Leitora diz que bairros estão nas mãos do tráfico e critica gastos de Bolsonaro com militares

Tensão entre Poderes, policiais amotinados no Ceará e mulheres na política europeia são alvos de comentários

Gastos com militares
O pior é que nossa soberania está indo para o ralo sem que nenhuma intervenção militar resolva (“Bolsonaro privilegia gastos com militares no primeiro ano de governo”, Poder, 1º/3). Em vários bairros até de cidades do interior, a polícia não entra, e quem manda é o chefe do tráfico. Enquanto esse investimento se desgasta à espera do ataque de fora, o problema está dentro.
Ana Rodrigues (Vitória, ES)

O presidente Bolsonaro e Antônio Bermudez, da FAB, observados por Jackson Schneider, da Embraer, estouram champanhe para batizar o avião KC-390
Bolsonaro, Antônio Bermudez (FAB) e Jackson Schneider (Embraer) batizam o KC-390 - Pedro Ladeira - 4.set.2019/Folhapress

O país não investe nada em defesa. As Forças Armadas foram abandonadas desde a redemocratização e estão sucateadas. O país é grande, subprotegido, e somos rota de entorpecentes a caminho da Europa. Precisamos, sim, de Exército forte e reconhecido mundialmente. O que temos de discutir é como banir a corrupção do meio político.
Rafael José Oliveira Carvalho (Ilhéus, BA)

Acabou com as garantias estabelecidas pela Constituição aos trabalhadores para dar benefícios àqueles que só geram despesas (militares).
Salvador de Oliveira Silva (Cuiabá, MT)

Algo acertado neste governo. O investimento militar é a garantia da soberania do país, apesar de terem entregado a base de Alcântara para força estrangeira das mais interventoras na soberania alheia. O investimento militar pode refletir em ganho tecnológico em áreas civis, vide GPS e internet. Mas duvido dessa percepção por parte do governo, já que nem a indústria civil é cuidada.
Daniel Alves de Faria (Belo Horizonte, MG)


Rodoanel
E os governadores tucanos seguem livres como se não tivessem nada a ver com isso (“Obra do Rodoanel inclui plano para afastar imagem negativa”, Poder, 1º/3). Se fossem da esquerda, já estariam presos.
Carlos Sampietri (São Paulo, SP)

Tenho dúvidas se o objetivo de desafogar o trânsito será alcançado. Seu tráfego é mínimo, e a cidade continua lotada de caminhões. E a prefeitura ainda mantém suspenso o controle de emissões de veículos.
Adauto Lima (São Paulo, SP)


PMs no Ceará
Ok (“Pressão de governadores leva Bolsonaro a manter ação de militares”, Poder, 29/2), mas que tal resolver logo o problema com os policiais em vez de pedir ajuda para força que serve para ações pontuais?
Fernando Monteiro (São Paulo, SP)

Sentados à mesa, Bolsonaro, no centro da imagem, cercado por ministros militares
Presidente Jair Bolsonaro participa de reunião sobre operação GLO no estado do Ceará - Alexandre Manfrim-27.fev.20/Ministério da Defesa

Parabéns aos governadores! Temos que colocar ordem no Planalto!
Maria Lygia de Toledo Barros (São Paulo, SP)

A meu ver há questão institucional a ser enfrentada: se é constitucionalmente ilegal, por que não há punições devidas? Não só nesse caso, o edifício institucional erode e cede conforme nossas “autoridades” cedem aos jeitinhos comprometendo a República e a democracia.
Mariana da Costa Conde (Rio de Janeiro, RJ)

Em outros estados, a população ficou do lado dos militares (“Insatisfação das PMs deixa também em alerta governadores bolsonaristas”, Poder, 1º/3). Houve anistia inclusive. Os tiros no pé só estão no começo.
Maria Louzada (Brasília, DF)


Mulheres na política europeia
Em tempos de incertezas e cenários tristes, a jornalista Ana Estela de Sousa Pinto (“Mulheres abrem caminho no tabuleiro do jogo político europeu”, Mundo, 1º/3) nos traz uma luz no fim do túnel. Mulheres protagonistas na política europeia. Nossas esperanças e total apoio para que liderem as mudanças necessárias na sociedade e no mundo.
Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos (São Paulo, SP)

A maioria é de mulheres filiadas a partidos de esquerda ou de centro-esquerda. Isso é muito relevante.
Diego Aguirre de Melo (Uberlândia, MG)


Coronavírus
O impacto é momentâneo (“Coronavírus deve afetar da Zona Franca à 25 de Março”, Mercado, 1º/3). Tudo voltará à normalidade logo que houver equilíbrio entre casos novos e curados. Convivemos com microorganismos desde que existimos no planeta. Sem paranoia e fake news, o impacto seria muito menor.
Tersio Gorrasi (São Paulo, SP)

A Folha está sendo irresponsável. Não tem corona nos países quentes. E a China avalia que a crise no Irã arrefecerá quando as temperaturas subirem. Estamos com clima frio raro para esta época no Brasil. 
Maria Teresa Jesus de Souza (São Paulo, SP)


Colunista
Em tempos de coronavírus, linda a metáfora de Fernando Haddad (“Bolsonavírus”, Opinião, 29/2). Faltou expor a relação do partido dele com a crise aguda e a consequente “baixa imunidade”, as quais, diz ele, favoreceram o advento do bolsonavírus.
Maísa Fabri Mazza, médica (São Paulo)

Concordo com Fernando Haddad, mas pergunto: Quem foi que enfraqueceu o sistema imunológico do Brasil a tal ponto de um vírus autoritário se instalar no corpo social?
Laertes Nardelli (Blumenau, SC)

Haddad cita velhas pragas: escravismo, patrimonialismo, mandonismo, patriarcalismo, intolerância, etc. Esqueceu-se de citar o pior deles, a corrupção. Sem extirpar esse câncer, o país não sairá do lugar.
José Loiola Carneiro (São Paulo, SP)


Tensão entre Poderes
Pela relação do governo Bolsonaro com o Congresso, seria melhor mudarmos para o sistema parlamentar e deixarmos o presidente como chefe de estado. Seus poderes ficariam restritos à chefia das Forças Armadas e dissolução do Parlamento. O presidente seria o poder moderador, como na monarquia parlamentar. Ficaria atendida a vontade popular de dissolver o Congresso e a do presidente de se tornar monarca.
Mário Negrão Borgonovi (Rio de Janeiro, RJ)


Folha, 99
Sou assinante há mais de 20 anos e leio a Folha diariamente onde trabalho, em Londres. Parabéns pelos 99 anos de ampla e profissional cobertura dos fatos do Brasil e do mundo.
Gustavus Adolfus (Londres, Inglaterra)

Nesta quadra da vida nacional, a Folha é mais imprescindível do que nunca. Atrás de si tem uma história de 99 anos de jornalismo independente, apartidário, investigativo e pluralista. 
Hubert Alquéres, presidente do Conselho Estadual de Educação (São Paulo, SP)

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