulho da nossa ciência e de nossos pesquisadores! Em tempos de achatamento terrestre, é necessário exaltar a ciência e os cientistas.
Paulo Sérgio Adami (Batatais, SP)


Saúde nos EUA
Viva o SUS (“Sistema de saúde que leva famílias à falência será crucial para definir rival de Trump”, Mundo, 28/2). Essa reportagem mostra que ninguém do nosso tamanho ousou tentar fazer o que o Brasil fez: um sistema universal de saúde. Está aí, é nosso! Precisamos cuidar.
Rodrigo Ribeiro (São Paulo, SP)

Rebecca Woods, que precisou decidir entre tratar o próprio dente ou pagar um tratamento médico para a filha,  abraça a filha em Boston
Rebecca Woods, que precisou decidir entre tratar o próprio dente ou pagar um tratamento médico para a filha, em Boston - Helenita Morais/Folhapress

Epidemia de obesidade, matança de inocentes por excesso de armas, milhares morrendo por overdose, gastos exorbitantes com forças armadas etc. Qual candidato vai começar a mudar esse quadro pavoroso?
Ana Maria Marques (Jundiaí, SP)


E todas essas tragédias acontecem no país mais desenvolvido do mundo. No país em que o presidente aumenta o déficit orçamentário para cortar os impostos dos mais ricos.
João Silva (Rio de Janeiro, RJ)


Folha, 99
Ao atingir 99 anos, um jornal como a Folha está presente no momento preocupante que atinge os mais diferentes segmentos sociais no Brasil.
Uriel Villas Boas (Santos, SP)

Felicito a valorosa equipe da Folha pelo transcurso dos 99 anos de excelentes serviços prestados à população, em especial, na defesa de nossa democracia.
João Farah (São Paulo, SP)

Erramos: o texto foi alterado

O nome correto da cidade onde mora o leitor Marcos Roberto Banhara é Paula Freitas, não Paulo Freitas.

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