Coluna de Ilona Szabó é aula de direito constitucional, diz leitor

Menino não foi morto, foi assassinado pela polícia no RJ, diz leitora

Aula de direito
Memorável a coluna de Ilona Szabó de Carvalho desta quarta ("Democracia terminal", Saúde, 20/5). Uma aula de direito constitucional. Vou mandar para todos do STF lerem.
Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)

A colunista da Folha Ilona Szabó de Carvalho - Bruno Santos - 21.fev.2019/Folhapress

Assassinado
Tenho certeza de que muit@s leitor@s apontarão a indignação, mas quero deixar a minha registrada. João Pedro foi assassinado pela polícia ("Menino de 14 anos é morto em casa durante ação da PF no Rio", Cotidiano, 20/5). Ao usar "morto", acaba-se por normalizar e naturalizar uma morte absurda e extremamente cruel. Entendo as regras convencionadas de redação, mas, diante de conteúdos como este, é preciso priorizar outras formas.
Patrícia Pinto (São Paulo, SP)

João Pedro de Matos Pinto, 14, morto durante operação da Polícia Federal em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio - Twitter

Estricnina e creolina
Após assistir à gargalhante "live" de Sua Excelência, uma sugestão: para a direita, cloroquina, para a esquerda, Tubaína, para Sua Excelência, estricnina.
Rubem Prado Hoffmann Júnior (São Paulo, SP)

O presidente recomenda cloroquina para a direita e Tubaína para a esquerda. E eu recomendo para ele estricnina com creolina.
Luis Carlos Bonadio (Marília, SP)

Parem de hipocrisia ("Ministério da Saúde muda protocolo e amplia uso de cloroquina para casos leves", Saúde, 20/5). Qualquer pessoa de bom senso vai querer tomar. Não porque cure, como pensa Bolsonaro, mas porque é o que temos. Além disso, em doses regulares, tem baixíssimos efeitos colaterais, qualquer médico razoavelmente informado sabe disso. Parem de hipocrisia, parem de atrapalhar, somos todos brasileiros, no mesmo barco.
João Braga (Marília, SP)

Protocolo médico que nenhum médico assina? É isso mesmo? Só mesmo sendo gado para aceitar isso.
Felipe Macedo (São João D'el Rey, MG)

A cloroquina tem de ser prescrita por um médico. E o uso não é obrigatório. O médico decide se o tratamento é adequado, e o paciente tem que concordar com isso E qualquer medicamento que ajude ao menos um pouco deve ser bem recebido.
Carlos Alberto Dariani (São Paulo, SP)

Um absurdo que o paciente se responsabilize. Se o médico acha adequado, prescreva e arque com as consequências. Senão, não prescreva. O paciente não é obrigado a entender de medicina.
Vera Lucia Frayze David (São Paulo, SP)


No banco dos réus
"Quando ele tiver de se explicar" (Ruy Castro, Opinião, 20/5). Assim espero. Quero estar viva para ver. Sonho com a justa e devida condenação da pessoa que hoje ocupa o cargo mais importante na administração deste país e não faz jus a ele.
Fátima Salomé Barreto Garcia (Belo Horizonte, MG)


Publique-se
Gostaria de ver publicados, em primeira página, os nomes dos integrantes do centrão indicados pelos partidos e os valores das dotações orçamentárias que cabem aos respectivos cargos.
Dilson Rodrigues Cáceres (Ribeirão Preto, SP)


Regina Duarte
Que papel vergonhoso essa senhora aceitou. Humilhada, em vez de uma saída digna, foi mostrar sua incompetência na Cinemateca ("Regina Duarte deixa o comando da Cultura depois de semanas de fritura", Ilustrada, 20/5). Continuará a não fazer nada às nossas custas, como um penduricalho do cartão corporativo de Bolsonaro. Desgoverno e canalhice.
Marli Moras Garcia (Vitória, ES)

E a Cinemateca virou moeda de troca para afastar aquela que não fez nada enquanto secretária.
Adriana Justi Monti (São Paulo, SP)

Pais e avós que podem estão fazendo quarentena, longe de filhos e netos há dois meses. Os argumentos para o retorno de Regina Duarte a São Paulo no atual estágio da pandemia são um total nonsense. A Cinemateca sobreviveu à era Temer. Desejo força a todo mundo por lá.
Carolina Silva Oukawa (São Paulo, SP)

A excelente atriz foi combatida pela esquerda patrulheira e pela extrema direita capitaneada pelo gabinete do ódio. Lamentável. Ela não merecia isso. Desejo que faça um bom trabalho na Cinemateca.
Max Morel (São Paulo, SP)


Com juros e correção
"Collor pede perdão pelo confisco do saldo de cadernetas de poupança" (Mercado, 18/5). Aceito seu perdão, senhor Collor. Desde que em dinheiro, com juros e correção monetária.
Gerald Maurice Leon Misrahi (São Paulo, SP)


Flávio Bolsonaro
Esses fundos partidários são uma vergonha ("PSL diz que vai cobrar de Flávio Bolsonaro devolução de R$ 500 mil pagos a advogado investigado", Poder, 19/5). A gente paga para esses sujeitos super-honestos gastarem como quiserem. Depois falta para saúde, educação, Previdência.
Adriana Maccacchero (Rio de Janeiro, RJ)

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.